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domingo, 4 de setembro de 2011

Flamengo x Bahia - 1x3


Camisa do Bahia - R$89,90
Consumação mínima no bar para ver o jogo - R$30,00
Ver o Bahia ganhar do Flamengo - Não tem preço! 

"E todos os dias ficarei tão alegre que incomodarei os outros,  o que pouco me importa,  já que eu tantas vezes sou incomodada pela alegria superficial e digestiva dos outros." Clarice Lispector

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Bahêa Minha Vida



Trailer do filme Bahêa Minha Vida.
Emocionante. BBMP!

Quando unanimidade rima com Burrice

Clique para ampliar e ler direitinho. 

Até uma pessoa mal informada como eu, futebolisticamente falando, já tinha percebido isso. O artigo só comprova minha opinião.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

É possível torcer por dois times?


Mas seria então possível torcer por dois times num mesmo campeonato? Como funciona? Tipo: você se diz torcedor do Flamengo e do Bahia, sabendo que os dois estão na série A do campeonato brasileiro, daí há um confronto entre os dois, para qual deles você vai torcer realmente?

Seria uma tática para diminuir o sofrimento? Porque torcendo-se para dois times diferentes, se um estiver mal num campeonato, o sofrimento pode ser amenizado se o outro estiver bem.

Ou deve então ser algo como as pessoas que possuem dupla cidadania, numa Copa do Mundo por exemplo, aquele que é Brasileiro e Holandês torceria pelas duas seleções? E quando tivesse um jogo entre os dois, torceria por um empate?

No Evangelho de Mateus, Capítulo 6, versículo 24, disse Jesus: "Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro".

Será que isso também se aplica ao esporte? Ou não?

É... realmente eu não entendo nada de futebol. 

sábado, 13 de agosto de 2011

Porque eu não gosto do Flamengo

Volto a ressaltar que não entendo muita coisa de futebol, que até pouco tempo atrás não torcia de verdade para nenhum time, mas uma coisa sempre me chamou a atenção: por que motivo a torcida do Flamengo é maioria em Sergipe? Não só aqui no estado em que moro, mas também em todo o Brasil? Ah, com certeza algum flamenguista deve estar dizendo: "Por que é o melhor"? e está se coçando querendo me contar todas as vantagens do clube. Mas será só esse o critério pra se dizer torcedor de algum clube? Se assim fosse, se esse fosse o único critério, se esse time fosse o melhor de todos, sua torcida seria a única do Brasil.

Certa vez estava eu passando um final de semana em Prado, uma cidadezinha no interior da Bahia com pouco mais de 20 mil habitantes quando fiquei boquiaberta com a quantidade de pessoas nas ruas comemorando a vitória do Flamengo no campeonato. Praticamente mais da metade da cidade (ou até mesmo a cidade inteira). Até minha amiga carioca (e torcedora do Fluminense) estranhou: como pode tanta gente no sul da Bahia, tão distante do Rio de Janeiro, ser torcedor fanático do Flamengo? 
Claro que regionalismo também não é critério para se torcer pra determinado time, mas é um dado muito estranho. Desde então passei a prestar atenção em todas as informações que chegavam a mim sobre o Flamengo e percebi: o Flamengo ter uma torcida tão grande é mesmo total responsabilidade da rede Globo. 
Agora entendo porque nunca gostei desse time, pelo menos motivo que não gosto da Rede Globo - manipuladora de informações e responsável pela alienação das massas. A parcialidade da emissora é tão gritante que chega a ser patética e a manipulação das opiniões mais absurda ainda. Até hoje não entendi como programas apresentados por pessoas como Xuxa, Ana Maria Braga e Faustão fazem sucesso. Pior do que eles só o Galvão Bueno, que no meu conceito é um péssimo comentarista de futebol. Quem nunca percebeu como ele vibra e grita com mais intensidade quando o gol é do Flamengo? E por que os jogos desse time são os mais transmitidos pela emissora?  Seria por que o dono, Roberto Marinho, era flamenguista? Interessante como um dos diretores da rede Globo também se tornou vice-presidente do Flamengo. Nesse site há um texto sobre esse assunto, quem tiver curiosidade acesse. 

Olhando por essa ótica, não importa se o time que torço está em 13o lugar sem chances de ganhar o campeonato deste ano, se o time de Marido Meu está em 15o, quase na zona de rebaixamento (É amor mesmo! Diga ai!), o que eu não quero é ser enganada facilmente. Não quero fazer parte da massa alienada que não possui TV à cabo e tem sua opinião formada pelo meios de comunicação notavelmente manipuladores. Sou inteligente demais pra isso. 

