Estou tão viciada em ER (Plantão Médico) que sonhei que John Carter cuidava de mim. Eu estava doentinha e ele olhava pra mim com aqueles olhos compadecidos...
Sem falar que eu choreeeeei quando Mark Green morreu. Chegava a soluçar. Parecia que tinha morrido alguém bem próximo de mim.
Ai, ai, só eu mesmo! E mainha detesta o seriado. Eu adoro. Será que estou na profissão errada?
E estava aqui pensando...
Se uma pessoa odeia tudo que eu amo... o que me leva a ainda gostar dela?
E pensava mais...
Quando alguém de quem eu não gosto e que eu sei que gosta de mim me liga, atendo indiferente, sem graça e fico sem assunto. Invento qualquer desculpa. Digo que estou cansada, que estou triste. Fico conversando só por educação, respondendo por monossílados, doida que a pessoa desligue.
Agora... se agem assim comigo... é pelo mesmo motivo??? Será que não gostam de mim e falam só por educação?
Vixe.
quarta-feira, 4 de agosto de 2004
terça-feira, 3 de agosto de 2004
Antes de descer do ônibus ele me viu. Eu olhei pra ele e o achei mais bonito do que sempre. A camisa azul destacava o seu peito. A calça apertada marcava suas pernas. Seu olhos castanhos, sua pele clara, seu cabelos lisos. Realmente tô apaixonada. Aí já sabe... ciúmes na área.
O ciúmes de Dona Encrenca.
Sábado à noite, casamento da amiga dele. Ninguém negaria que ele era o mais bem arrumado dos padrinhos. Tava tão lindo que parecia ter sido maquiado, retocado, melhorado. Terno cinza. Perfeito.
Dona Encrenca resignada, sentou-se com a amiga pra esperar toda aquela cerimônia se desenrolar, quando a amiga comenta:
- Olha ali, a ex dele.
Dona Encrenca olha e é impossível não notar a beleza da garota. Alta, cabelos escuros e lisos na altura dos ombros presos num coque em que deixava cair alguns mechas, braços longos e brancos, rostinho afilado. Sentiu raiva. Raiva da brancura, do liso dos cabelos, da postura nobre.
Controla-se... até o momento em que o vê conversando com ela na saída da igreja depois de cumprimentar os noivos.
Ela olha pra ele, ele a vê. Recua um passo para trás. Movimento suspeito. Despede-se da ex e vai ao encontro da atual.
- O que é que ela queria?
- Pediu pra ir buscar a mãe dela em sua casa e levá-la para o local da recepção.
- E é? Já vi que você ainda tem muita intimidade. Vá, mas eu tô indo embora pra minha casa.
- Qué isso? - tenta segurar a sua mão, mas ela a retira com violência.
- Deixe-me.
Discussão baixinho no pé do ouvido pra não chamar atenção. A ex arranja outra pessoa pra buscar a mãe, mas senta na mesa em frente a deles na festa. D. Encrenca se recolhe a um catinho e fica o tempo todo calada, braços cruzados, pensativa. Ele tenta fazê-la entender que não tem mais nada com ela, que a mãe dela é uma ótima pessoa por isso o pedido e blá-blá-blá. Você é única, você é única, repete. Ela novamente duvida, e odeia de forma mortal os braços longos e alvos dela.
Dona Encrenca resignada, sentou-se com a amiga pra esperar toda aquela cerimônia se desenrolar, quando a amiga comenta:
- Olha ali, a ex dele.
Dona Encrenca olha e é impossível não notar a beleza da garota. Alta, cabelos escuros e lisos na altura dos ombros presos num coque em que deixava cair alguns mechas, braços longos e brancos, rostinho afilado. Sentiu raiva. Raiva da brancura, do liso dos cabelos, da postura nobre.
Controla-se... até o momento em que o vê conversando com ela na saída da igreja depois de cumprimentar os noivos.
