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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Filhos, Filhotes, Bichos e Bichanos

Ai, cansada de tando estudar. Hoje foi uma maratona, desde as 8 da manhã e ainda tem mais um tiquinho de Constitucional que quero ver... Constituição Federal, sua linda! 

Marido meu agora resolveu chamar nosso futuro filho de "Concurso". Porque é um tal de adiar essa gravidez para depois do concurso, e todo mês tem um concurso, e agora já apareceu mais um para o mês de novembro, e tem mais outros que vão abrir ainda esse ano... coitado de Concurso, quer dizer, de Ian Nicolas. 

Por falar em filhos, por onde marido meu passa os bichos dão cria. Nunca vi uma coisa dessas. Logo quando ele chegou em Maceió, uma gata do hotel quase deu cria debaixo da sua cama, foi por pouco. Depois que mudou para Messias-AL, mais um gata para ele criar e seus 4 gatinhos. Apesar dele não gostar nadica de nada de bichanos, o seu coração bom faz ele cuidar dos bichinhos. Não tem muito afeto, mas cuida. Até ficou acordado (e me acordando) a noite inteira no dia do "parto", praticamente segurando a pata da gata, enxugando o suor da testa, auxiliando na respiração cachorrinho (?) e me perguntando a todo momento quantos gatinhos uma gata poderia ter, será que vai sair mais um? O que fazer com a placenta? - Criatura do céu, a gata come a placenta e limpa os gatinhos todos, não se preocupe. - respondi, imaginando a cara de nojo dele. Ele nunca judiou das criaturinhas, nem mesmo quando a esfomeada da gata derrubou e comeu toda a comida do bandeco que ele trouxe do restaurante e guardou em cima da geladeira para jantar. 

Dessa vez, trabalhando em Carmópolis, foi a vez de uma cachorra dar cria a 9 cachorrinhos. E eu que aguente todo dia ele me contar a mesma história: que os cachorrinhos são lindos, que estão gordinhos, que a vaca deu uma carreira na cachorra e ela machucou a teta ao passar embaixo do arame farpado, e agora ela tá sofrendo com os cachorrinhos mamando  na teta ferida, e trataram a teta da cachorra, e um dos cachorrinhos sumiu, e tava dentro do tubo, e se melaram na lama, e deram banho nos cachorrinhos... aaaaaaaaaahhhh, cale-se, cale-se, cale-se, você me deixa loucaaaa!!!  

Mas o bonitinho é ver ele tentando me convencer a trazer uma cachorrinha para casa, faz até bico para ver se me deixa sensibilizada: "Vida minha, tem uma cachorrinha lá, nabuquinha, linda, assim, você precisa de ver, tá tão gordinha, tão lindinha". E me mostra o tamanho dela juntando os dois polegares e esticando os indicadores: "Desse tamainho, Bebê, a coisa mais linda".

Eu: "Hum-rum".  Fingindo desinteresse para desmotivá-lo, mas com o coração partindo ao ouvi-lo completar: "Se a gente morasse em uma casa, eu juro que ficava com ela". 



A tal cachorrinha nabuca é essa mais clarinha. E não é que a danadinha é bonitinha mesmo! Mas deixa ela lá no canteiro, lá tem  mais espaço, né? Ela vai ser mais feliz, com certeza. 

domingo, 28 de agosto de 2011

Conchinha

Até de dia no sofá "assistindo" televisão eu gosto de uma conchinha.
À noite é só virar de conchinha para dormir em 2 segundos.
Quem não gosta de dormir de conchinha?
Conchinha é o que há.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gatos, seus lindos!


