Espelho, Espelho Meu (Mirror, Mirror), filme bobinho, meio brega, mas foi até divertido assistir essa reinvenção da fábula da Branca de Neve. Julia Roberts e o seu tratamento de beleza como a Rainha é uma nojeira, mas gostei da parte de picadas de abelha para deixar os lábios mais grossos, precursor do botox, com certeza. Os anões com aquelas pernas de mola, ai que agonia! Bizarrice total. Não sei se era a fome (não parava de pensar em comida durante o filme) ou se o filme é fraquinho mesmo, mas não consegui prestar muita atenção.
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domingo, 22 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Jogos Vorazes
Assisti e gostei. Só não sei se ficarei esperando ansiosamente pelos demais filmes da trilogia. O filme é legalzinho, mas não chega a ser tão envolvente, se acabasse nesse primeiro, para mim estaria de bom tamanho.
Num futuro distante, boa parte da população é controlada por um regime totalitário, que relembra esse domínio realizando um evento anual - e mortal - entre os 12 distritos sob sua tutela. Para salvar sua irmã caçula, a jovem Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece como voluntária para representar seu distrito na competição e acaba contando , com a companhia de Peeta Melark (Josh Hutcherson), desafiando não só o sistema dominante, mas também a força dos outros oponentes.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Lord dont move the mountain
Uma das cenas mais emocionantes do filme À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness, 2006). Música linda.
Lord, dont move the mountain,
give me strength to climb it.
Please dont move that stumbling block,
But lead me Lord, around it.
give me strength to climb it.
Please dont move that stumbling block,
But lead me Lord, around it.
The way may not be easy
You did not say, that it would be.
When our tribulations get to light
We tend to stray from Thee.
Our cares we bring unto you.
You told, You told us we could.
You help those who try to help themselves.
And I believe we should.
segunda-feira, 5 de março de 2012
You complete me
Reassistindo o filme Jerry Maguire (um dos meus preferidos), relembrei uma das cenas em que um casal de surdos-mudos conversa na linguagem de sinais, dentro de um elevador. O rapaz faz carinhos na namorada e "fala" para ela: "você me completa". O filme termina com o discurso de Tom Cruise para Renée Zellwegger, onde ele diz que sente muita falta dela, que a empresa deles teve sucesso naquele noite, mas nem de longe a alegria foi completa, por eles estarem distantes e separados, blá, blá, blá, blá, blá, blá. No final, ele diz (com aquela cara linda-misericórdia-que-homem-eh-esse): "You complete me"! (Você me completa).
Quantas e quantas vezes não ouvimos ou lemos o discurso de que ninguém completa ninguém, que somos inteiros e não metades, que a conta aí é 1+1=1, coisas desse tipo. Não sei se concordo, só sei que sou muito mais completa com marido meu. Que sou muito mais feliz quando estou com ele. Que sou mais forte e mais destemida quando ele está comigo. Que ele é, sim, a parte que me falta. A parte agitada, a parte organizada, a parte que me põe nos eixos, que faz com que eu continue sonhando e realizando, sonhando e realizando. Que me faz querer ser mais bonita, mais arrumada, mais perfumada, mais sexy, mais gostosa. Sem ele eu nem durmo direito. Nem como muito bem (até mesmo porque ele cozinha bem melhor do que eu). Sem ele, não sou eu mesma por inteira, sou mais ou menos eu.
Quantas e quantas vezes não ouvimos ou lemos o discurso de que ninguém completa ninguém, que somos inteiros e não metades, que a conta aí é 1+1=1, coisas desse tipo. Não sei se concordo, só sei que sou muito mais completa com marido meu. Que sou muito mais feliz quando estou com ele. Que sou mais forte e mais destemida quando ele está comigo. Que ele é, sim, a parte que me falta. A parte agitada, a parte organizada, a parte que me põe nos eixos, que faz com que eu continue sonhando e realizando, sonhando e realizando. Que me faz querer ser mais bonita, mais arrumada, mais perfumada, mais sexy, mais gostosa. Sem ele eu nem durmo direito. Nem como muito bem (até mesmo porque ele cozinha bem melhor do que eu). Sem ele, não sou eu mesma por inteira, sou mais ou menos eu.
domingo, 4 de março de 2012
Bruce Springsteen - Secret Garden
Hoje temos o clip do filme Jerry Maguire - A Grande Virada. Um dos meus preferidos. I love this movie!!!