Ela olha pra ele, ele a vê. Recua um passo para trás. Movimento suspeito. Despede-se da ex e vai ao encontro da atual.
- O que é que ela queria?
- Pediu pra ir buscar a mãe dela em sua casa e levá-la para o local da recepção.
- E é? Já vi que você ainda tem muita intimidade. Vá, mas eu tô indo embora pra minha casa.
- Qué isso? - tenta segurar a sua mão, mas ela a retira com violência.
- Deixe-me.
Discussão baixinho no pé do ouvido pra não chamar atenção. A ex arranja outra pessoa pra buscar a mãe, mas senta na mesa em frente a deles na festa. D. Encrenca se recolhe a um catinho e fica o tempo todo calada, braços cruzados, pensativa. Ele tenta fazê-la entender que não tem mais nada com ela, que a mãe dela é uma ótima pessoa por isso o pedido e blá-blá-blá. Você é única, você é única, repete. Ela novamente duvida, e odeia de forma mortal os braços longos e alvos dela.
Hoje é o niver da minha amiga Nay
Feliz Aniversário, Amarela!
Sinto saudades das festinhas que ela organizava no trabalho. Sempre trazia um monte de comida e nunca esquecia os meus pãezinhos de queijo. Hoje em dia as festas se resumem a uma torta pequena e refrigerante.
Também sinto saudades das nossas tardes no cinema: Eu, ela e Marcus, muitas risadas e brincadeira bobas.
Só não sinto saudades das nossas brigas. Sempre gostei da Amarela, mas mesmo assim brigamos feio e ficamos um tempão se estranhando. Parecia coisa de gurias de colégio. Normal.
Beijos, Nay!!!!
Pra relembrar: Fotos dos meu coleguinhas de trabalho (Nel, Eu, Marcus e Nay) e uma foto louca que Marcus deu uns retoques especiais (Doidjonas!).
E veja as fotos da Atalaia Nova.
www.vejafoto.com.br/soberana
Também sinto saudades das nossas tardes no cinema: Eu, ela e Marcus, muitas risadas e brincadeira bobas.
Só não sinto saudades das nossas brigas. Sempre gostei da Amarela, mas mesmo assim brigamos feio e ficamos um tempão se estranhando. Parecia coisa de gurias de colégio. Normal.
Beijos, Nay!!!!
Pra relembrar: Fotos dos meu coleguinhas de trabalho (Nel, Eu, Marcus e Nay) e uma foto louca que Marcus deu uns retoques especiais (Doidjonas!).
E veja as fotos da Atalaia Nova.
www.vejafoto.com.br/soberana
segunda-feira, 2 de agosto de 2004
"Se ninguém olha quando você passa
Você logo acha
Eu tô carente, eu sou manchete popular
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Dessa eterna falta do que falar"
Tô revoltada.
Não, não estou na TPM, mas ando sem paciência. Briguei com quem me ligou ontem sem ter nada pra falar. Briguei com quem não me ligou.
Descobri que tô começando a me apaixonar. Burra! De novo! De velho.
Raiva de mim mesma.
Você logo acha
Eu tô carente, eu sou manchete popular
Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Dessa eterna falta do que falar"
Tô revoltada.
Não, não estou na TPM, mas ando sem paciência. Briguei com quem me ligou ontem sem ter nada pra falar. Briguei com quem não me ligou.
Descobri que tô começando a me apaixonar. Burra! De novo! De velho.
Raiva de mim mesma.
sábado, 31 de julho de 2004
"Se o sonho acabou, não sei meu amor
Nem quero saber
Só sei que ontem à noite
Sorrindo acordada
Sonhei com você"
Nem quero saber
Só sei que ontem à noite
Sorrindo acordada
Sonhei com você"
Sweet Dreams
Sonhei. Dormindo mesmo. O sonho não era bom, mas não quis acordar. É que ele estava lá, mesmo distante como é na realidade, mas só a presença (mesmo ausente) me bastava.