Falei e Disse. 

p.s.: certos foram os meus pais que nos criaram sem assistir muita televisão. Se assim não tivesse sido, lá em casa com certeza teria surgido algum flamenguista. Ainda bem que isso não aconteceu. 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Para que time você torce?


Eu nunca me liguei muito em futebol. Gostava de assistir os jogos da Copa do Mundo e era só. Sempre gostei do Bahia, mas nunca fui torcedora de verdade, até mesmo porque ainda não aprendi a perder e sinto que ver meu time favorito perder de vez em quando (ou sempre) traz a maior depressão. 
Mas como não ter um time de coração quando sua própria mãe, aquela que te pariu, é hiper-mega-viciada em futebol? Mainha assiste todos os jogos e sabe quem são todos os jogadores. Participar de uma conversa entre ela, painho, meu irmão e marido meu é boiar o tempo todo, porque eu só sei o básico dos básicos, ou seja, pra que lado fica o gol de cada time (pensando bem, estou até com certa dúvida com relação a isso). Marido meu se irrita com minhas perguntas e já desistiu de me ensinar, resignou-se a comprar para mim um livreto explicativo. 
E na minha família é uma salada de torcedores: meu pai é Corinthiano, minha mãe Fluminense, meu irmão é Bahia e marido meu é Atleticano. Ou seja, estamos sempre em rivalidade. 
Quanto a mim, continuarei gostando do Bahia (Bó, Bahêa!), porque acho lindas as cores do uniforme, o mais bonito de todos. Seguirei detestando o Flamengo e de vez em quando me infiltrando na torcida Galoucura. Será que estaria eu infringindo alguma das regras do futebol? Seria eu uma vira-casaca? Mas o que é que a gente não faz por amor? E pra fazer uma graça para o marido, por que não torcer para o seu time de coração? 

Falei e Disse. 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Central da Copa

E acabou a Copa... hoje não tem mais Thiago Leifert... será que eu fiquei com saudade? :s

sexta-feira, 7 de julho de 2006

Copa do Mundo 2006

(comentários tardios)

É, acabou cedo.
Eu nem vou comentar aqui de quem foi a culpa da derrota do Brasil. Se foi culpa do Parreira, da Palmeira ou do Coqueiro. Se foi culpa do estrelismo dos nosso jogadores-estrelas, a mim não importa, perdeu, tá perdido. Mas perdeu feio, hein?
Eu só lamento que quando eu estava começando a xingar durante um jogo com um verdadeiro torcedor-homem, aí acabou.
Eu e as meninas começamos como "eita" - interjeição feita quando algum gol era perdido, no segundo jogo já saiu um "eita, bexiga!" e até o "eita, c@&@lh$!" ainda tinha mais alguns jogos.
Minhas primas ainda estavam tentando entender a diferença entre escanteio e tiro de meta, enquanto eu ainda tentava explicar a elas. Infelizmente vamos ter que esperar pra próxima Copa.
Fora isso, diante de tantas pernas torneadas, homens fortes e italianos bonitos, eu já estava pensando em deixar de ser engenheira pra virar Maria-Chuteira, fico só imaginando a PJ que receberia de um desses, mas acho que não tenho vocação.

Mudando de assunto,
Depois do post "Magrinha-Rabudinha", recebi vários telefonemas com amigas me contando as presepadas que os paqueras, namorados ou maridos já falaram pra ela. Eu só queria entender porque existe homem assim.
Que qualidade de homem mandaria um torpedo pra uma paquera, dizendo: "Beijo na Xota!"? Será que ele acha que assim vai conquistar de vez? Só de escrever já me bate uma vergonha, agora imagine a garota toda feliz: "Ah, recebi um torpedo do meu amor" - e de repente lê isso?
Que tipo de marido falaria "Pula, pula, macaquinha!" bem na hora do "vamo ver"? Rapaz! Macaquinha? Foi demais!

