Mostrando postagens com marcador Viagens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Viagens. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Praia do Gunga


A Praia do Gunga é uma praia brasileira localizada em uma curva sinuosa entre o Oceano Atlântico e a Lagoa do Roteiro. A praia, que é cercada por um grande coqueiral, dispõe de várias atrações para diversão, desde tomar banho de mar, lagoa, visitar as falésias, passear de barco ou buggy. Durante a maré baixa, o mar tende a ser mais azulado, quando a maré sobe e o mar se encontra com a lagoa, a água fica esverdeada. A praia faz parte do município de Roteiro e só pode ser acessada via mar ou por via terrestre tendo que passar dentro de uma propriedade rural privativa para assim chegar à esse belo lugar.

(fonte wikipedia)

Belezura para se passar o dia. Porque eu amo alagoas. Conheço o céu, o sal, o sol de Maceió desde pequenininha e adoro o azul piscina do mar de Pajuçara. Homi, eu gosto é de todas as praias desse estado! Depois de tanto sol, tanto verde e azul, terminamos o dia com banho de piscina e chuva, tudo junto e misturado, tudo ao mesmo tempo. Felicidade é pouco.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Maragogi - o Caribe brasileiro

O Caribe brasileiro, assim diz a propaganda. O  segundo destino mais procurado de Alagoas, disse o guia. Fez-me lembrar de uma viagem que ganhamos para o Caribe, mas que nunca conseguimos ir.
Sempre quis conhecer Maragogi. Via fotos e babava, mas acho que escolher a época do carnaval para isso não foi muito legal. O lugar é belíssimo, mas ter que acordar 3 e meia da manhã para visitá-lo não é muito interessante. São poucas as opções de restaurantes no local e o que nos foi destinado estava tão lotado, que foi uma luta conseguir uma refeição em menos de 2 horas. O catamarã também demorou bastante para ir até as piscinas naturais, quando chegamos a maré logo encheu. A volta foi feita fazendo-se muitas voltas, sabe-se lá por qual motivo, mas deu para tirar um belo de um cochilo enquanto o sol me torrava por completo. Voltei um camarão, mesmo com todo o protetor solar que usei. Resumo da ópera: valeu a pena todos o contratempos e sacrifícios, ri muito, me diverti e adorei estar em alto mar, sentada num banco de areia/calcário, vendo peixinhos, corais e seres humanos que imitavam focas (bizarro, mas vi. O que é que a cachaça não faz com um cidadão?) E, sim, Maragogi é um lugar para se visitar mais vezes. Adorei.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Gold Plus Star Bus

Ah, nada como chegar em casa! Amo minha casinha, meu lar, meu cantinho, meu aconchego. Fui num pé e voltei noutro. Viajar é bom, mas caaaansa... E por favor, me lembrem de não viajar mais nos ônibus comerciais da Bomfim. O ar-condicionado não funcionava, a poltrona tava preta de tanto grude, o povo falando alto, funk tocando no celular... misericórdia! Depois de um dia só ouvindo risadas gostosas de bebê e fofocando com as primas, ninguém merece voltar para casa nessas condições. Sou mulher para Gold, ora bolas! :s

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Morgados

12 horas, engarrafamento, desvios e mudanças de percurso depois, finalmente chegamos em João Pessoa-PB. 
O GPS recalculou o trajeto inúmeras vezes, até a gente conseguir pegar marido meu na Refinaria (que nunca vi mais gigante, praticamente uma cidade com seus milhares de trabalhadores). Mas, chegamos! O que é que a gente não faz por amor à família? Assistir a formatura de uma prima querida, não tem preço. 


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Tentando voltar pra casa

Parecia filme de terror. Aqueles filmes tipo: "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado". Tudo escuro, vidros fechados, muita chuva e carro embaçado pela respiração dos seus ocupantes. Não fomos muito longe, na saída da cidade, antes de chegar no trevo para Ouro Branco/Ouro Preto, depois da primeira ponte, curva... e uma árvore caída no meio da estrada. Os dois homens corajosos saem no meio da chuva torrencial para tentar retirar o empecilho. Impossível. Tentam, olham sob a luz do farol do carro. O morro em tempo de desabar. Melhor é voltar pra casa, preferível perder o vôo do que perder a vida, esperar e ver o que será feito pela manhã. 

Pela manhã o terror continua. Na outra cabeceira da ponte, o morro caiu todo! Poderíamos ter ficado presos entre o deslizamento de terra e a queda da árvore. Ou pior. Mais adiante, mais deslizamentos de terra, mais morros desbarrancados, tudo paralisado. E foi assim o caminho inteiro até Belo Horizonte. Engarrafamentos quilométricos. Em Ouro Preto um morro caiu todo em cima da rodovíaria. Uma coisa absurda. Dois mortos. 

É estranho estar dentro de uma notícia do Jornal Nacional. Ver de longe, pela tela da televisão, é tocante, mas não tão chocante como presenciar. 52 municípios em estado de sítio. Graças a Deus, a pequena Santa Rita de Ouro Preto não está entre eles. Fiquei impressionada. Um lugar tão lindo, com paisagens tão magníficas, com clima tão gostoso, ser destruído rapidamente pela força da natureza. 