She'll lead you down a path
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
And the oscar goes to...
Vendo a cerimônia de entrega do Oscar, fiquei frustada com o fato de não ter assistido nem 10% dos filmes indicados. Logo eu, que vou praticamente toda semana ao cinema, que curto, comento, estou sempre procurando saber quais estão em cartaz... como pude me passar e não assistir nenhum deles? Acho que estava ocupada demais assistindo 3 vezes ao Amanhecer Parte I, e também aquele filme idiota de Sherlock Holmes por 2 vezes. Argh!
Dentro os indicados a Melhor Filme, só assisti Histórias Cruzadas, mesmo assim fui a convite de uma amiga e nem sabia do que se tratava a história. Filme maravilhoso (já devo ter comentado aqui) e bem merecido o Oscar de melhor atriz coadjuvante para Octavia Spencer.
Agora tô aqui, tentando correr atrás do prejuízo e vendo se algum deles ainda está em cartaz. Como o povo sergipano parece só gostar de filmes estilo "O Motoqueiro Fantasma" e "Premonição 1,2,3,4,5...1000", só dois dessa listinha ainda permanecem, com poucos horários disponíveis. Fiz o roteiro e irei assistir essa semana A Dama de Ferro (prêmio de melhor atriz para Meryl Streep) e Tão Forte e Tão Perto (com Tom Hanks e Sandra Bullock). Soube que A Invenção de Hugo Cabret não é essas coisas todas, então, vou dispensar. Queria mesmo era ver O Artista, mas acho que esse nem figurou no Cinemark de Aracaju.
- O Artista (vencedor do Oscar de melhor filme desse ano)
- Os Descendentes
- Histórias Cruzadas
- Meia-Noite em Paris
- O Homem que Mudou o Jogo
- A Invenção de Hugo Cabret
- Cavalo de Guerra
- A Árvore da Vida
- Tão Forte e Tão Perto
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A Garota com a Tatuagem de Dragão
Acompanhada de sobrinha e amiga, lá fui eu assistir Histórias Cruzadas. Nunca chorei tanto desde a Rosa Púrpura. Ontem tinha assistido Os Homens que Não Amavam as Mulheres e fiquei intrigada por terem colocarado esse título em português. Tá certo que tem tudo a ver com o filme, mas A Garota com a Tatuagem de Dragão (The Girl With the Dragon Tatoo) chama muito mais a atenção, tem muito mais a ver e combina muito mais com outros dois títulos da trilogia: A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo. Todos destacam uma mulher em seus títulos, esse tinha que falar mais dos desgraçados sem coração do que da garota-inteligente-punk-racker-sofrida-mas-apaixonada?
A curiosidade que matou o gato e não matará a mim jamais, assim espero, me fez comprar os três livros e depois da Parte 2 de Amanhecer, substituirei a espera pelos filmes da Saga Crepúsculo pela Trilogia Millenium. Sim, sou dessas. Ansiosa pra saber o que acontece com Lisbeth Salander e Mikael Blomkvist. Espero que em meio a tanta história policial role um romance torrencial.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Elementar, meu caro Watson
Assisti novamente o filme Sherlock Holmes - O Jogo das Sombras, dessa vez sem dormir, e saí do cinema com a mesma impressão da primeira vez: filme escuro e confuso. Não gostei. O primeiro é bem melhor, mais inteligente, mais interessante. Agora, pelo mesmo motivo que despertou em mim o interesse para ler os livros de Jorge Amado, surge agora com os de Arthur Conan Doyle. Só não sei como vou dar conta de tanto livro... mas bora lá.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Filme do final de semana
sábado, 3 de dezembro de 2011
De Pernas pro Ar
O dia inteiro na maresia. Não fiz mais nada além de assistir filmes, navegar na internet e estudar o manual da minha câmera. Descobri muitas coisas interessantes, o difícil vai ser lembrar de tudo (ou quase tudo) na hora em que for precisar de verdade. Amanhã tem passeio fotográfico e espero fazer fotos bem interessantes da iluminação natalina no centro da cidade. Aguardem o show de cores e luzes.