ISSO É QUALIDADE???!!!!

quarta-feira, 14 de junho de 2006

O primeiro jogo do Brasil ontem foi cômico


Não estou falando do jogo em si, estou falando da platéia, do local e dos comentários de um bando de mulheres. Dá pra imaginar? Vamos então à análise do resultado:

Os homens que lá estavam assistiram todo o jogo sentados na beira da cadeira e com um copo de cerveja do lado. Quando acontecia um lance a gol todos se levantavam como se tivessem treinado a coreografia num pinote seguido por braços levantados. Se o gol não saía, xingavam um palavrão, passavam a mão na cabeça e em seguida sentavam novamente na beirada da cadeira, espigados, prontos para o próximo lance.
Mulher já é diferente. Eu estou falando "mulher" se referindo as que estavam comigo na casa de Gis no jogo de ontem, porque se fossem mulheres como a minha mãe, que entende de futebol mais do que o próprio treinador, aí sim, os comentários e as reações seriam outras.
Mas normalmente mulher senta de perninha cruzada e fazendo cara de que sabe pelo menos pra que lado os jogadores devem correr. Quando acontece um lance e o gol não sai, grita: "Eeeeeeiiiiitaaaa!!!!" - com um voz estridente, pra em seguida perguntar: "O que foi que aconteceu?". Conversa o tempo inteiro e perde os melhores lances, mesmo assim grita mais um "eita" sem nem entender nada.

Ah, mas quando o gol acontece a reação de homens e mulheres é a mesma: gritaria, pula-pula, abraça-abraça, corre-corre. A única diferença é que quando o gol é feito por alguém como Kaká sempre tem uma mulher pra gritar: "Meu marido! Meu marido! Aaaaaahhhhh!!!!!". Outra se empolga com as pernas do Adriano e exclama: "E esse é meu!!!!! Aaaaaaahhhh!!!!". E riem muito.

No jogo de ontem eu nem vi o primeiro gol porque Iris estava me contando sobre o baiano que conheceu no msn. Antes disso a gente estava até concentrada, mas fazia tempo que a gente não se falava, e sabe como é, ela precisava me contar os ba-ba-dos.

sexta-feira, 31 de outubro de 2003

Toada do amor

Eu nunca vi uma pessoa tão inconstante e volúvel como eu...
Ontem eu estava estranhamente feliz,
hoje já me sinto detestavelmente triste...
É... ainda bem que passa rápido.
Tudo passa rápido, a tristeza, mas a alegria também.

Uma poesia pra alegrar os corações...

Toada do amor
(Carlos Drummond de Andrade)

E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.

Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.

Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?

Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.




Por que homem é tão bobo?

Vi quatro homens dentro de um Fiat velho, indo pra um estádio de futebol,
segurando as camisas do time do lado de fora do carro.
Não sei se eram torcedores do Confiança ou do Sergipe, ou de algum outro
time de quinta divisão (existe? Eu não sei nada de futebol), só sei que gritavam
histericamente, balançavam o carro, cantavam...
Eu não sei se era a minha cólica que estava me deixando irritada,
mas eu achei-os tremendamente ridículos.

Até hoje eu não entendo.
Porque pra gostar de ver aqueles homens maravilhosos,
de pernas grossas, suados, correndo, correndo, correndo, exaustivamente,
só mesmo sendo uma mulher...
então por que será que os homens matam e morrem por um jogo?

Ah, my God, homens...

Telefone toca:

Eu: Alô?
Ele:Oi...
Eu: Oi...
Ele: Olha... eu só queria dizer...que eu não vou mais te aborrecer...
Eu: Hum...
Ele: Que eu nunca mais vou te ligar...
Eu: Hum...
Ele: Queria que você me perdoasse se te aborreci de alguma forma...
Eu: Tá certo...
Ele: Eu não vou ligar mais...
Eu: Tudo bem...
Ele: Mas se um dia você precisar de alguma coisa, precisar de um amigo,
se algum dia você estiver triste por qualquer motivo, liga pra mim...
estarei pronto a te ajudar, seja lá no que for.
Eu: Tudo bem... tá certo.
Ele: Eu não vou te ligar mais, tá?
Eu: Tá certo.
Ele: Tchau.
Eu: Tchau.

(Minutos depois, telefone toca novamente)

Eu: Hello!
Ele: Oi...
Eu: Hum...
Ele: Eu só queria dizer só mais um coisinha...
Eu: Hum...
Ele: Se um dia você vir uma chamada não atendida no seu celular...
e esta chamada estiver no meu nome... não me leve a mal...
foi apenas a saudade que ficou maior do que eu...
Eu: Tudo bem.
Ele: Tchau.
Eu: Tchau.

Tu-tu-tu-tu-tu-tu...

(Dia seguinte... telefone toca)

Eu: Sim?
Ele: Oi... sou eu...
Eu: Diga.
Ele: Não aguentei... tinha que te dizer que estou morrendo de saudade.
Eu: Tá bom!
Ele: Tchau.
Eu: Tchau