(E vocês, pessoas, têm que parar de achar que tudo que escrevo aqui é sobre mim!)
Post "Meu Querido Diário": A tarde de ontem com Fábio.
Almoço no shopping. Eu, desastrada, derramei o meu copo de refrigerante. Roubei um pouco do de Fábio. Mil beijinhos e carinhos sem ter fim.
Mais tarde ele me levou ao salão de beleza da amiga. Hoje de noite é o casamento de uma amiga dele e ele vai ser padrinho. Se meu namorado vai estar lindo e gostoso todo de terno, também devo estar linda e gostosa, então fui dar um trato na cafuba. Ele ficou lá, me esperando o tempo todo. Mil beijinhos, entre uma hidratação e outra. Mil carinhos sem ter fim, entre um secador e outro.
Depois, casa de sogrinha. Bolo de chocolate e suco. Os sobrinhos dele grudados em mim. Lethycia pedindo pra eu dormir lá com ela, Camila amarrava meu cabelo, e Fábio dizia: "Agora você arranjou!"
Pra terminar, casa de titia Salete, tia de Fábio, mãe de minha amiga Jamille. Lá me sinto em casa.
Fim do dia na igreja ensaiando com minhas amigas.
Dia 15 de agosto teremos Audição Musical com o Trio Lúmen, Quarteto Vivace e Grupo Feminino, às 19 horas na Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma.
Todos já estão convidados, e o endereço é Rua Monte Castelo, 407 - 18 do Forte.
Quero a presença de todos os meus amigos, ok? Vão lá me ouvir cantar.
Falei e Disse.
Sonhei. Dormindo mesmo. O sonho não era bom, mas não quis acordar. É que ele estava lá, mesmo distante como é na realidade, mas só a presença (mesmo ausente) me bastava.
(E vocês, pessoas, têm que parar de achar que tudo que escrevo aqui é sobre mim!)
Post "Meu Querido Diário": A tarde de ontem com Fábio.
Almoço no shopping. Eu, desastrada, derramei o meu copo de refrigerante. Roubei um pouco do de Fábio. Mil beijinhos e carinhos sem ter fim.
Mais tarde ele me levou ao salão de beleza da amiga. Hoje de noite é o casamento de uma amiga dele e ele vai ser padrinho. Se meu namorado vai estar lindo e gostoso todo de terno, também devo estar linda e gostosa, então fui dar um trato na cafuba. Ele ficou lá, me esperando o tempo todo. Mil beijinhos, entre uma hidratação e outra. Mil carinhos sem ter fim, entre um secador e outro.
Depois, casa de sogrinha. Bolo de chocolate e suco. Os sobrinhos dele grudados em mim. Lethycia pedindo pra eu dormir lá com ela, Camila amarrava meu cabelo, e Fábio dizia: "Agora você arranjou!"
Pra terminar, casa de titia Salete, tia de Fábio, mãe de minha amiga Jamille. Lá me sinto em casa.
Fim do dia na igreja ensaiando com minhas amigas.
Dia 15 de agosto teremos Audição Musical com o Trio Lúmen, Quarteto Vivace e Grupo Feminino, às 19 horas na Igreja Adventista do Sétimo Dia Movimento de Reforma.
Todos já estão convidados, e o endereço é Rua Monte Castelo, 407 - 18 do Forte.
Quero a presença de todos os meus amigos, ok? Vão lá me ouvir cantar.
Falei e Disse.
sexta-feira, 30 de julho de 2004
Hoje é o niver de Fábio.
O que posso dizer? De repente me faltaram palavras.
É que lembrei que antes dele me sentia extremamente sozinha. Os dias eram vazios e cheios de melancolia. Drama? É mesmo. Mas não gostei de ter passado o Natal e Ano Novo sozinha. Muito menos o dia do meu aniversário. Tá ok, eu estava com a louca das minhas primas, mas até elas estavam sozinhas.