| De Pernas pro Ar |
Filme do final de semana:
Tinha que Ser Você, com Dustin Hoffman e Emma Thompson. Lembrou-me um pouco os filmes Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-sol. Não pelo estilo, mas pelo passeio "turístico" por mais uma cidade da Europa. Este filme, por sua vez, se passa em Londres e são magníficas as paisagens, principalmente à beira do rio Tâmisa. Os outros dois filmes citados destacam Viena (Áustria) e Paris (França) com toda sua beleza arquitetônica e natural. Sonho em conhecer estes lugares. Um dia te mando um postal de lá.
Tinha que Ser Você, com Dustin Hoffman e Emma Thompson. Lembrou-me um pouco os filmes Antes do Amanhecer e Antes do Pôr-do-sol. Não pelo estilo, mas pelo passeio "turístico" por mais uma cidade da Europa. Este filme, por sua vez, se passa em Londres e são magníficas as paisagens, principalmente à beira do rio Tâmisa. Os outros dois filmes citados destacam Viena (Áustria) e Paris (França) com toda sua beleza arquitetônica e natural. Sonho em conhecer estes lugares. Um dia te mando um postal de lá.
sábado, 26 de novembro de 2011
A Elefanta que "falava" polonês
O dia inteeeirooo vegetando em frente a tv. Gente, casa de mãe dá mais preguiça na gente! Aproveitei para assistir o filme Água para Elefantes, baseado no livro da escritora canada-estadunidense Sarah Gruen, tendo no elenco o "vampiro" Robert Pattinson, que curiosamente tem o mesmo nome do lobo Jacob nesse filme. (aimeudeussouumaadolescenteforever), mas sua atuação não me é muito convincente (comentários de mainha: se Crepúsculo nao tivesse feito sucesso, esse cara nao faria mais nenhum filme) e não consegui identificar uma química entre ele e a domadora de cavalos por quem se apaixona. Esse não é um filme que eu possa dizer: " Ah, que maravilha"! ou " A-mei", mas a história tem lá seus encantos. Talvez o livro seja mais interessante.
Sinopse:
Jacob Jankowski (Hal Holbrook) já passou dos 90 anos e não consegue esquecer seus momentos da juventude nos anos 30, período difícil da economia americana, que o levou a trabalhar num circo. Foi lá, enquanto era jovem (Robert Pattinson) e um ex estudante de Veterinária, que ele conheceu a brutalidade dos homens com seus pares e também com os animais, mas encontrou a mulher por quem se apaixonou. Marlena (Reese Whiterspoon) era a Encantora dos Cavalos, a principal atração e esposa do dono do circo: August (Christoph Waltz). Um dia, morre um dos cavalos do número principal, e, para substituí-lo, August compra um elefante (que, aparentemente, não sabe fazer nada). August é um homem carismático, mas extremamente perigoso quando suas duas paixões estavam em jogo.p..s1: Bom, como não gosto de spoilers, não vou explicar o título desse post. Assistam e descubram.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Casamento de Bella e Edward
Bem, voltemos à Saga e mais alguns comentários. Falemos do vestido da noiva, porque não tem graça ir a um casamento e voltar sem assunto, sem críticas e pequenos debates. Tenho que comentar que achei o vestido meio sem gracinha bonito, o detalhe das costas era o que chamava a atenção. Ela entrou com um cara desconsolada, mas eu entendo, porque eu também no meu casamento, entrei de cara feia com o nariz escorrendo do choro contido. Um horror. Mas o vestido de Bella era de grife, gente, desenhado e confeccionado especialmente para o filme a ocasião. Já o penteado tava meio "vou tomar um banho", meio assanhado... mas o sapato era um luxo, não tenho o que criticar. A decoração estava show "de bola" e de luzes, muito bonita, e apesar do noivo chamar a atenção de muitas, eu só tive olhos para o "padrinho" (que marido meu não me leia), que chegou sem smoking e com a camisa meio amarrotada, mas gostoso elegante mesmo assim.