Como cuidar de um pesadelo.
Olhando a mamãe gata fiquei pensando se eu serei uma boa mãe... porque eu nunca fui uma boa mãe de gatos... e quem sabe cuidar dos meus pesadelos é marido meu. Fico tranquila então, sei que meu filho terá pelo menos um bom pai. :)

Porque eu gosto de gatos - Parte 2


Tem lógica? Um cachorro nunca faria isso. Hahaha!!! 
(também retirado do blog O Demagogo)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Porque eu gosto de gatos

Os gatos são independentes, sabem enterrar suas caquinhas, não são abestalhados como os cachorros, nem carentes. São carinhosos quanto tem que ser, sem serem pegajosos. Dizem que eles têm 7 vidas, isso também é uma vantagem, mas o melhor dos gatos é a auto-estima. Olha a cara de desprezo que ele faz ao ser incomodado! E quanto mais incomodado, mais indiferente. É por isso que gosto de gatos. Nada os abala.

Retirado do blog O Demagogo

Em tempo:
Feliz dia dos Pais. Amo muito meu painho!
E foi num dia dos pais que encontrei Marido Meu. Isso há 4 anos atrás. Incrível como um simples evento pode mudar uma vida inteira. Foi assim com a gente. Coisa de Deus.

domingo, 4 de abril de 2004

Estou arrasada! Meu filho morreu.



Sou agora uma mãe desfilhada. Fiquei sabendo hoje. Assim que acordei minha mãe veio me dar a notícia que uma coisa terrível tinha acontecido e que era com alguém que eu gostava muito. Quando ela me disse que alguém tinha morrido por atropelamento, já comecei a chorar, logo imaginei que tivesse sido meu bebê.
Aquele que eu tirei das ruas, que cuidei, aquele que eu amei, que se salvou de duas quedas do terceiro andar, aquele que era tão pequeno e chorava a noite toda, só se acalmando quando eu o colocava junto de mim na cama.
Fiquei triste o dia todo. Meu tigrinho... meu bebê-gato de olhos azuis... rebelde como qualquer filho adotivo, mas que eu amei como se fosse meu.
Chorei. Minha mãe disse pra eu não me preocupar porque ele não tinha alma, e eu chorei mais ainda, pois sei que a única forma dele subir ao céu será no bico de alguns urubus. Meu pai só soube da morte dele no dia seguinte, não o enterrou, deixou-o jogado mais adiante. Abandonado. Da mesma forma que o encontrei quando era um bebê...


P.S.: a história da adoção se encontra nesse post.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2003

A história de Tigrinho

HISTÓRIAS DA VIDA REAL

Hoje tem uma historinha boba e verídica, pra descontrair o dia.
É meio comprida... é, é só pra quem tá com paciência mesmo.

Eu o encontrei em uma dessas ruas, jogado em um calçada, magro, assustado e cheio de parasitas.
Ele era belo (e ainda é!): uma beleza nórdica, diferente, lindos olhos azuis.
Eu o vi e logo o amei. Levei-o pra casa e cuidei dele. Adotei-o como um filho, amando-o e educando-o.

O tempo passou rápido e logo veio a adolescência.
Não se conformava mais com o espaço pequeno do apartamento, queria o mundo...
Às vezes subia nas cortinas e ficava lá em cima por um bom tempo, sabe-se lá pensando em quê, olhando, talvez, o seu mundinho, de cima, em busca de uma saída.
Tornou-se um rebelde, revoltado e até violento.
Atacava-me constantemente e muitas vezes de forma que me machucava visivelmente.
Por várias vezes tentei compreendê-lo, mas era tudo em vão, não aceitava os meus carinhos, não queria o meu afago.
Talvez quisesse apenas morrer... e tentou, num de seus momentos de depressão profunda, pulando do 3º andar do prédio em que morava.

Na primeira vez, toda a família ficou assustada, mas depois que constatou-se a perda de alguns dentes (que ainda eram de leite) e alguns escoriações, todos puderam respirar aliviados e procurou-se viver naturalmente como se nada tivesse acontecido.
A segunda vez poderia ter sido mais preocupante, no entanto a família achou que a reincidência era apenas burrice.
A aflição ficou apenas comigo.
Uma aflição de mãe que não sabe mais o que fazer.
E assim decidi que era melhor para ele ir morar em um lugar onde pudesse ter mais liberdade, uma casa com quintal, um lugar calmo, uma cidade pequena, onde ele pudesse sair e voltar despreocupadamente.
E ele foi, de início meio desconfiado, mas logo se acostumou.
Deixou-me o vazio e nada levou que pudesse lembrar de mim.