Eu era só, mesmo quando estava acompanhada, aí ele chegou e fez tudo ficar diferente.
É que lembrei que antes dele me sentia extremamente sozinha. Os dias eram vazios e cheios de melancolia. Drama? É mesmo. Mas não gostei de ter passado o Natal e Ano Novo sozinha. Muito menos o dia do meu aniversário. Tá ok, eu estava com a louca das minhas primas, mas até elas estavam sozinhas.
Eu era só, mesmo quando estava acompanhada, aí ele chegou e fez tudo ficar diferente.
Quando o vi pela primeira vez, em setembro do ano passado, perguntei se ele precisava de uma engenheira. Ele riu e disse que sim, que de certa forma precisava de reparos na sua estrutura. Eu também ri e trocamos telefones, mas não quis sair com ele, achava que fosse muito novo pra mim.
Em junho desse ano, não sei por quê, não sei como, lembrei dele e o procurei, mas nunca o encontrava. Com a ajudinha de uma amiga, ele voltou a ligar pra mim. Na mesma semana perguntei quando a gente poderia se ver e ele foi à minha casa.
No dia seguinte, ele me chamou pra sair com um monte de amigos. Levei minha prima comigo, mas parecia que só existia nós dois. Quase 12 horas juntos, abraçados, conversando, rindo. Apresentou-me a todos os seus amigos. Não largou da minha mão um minuto. Fiquei apaixonada pelos seus olhos, pelo modo de tratar as pessoas, pela alegria contagiante.
Depois me ligou algumas vezes, combinamos de sair de novo. Aí veio aquela agonia que dá dentro da gente que não tem explicação... e se ele só quiser ficar comigo? Se quiser ficar só de vez em quando?
Ah, não. Nunca gostei de ficar. Sempre me apego e sempre tenho que ouvir: "a gente está só ficando", eu não ia ficar esperando por isso, queria ouvir logo e ter o direito de escolher se ficava ou ia embora.
Perguntei. Praticamente pedi em namoro. Ele riu, disse sim, e a gente não se desgrudou mais.
Hoje ele fica um ano mais velho, a diferença de idade continua, mas isso não vem ao caso.
E o que tenho pra dizer não escreverei aqui. Deixo pra falar no ouvido dele, bem baixinho, mais tarde quando ele vier me pegar pra almoçarmos juntos.
Feliz Aniversário, lindo!!!!
Falei e Disse.
Em junho desse ano, não sei por quê, não sei como, lembrei dele e o procurei, mas nunca o encontrava. Com a ajudinha de uma amiga, ele voltou a ligar pra mim. Na mesma semana perguntei quando a gente poderia se ver e ele foi à minha casa.
No dia seguinte, ele me chamou pra sair com um monte de amigos. Levei minha prima comigo, mas parecia que só existia nós dois. Quase 12 horas juntos, abraçados, conversando, rindo. Apresentou-me a todos os seus amigos. Não largou da minha mão um minuto. Fiquei apaixonada pelos seus olhos, pelo modo de tratar as pessoas, pela alegria contagiante.
Depois me ligou algumas vezes, combinamos de sair de novo. Aí veio aquela agonia que dá dentro da gente que não tem explicação... e se ele só quiser ficar comigo? Se quiser ficar só de vez em quando?
Ah, não. Nunca gostei de ficar. Sempre me apego e sempre tenho que ouvir: "a gente está só ficando", eu não ia ficar esperando por isso, queria ouvir logo e ter o direito de escolher se ficava ou ia embora.
Perguntei. Praticamente pedi em namoro. Ele riu, disse sim, e a gente não se desgrudou mais.
Hoje ele fica um ano mais velho, a diferença de idade continua, mas isso não vem ao caso.
E o que tenho pra dizer não escreverei aqui. Deixo pra falar no ouvido dele, bem baixinho, mais tarde quando ele vier me pegar pra almoçarmos juntos.