Detalhes dos sapatos e vestido de casamento de Bella Swan:
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| Sapatos chiquérrimos! |
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| Detalhe das costas. |
domingo, 20 de novembro de 2011
A Saga chegando ao fim
Bem lembro quando assisti o primeiro filme. Foi num DVD pirata comprado em uma das muitas bancas que têm no centro de Teixeira de Freitas. Indicação do meu amigo Piolho e, segundo ele, aquele filme parecia ser bom porque muitos estavam comentando. Assisti sem pretensão nenhuma e achei meia-boca. Dessa primeira impressão para o vício completo, não sei quanto tempo se passou, só sei que, como num passe de mágica, eu já estava completamente envolvida pela trama da história. Não só eu, mas também minhas colegas de trabalho, de maneira tal que daria inveja em qualquer adolescente.
A gente não lia os livros, a gente engolia os capítulos. Comentávamos todos os dias, vislumbrando as cenas dos próximos capítulos, vendo o futuro daqueles personagens antes mesmo dos filmes serem rodados. Baixamos os livros da internet, eu lia no computador mesmo, já minha colega imprimiu para ler em qualquer lugar que fosse, no ônibus indo para o trabalho, voltando para casa, no banheiro, na manicure... às vezes deixávamos de sair para terminar de ler mais um livro.
No meio do ano de 2009 ganhei de presente os dois primeiro livros: Crepúsculo e Lua Nova, li os dois em menos de 1 mês. Lua Nova para mim é o menos interessante dos 4 livros. Tá certo que é nesse ponto que Jacob vira um lobo maravilhoso, mas a história é lenta e repleta de detalhes não muito interessantes. Eclipse é bom, mas me deixava p da vida com Bella, ela não me convencia do seu amor por Edward, na minha opinião ela tava a fim de ficar com os dois, piriguetar um pouco antes de casar, talvez, tanto que aquele beijo dela em Jacob me pareceu bem "ah, até que enfim".
Amanhecer é na minha opinião, o melhor de todos. A parte mais interessante da história e o livro mais maduro. É o mais comprido também, por isso a divisão do filme em duas partes. Ontem assisti a primeira parte desse final e se confirmou o que já pensava. Pausa para os comentários estilo aimeudeussouumaadolescente: Edward é um gentleman, mas aquela lua-de-mel é de tirar o fôlego. O Jacob, sempre foi meu preferido e, misericórdia, por ele qualquer mulher gostaria de ter um imprinting, nem que para isso fosse preciso parcelar no cartão de crédito em 10 vezes. Vê-lo, forte e submisso, caindo de joelhos perante aquele olhar de mulher, não tem preço.
Uma pena ter que esperar mais 1 ano pelo final dessa história. Mesmo já sabendo como termina, preciso assistir para ter certeza que não mudaram o final. Porque como diz marido meu (meu companheiro de cinema na primeira visita minha ao Amanhecer):
Será???
A gente não lia os livros, a gente engolia os capítulos. Comentávamos todos os dias, vislumbrando as cenas dos próximos capítulos, vendo o futuro daqueles personagens antes mesmo dos filmes serem rodados. Baixamos os livros da internet, eu lia no computador mesmo, já minha colega imprimiu para ler em qualquer lugar que fosse, no ônibus indo para o trabalho, voltando para casa, no banheiro, na manicure... às vezes deixávamos de sair para terminar de ler mais um livro.
No meio do ano de 2009 ganhei de presente os dois primeiro livros: Crepúsculo e Lua Nova, li os dois em menos de 1 mês. Lua Nova para mim é o menos interessante dos 4 livros. Tá certo que é nesse ponto que Jacob vira um lobo maravilhoso, mas a história é lenta e repleta de detalhes não muito interessantes. Eclipse é bom, mas me deixava p da vida com Bella, ela não me convencia do seu amor por Edward, na minha opinião ela tava a fim de ficar com os dois, piriguetar um pouco antes de casar, talvez, tanto que aquele beijo dela em Jacob me pareceu bem "ah, até que enfim".