Na juventude conheceu outra da sua espécie e logo se apaixonou.
Uma gata de rua, magra, negra e com um defeito físico de nascença.
O oposto do que ele é... mas a paixão foi inevitável e tão intensa como nunca se viu no mundo dos felinos.
Casaram-se e tiveram três filhotes e foi aí que começou a sua desgraça, ao se tornar patente aos olhos a traição daquela que ele amava.
Um dos filhotes era assim como ele: de pêlo claro, olhos azuis, no entanto nascera com o defeito herdado da mãe.
O segundo filhote era parecidíssimo com a mãe: pêlo escuro e também defeituoso.
O terceiro era "a cara" do seu tio, irmão adotivo do seu pai que morava com eles.
Não se sabe o que aconteceu.
O que se sabe de certeza é que ela sumiu, assim como o "outro" e nunca mais foram vistos.
Tigrinho (esse é o seu nome), cuidou de todos igualmente, sozinho, como um bom pai e como uma mãe, lambendo as crias quando necessitavam de banho, como fazem todas as gatas.

Mas a vida é irônica, e a traidora voltou, cínica e dissimulada, depois que os filhos já estavam grandes.
Mas até no mundo dos gatos o amor é maior e ele a perdoou de todo o seu coração.
Hoje vivem com um certo grau de harmonia.
A família não aceita a situação, no entanto ele é determinado, não come enquanto ela não estiver junto e morre de ciúmes quando outro gato se aproxima dela.

Essa história é verdadeira... quem conhece pode confirmar.
Os gatos são famosos por serem infiéis e terem muitas parceiras, assim como alguns homens desse mundo, verdadeiros tigrões.
Mas sei que há alguns poucos que são assim, como o meu Tigrinho, fiéis e com um grande coração.

Beijos!!!!


Vi que uma das fotos que coloquei aqui causou enorme polêmica.
Mas não é nada do que pensam: não cortei nenhum ex-namorado da foto, não quis esconder ninguém, simplesmente o fotógrafo era ruim demais e cortou completamente a cabeça do meu amigo da foto.
Eu cortei o resto... não que não se aproveitasse.

Quanto ao excesso de genros que minha mãe têm, Gui, não precisa ficar escandalizado...
sei que sou um escândalo, mas nem tanto.

Você já ouviu falar em reserva de mercado?
Eu tenho que confessar, eu e Dassaiev temos um certo contrato que entra em vigor daqui há três anos, e isso é claro, tanto pra minha mãe quanto pro pai dele, mas você sabe, contratos podem ser quebrados a qualquer momento.
Sei disso porque também fiz um contrato com um certo Thiago Duarte pra quando ele completasse 18 anos.
O que aconteceu?
No dia do seu aniversário ele estava namorando com minha amiga Liliu.
Foi uma decepção!
Os demais que ficam aí me mandando beijos e mais beijos... é tudo papo! Na hora H, caem fora.
Percebe-se pela solidão em que me encontro nesse exato momento.
E sabe o que mais, já disse: currículos só serão analisados por D. Isa, ela decide.
Ou então, juntem-se os pretendentes e decidam no zerinho ou um, par ou ímpar, etc.
E que um só me conquiste... me cative... roube meu coração... e assim será para mim único no mundo


NIVER DE

Nelcivania Reis


Passou-se o aniversário da minha amiga Nel (dia 07) e eu nem lhe desejei Feliz Aniversário aqui publicamente.

Nel, lembra que a gente te chamava de Smurfete?
Então, aí está teu coleguinha pra te dar o seu presente.
E como você não anda muito comportadinha, como lhe disse, vou colocar aqui a foto mais "paia" que tenho de você.
E nem adianta reclamar.