Graças a Deus a chuva durante o dia cessou. Mas o trecho Ouro Branco-Belo Horizonte, que normalmente é feito em 1 hora e meia, dessa vez foi feito em 5 horas e meia por conta dos engarrafamentos quese formaram com o desabamento das encostas. Eu falei, 5 horas e meia de fome e sede. Seguindo a linha: "se a vida te der uma limão, faça uma limonada", só me restava fotografar!

Engarrafamento pouco é bobagem. O importante é apreciar a paisagem.


Ainda tivemos sorte, acharam uma fontezinha de água mineral na beira da estrada e foi lá que tentei matar minha sede.

14 horas de viagem e muitos deslizamentos de terra depois, chegamos em paz! Conseguir um voo, foi a mais difícil das lutas, já que perdemos o primeiro. Tivemos que esperar uma desistência porque o voo de 9 e meia já estava quase lotado, só tinha 1 vaga. Correria para despachar as bagagens faltando 20 minutos para a decolagem. Loucura sair correndo pelo aeroporto lotado. Mas finalmente, home sweet home! 

Viajar é bom, mas o melhor lugar do mundo é a casa da gente. Amo muito nosso lar!!!

Olho essas fotos e comento com marido meu - quantas aventuras já vivemos! Por 7 cidades já passamos... momentos inusitados compartilhamos... Mas isso é história para outro post. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Casa Grande e Senzala

Definitivamente Ouro Preto não é uma cidade que se possa conhecer de uma vez só, tamanha sua riqueza cultural e histórica. Já é a quarta vez que vou à cidade e sempre há mais coisas interessantes para se conhecer. Cá estou com os pés e pernas doendo de andar e subir ladeiras.

Dessa vez visitei também a Casa dos Contos e saí impressionada daquele casarão imponente. Reza a história que sua construção levou cinco anos (1782-1797), com o propósito de servir de residência para apenas um morador, o administrador de impostos da capitania de Minas, e seus quarenta escravos. Ele era responsável por arrecadar o "quinto" e enviar para a Coroa Portuguesa. A Casa dos Contos também serviu como carcere e em uma das celas o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa foi encontrado morto. Não se sabe se ele cometeu suicídio ou foi assassinado.

Lateral da Casa dos Contos

Essas ultimas janelas são da senzala
Caminhando por todos os aposentos da casa, em um dos andares me chamou a atenção uma privada de madeira. Achei rústica e de certa forma interessante. Dois buracos feitos numa tábua de madeira e elevados do chão. Olhei, por curiosidade, para dentro da privada e vi que o buraco era "sem fim". Profundo e escuro. "Será que o povo de antigamente defecava tanto assim, a ponto de ser necessário um buraco dessa profundidade"? Pensei e esqueci.

Sobe e desce, entra e sai de todos os ambientes, olha daqui e de lá, saimos da Casa Grande e chegamos no subsolo, a Senzala. Um Lugar tétrico. Escuro. Úmido. Fiquei imaginando 40 negros vivendo naquele ambiente. Deprimidos e maltratados. Feridos e humilhados. Empilhados naquele chão de pedra irregular, em condições subumanas. Não é a toa que eles morriam de banzo. Morriam de tanta tristeza.

Não é permitido tirar fotos da senzala.
Essa encontrei numa pesquisa pela internet.
Também estão lá expostas as ferramentas com as quais eles eram torturados e presos. Jornais antigos com recompensas para quem encontrasse negro fugitivos. Agora adivinhem onde era o final daquele buraco negro que os brancos usavam como privada? Exatamente. O final, a "fossa", acaba na entrada da senzala. A merda cagada 3 andares acima pelo homem branco, "educado", "polido", "inteligente", cai na casa do negro. É revoltante! Lá os escravos limpavam os excrementos e jogavam no rio. Aquilo que chamavam de cozinha dos negros também 'e  um buraco esquisito com um forno de pedra em um dos cantos. 

Cozinha dos escravos
Sai daquele lugar pensativa. Uma coisa é ler nos livros de história e imaginar. Outra é estar no lugar, ver aquele lugar escuro e úmido e imaginar tantos negros vivendo empilhados naquele ambiente, para servir a um "bonitinho de corpo" que se acha superior só porque a cor da sua pele é mais clara. 

O que mais me revolta é saber que, mesmo passados 3 séculos, ainda tem muita gente com esse mesmo pensamento.



sexta-feira, 25 de novembro de 2011

P.A.

Casa de mainha e painho. Primeira parada do meu tour pela Bahia. Hoje, salão - cabelos e unhas. Amanhã - casamento da minha vizinha, alguém que eu segurei no colo quando bebê, alguém que eu vi crescer. Oh, céus, como pode? Somos quase da mesma idade... e essa conta não fecha! rs! 

Só seria mais perfeito se marido meu estivesse comigo :(...  mas alguém aqui tem que trabalhar, né?

Gosto tanto de Wall-E e Eva...


p.s.: Este é o MILÉSIMO post deste meu blog! :)