Amanhecer é na minha opinião, o melhor de todos. A parte mais interessante da história e o livro mais maduro. É o mais comprido também, por isso a divisão do filme em duas partes. Ontem assisti a primeira parte desse final e se confirmou o que já pensava. Pausa para os comentários estilo aimeudeussouumaadolescente: Edward é um gentleman, mas aquela lua-de-mel é de tirar o fôlego. O Jacob, sempre foi meu preferido e, misericórdia, por ele qualquer mulher gostaria de ter um imprinting, nem que para isso fosse preciso parcelar no cartão de crédito em 10 vezes. Vê-lo, forte e submisso, caindo de joelhos perante aquele olhar de mulher, não tem preço.
Uma pena ter que esperar mais 1 ano pelo final dessa história. Mesmo já sabendo como termina, preciso assistir para ter certeza que não mudaram o final. Porque como diz marido meu (meu companheiro de cinema na primeira visita minha ao Amanhecer):
"Isso não acaba nunca, ninguém morre, viram vampiros eternos, os lobos apaixonados pelas vampiras e querem protegê-las... até onde isso vai dar? Já amanheceu no filme, já anoiteceu e nada de bom... daqui a 10 anos estaremos la vendo o por do sol dos vampiros e lobos novamente"...
Será???
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Such a good idea
Vou pegar meu Wall-E e sua amada Eva, tacar um chapéu nele, um véu nela e tá pronto o topo de bolo para a comemoração das bodas de papel. Adorei essa ideia!
Sábado fui ao noivado da minha vizinha-amiga-colega-de-curso. A família, muito emocionada e empolgada, acabou esquecendo de tirar as fotos do momento mais importante - a hora das alianças - mas eu estava lá de câmera em punho e salvei a pátria. rs! Minha câmera não ajuda muito, ô dó, tá velhinha a bichinha, cheia de manias estranhas, mas minha intenção foi das melhores e fiquei feliz por ter agradado.
Unindo o útil ao agradável... marido meu já me deu meu presente de natal. :) Amanhã vou aprender a usá-lo. Tomara que eu consiga muitas imagens bonitas. Aguardem os resultados do meu progresso em mais um hobbie (mas se virar profissão, tô dentro).
E que massa ter agora cineminha particular de verdade pra assistir filme quando bem entender. Hoje fui a sessão de inauguração no condomínio da amiga Patrícia, com direito a filme romântico de Jane Austen (Emma), cheetos, pipoca doce e guaraná. A próxima sessão será Clube da Leitura (também baseado nos livros de Jane Austen). Alguém mais quer ir? A lotação é de 21 cadeiras. O cinema não é meu, mas é como se fosse. ;)
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Cinema Nacional
Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.
Charles Chaplin
Cinema nacional hoje o dia inteirinho no Cinemark. Aproveitei que eram só 2 reais cada filme e assisti logo três deles: O Palhaço, De Pernas pra o Ar e Capitães da Areia. O primeiro assisti só com Kedma; o segundo com marido meu, Drica e Kedma; e o terceiro, mais tarde, só com marido meu. Já deu pra perceber que eu sou viciadona em filmes. A-mei todos os três.
No filme De Pernas pra o Ar, Drica riu tanto, mas tanto, que, misericórdia, pensei seriamente que ela fosse passar mal. O filme é legal, muito divertido, mas tem cenas bem copiadas das comédias românticas americanas, por exemplo: a cena em que ela (Ingrid Guimarães) veste a calcinha vibratória e vai assistir o jogo do filho deve ter sido "inspirada" no filme A Verdade Nua e Crua, pois tem algo exatamente igual, a protagonista veste a calcinha para se divertir, e de repente se lembra de uma reunião de negócios, onde acontece todos os "ais, uis, ah, oh" em público, cena que leva todo mundo às risadas. Como eu já tinha rido uma vez com esse último filme, não deu pra rir de novo da mesma piada.
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| O Palhaço |
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| Pedro Bala e Dora em Capitães de Areia |
Por último falemos de Capitães de Areia. Muito bem produzido, trilha sonora excelente e a história, sem comentários, né? Estamos falando de Jorge Amado! Saí do cinema pensando em cada um daqueles personagens, em cada um daqueles meninos, em Pedro Bala e Dora, e lamentando não ter lido todos os livros de Jorge Amado. Logo eu que sou viciada em livros! Não me reconheci. Lá vou eu atrás de mais um bocado de livros pra minha mesinha de cabeceira.
Resumo da ópera: perdi várias horas de estudo, mas ganhei cultura.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Azul cor de piscina
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E a meteorologia previu chuva para Aracaju hoje... ha-ha-ha. Não tinha uma só nuvem no céu azulaço. Só hoje não reclamei do calor... reclamei da pele queimada mais tarde, mas mesmo assim já estou esperando o domingo pra repetir a dose - eu, piscina azul e bóia cor de rosa. Assim foi meu feriado, começou com a maresia da piscina e terminou com filminho romântico: Amizade Colorida. Na minha opinião mais um filme divertido para uma sessão da tarde, mas marido meu dormiu no cinema. Deve ter sido o sol que deu-lhe uma canseira. rs!
Como é mesmo o nome daquela pomada para queimaduras de sol?
SINOPSE: No filme Amizade Colorida (Friends with Benefits), uma caça-talentos convence um jovem a aceitar uma proposta de trabalho em Nova York. Jamie (Mila Kunis) e Dylan (Justin Timberlake) são duas pessoas que levaram um fora de seus respectivos namorados. Eles ficam amigos e a coisa começa a se complicar quando o relacionamento fica íntimo. Apesar de sentirem atração um pelo outro ele vêem que são tudo o que o outro não quer em um relacionamento, e decidem ser apenas amigos, mas com alguns benefícios. Tudo parece dar certo, até que ambos percebem que não existe relacionamento sem compromisso.
sábado, 29 de outubro de 2011
Um Bom Ano
Como não estava me sentindo muito bem, aproveitei para assistir mais um dos meus filmes novos (até parece que eu preciso de pretextos para assistir filmes), um daqueles que compro e permanecem embaladinhos na prateleira por um bom tempo, até eu assistir sabe-se lá quando.
Um bom ano (A Good Year, 2006) é um filminho gostoso com o gostoso do Russel Crowe, e mais uma parceria desse ator com o produtor Ridley Scott, que estiveram também juntos nos filmes Gladiador e Robin Hood, além de alguns outros mais.
Aos 11 anos, Max Skinner (Freddie Highmore) é cuidadosamente educado na arte de saborear vinhos por seu tio Henry (Albert Finney), dono de um vinhedo na França. Adulto, Max (Russell Crowe) torna-se um bem-sucedido homem de negócios em Londres, sem qualquer tempo para degustações mais duradouras. Certo dia Max recebe a notícia de que Henry morreu, deixando-o como único herdeiro. Prevendo bons negócios, resolve fazer uma rápida viagem para visitar a nova propriedade. Mas, uma vez ali, percebe que não será tão fácil vender o lugar que lhe traz tantas lembranças de infância.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
O Conto do Golfinho
Pausei os estudos para assistir Winter, O Golfinho, filme baseado em uma história real e emocionante de superação-coragem-esperança-força-perseverança-tudo-de-bom-oh-que lindo!!! Que filminho mais gostoso para uma sessão da tarde! Nem chorei, né? Recomendo para quem quiser assistir um filme leve e cheio de boas mensagens. Gostei demais.
Em inglês: Dolphin Tale, e eu achando que era algo como A Cauda do Golfinho (Dolphin Tail). Acho que preciso ir mais às aulas de inglês. rs! Mas bem que o filme podia ter esse nome, why not?
Em inglês: Dolphin Tale, e eu achando que era algo como A Cauda do Golfinho (Dolphin Tail). Acho que preciso ir mais às aulas de inglês. rs! Mas bem que o filme podia ter esse nome, why not?
Winter, O Golfinho é inspirado na impressionante história real de um corajoso golfinho e da compaixão de estranhos que se uniram para salvar sua vida.>
Nadando livremente, um jovem golfinho é pego em uma armadilha para caranguejos, danificando seriamente sua cauda. Ela é resgatada e transportada para o Hospital Marinho de Clearwater, na Flórida, onde recebe o nome de Winter. Mas sua luta pela sobrevivência está apenas começando.Sem a cauda, o prognóstico de Winter é terrível. Será necessária a experiência de um dedicado biólogo marinho, o talento de um brilhante médico de próteses e da devoção inabalável de um garoto para realizar um verdadeiro milagre - milagre que pode não só salvar Winter, mas também ajudar dezenas de pessoas ao redor o mundo.
A verdadeira Winter, que interpreta ela mesma em Winter, O Golfinho, hoje é um símbolo de coragem, perseverança e esperança para milhões de pessoas – com deficiência ou não — que foram tocadas por sua notável história de recuperação e reabilitação.
sábado, 3 de setembro de 2011
A Insustentável Leveza do Ser
Filme do final de semana - The Unbearable Lightness of Being, 1988 - baseado no livro de Milan Kundera. Sempre vi esse livro na prateleira da casa de meus pais e sempre gostei do título - A Insustentável Leveza do Ser. Apesar dele sempre me chamar a atenção, não me lembro de tê-lo lido, agora estou curiosa para saber os pormenores dessa história, os conflitos dos personagens, a vida sentimental e psicológica deles.
A história acontece em Praga, capital da República Checa, e também em Zurique-Suíça, em 1968 e atravessa algumas décadas. Narra os amores e os desamores de quatro pessoas: Tomás (Daniel Day-Lewis), Teresa (Juliette Binoche) e Sabina (Lena Olin) que vivem um triângulo amoroso. A história é permeada pela invasão russa à "Checoslováquia" (na época, República Theca e Eslováquia eram unidas em um só país) e pelo clima de tensão política que pairava na cidade durante esse período.
Tomas é um médico, bonito e atraente, que faz o tipo "pegador", livre e desimpedido, e vive uma vida de leveza alheia a quaisquer compromisso ou ideologias políticas. Sabina é uma artista e a versão feminina de Tomas, formaria talvez um par perfeito se ele não tivesse encontrado Teresa, o oposto do que eles são, a única pessoa que não consegue suportar essa leveza de ser.
A expressão-título me parecia ser contraditória, mas depois de assistir o filme compreendi perfeitamente. Recomendo que assista e leia o livro também. Muito bom.
Para pensar:
"Agir, eis a inteligência verdadeira.
Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?"
-- Fernando Pessoasábado, 27 de agosto de 2011
Amor e Inocência (Becoming Jane)
Não conseguia dormir, então abri um dos filmes novos da minha coleção de quase 300 filmes (todos originais. Prometi a mim mesma que não compro mais filme pirata) para assistir - Amor e Inocência - um filme biográfico da escritora britânica Jane Austen.
Há muito tempo atrás tinha tentado assistir Orgulho e Preconceito e não gostei muito, mas discutindo com um dos meus professores de inglês que dizia que esse era o seu filme preferido, tive a curiosidade de assistir novamente. Aproveitei e assisti outro de Jane Austen - Razão e Sensibilidade - que peguei emprestado da minha amiga Patricia, também cinéfila.
Todos os três filmes são muito bons, mas confesso que Amor e Inocência me agradou mais. Amo romances, a fotografia do filme é muito bonita e a atriz Anne Hathaway sempre me agradou (tenho outros filmes com ela). Não conhecia o ator que faz o papel do enamorado de Jane Austen (James McAvoy), mas confesso que ele me encantou, fiquei curiosa pra ver outros filmes com ele. E, concluindo, tenho que dizer: chorei d-mass... emocionante. É de filmes assim que gosto.
Outros filmes de Anne Hathaway:
- O Diabo Veste Prada
- O Casamento de Rachel
- Noivas em Guerra
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