Feliz Aniversário, lindo!!!!
Falei e Disse.
As desconfianças de Dona Encrenca
Tenta consolar a amiga que está aos prantos por causa da traição do namorado.
- Mulher, e ele mentiu quando disse isso. Mentiu quando disse aquilo. Eu sem saber de nada, todo mundo mangando da minha cara. É como dizem, corno é o último a saber.
"Meu Deus!" - pensa Dona Encrenca - "Ele também pode estar me traindo".
E logo articula."Ontem eu disse que queria ir na casa da mãe dele e ele disse que me levaria. Mas hoje já me veio com outra história, disse que queria ir ao shopping... se ele não quiser me levar pra casa da mãe dele é porque..." e veio a luz: "A outra mora na mesma rua!!!!!"
Passou o dia nessa consumição. Ia rodar a baiana se ele não a levasse na casa dele naquela noite.
Como ele tinha dito, foram ao shopping. Ela, atenta a todos os movimentos. Ele, super conhecido, falava com todo mundo, e geralmente, mulheres.
- É ela, né?
- Quê?
- Nada.
Mais uma conhecida.
- É essa?
- Do que você está falando?
- É essa a outra? É ela que mora na sua rua? É com ela que você está ficando? - e já ia descarregar. Mas ele, já se acostumando com as crises de ciúmes de Dona Encrenca, super compreensivo e bem-humorado, apenas ri, abraçando-a e repetindo em meio a mil beijinhos:
"Você é única, meu amor. Não há mais ninguém"
Lindo, não? Profundo. Ela se derrete. Mas, no fundo, no fundo, duvida.
Falei e Disse.
- Mulher, e ele mentiu quando disse isso. Mentiu quando disse aquilo. Eu sem saber de nada, todo mundo mangando da minha cara. É como dizem, corno é o último a saber.
"Meu Deus!" - pensa Dona Encrenca - "Ele também pode estar me traindo".
E logo articula."Ontem eu disse que queria ir na casa da mãe dele e ele disse que me levaria. Mas hoje já me veio com outra história, disse que queria ir ao shopping... se ele não quiser me levar pra casa da mãe dele é porque..." e veio a luz: "A outra mora na mesma rua!!!!!"
Passou o dia nessa consumição. Ia rodar a baiana se ele não a levasse na casa dele naquela noite.
Como ele tinha dito, foram ao shopping. Ela, atenta a todos os movimentos. Ele, super conhecido, falava com todo mundo, e geralmente, mulheres.
- É ela, né?
- Quê?
- Nada.
Mais uma conhecida.
- É essa?
- Do que você está falando?
- É essa a outra? É ela que mora na sua rua? É com ela que você está ficando? - e já ia descarregar. Mas ele, já se acostumando com as crises de ciúmes de Dona Encrenca, super compreensivo e bem-humorado, apenas ri, abraçando-a e repetindo em meio a mil beijinhos:
"Você é única, meu amor. Não há mais ninguém"
Lindo, não? Profundo. Ela se derrete. Mas, no fundo, no fundo, duvida.
Falei e Disse.
quarta-feira, 28 de julho de 2004
Ela está de volta! A Domadora de Cabelos
Episódio Anterior: Domadora é pega em flagrante pelo noivo, debaixo da mesa, tentando se desvencilhar dos grampos que prendiam seus cabelos ao redor da cabeça.
Episódio de Hoje: Dona Chuva - a arquiinimiga da Domadora de Cabelos.
A vítima: A amiga de uma amiga.
O vilão: Dona Chuva
A super-cocaína (Tsc, cocaína, não... heroína): A domadora de cabelos com sua infalível arma Joãozinho Nero.
Mês de junho. Festas. Forró. Chuva. Combinação imperfeita com cabelos de verão super domados.
A amiga de uma amiga está numa festa, dançando forró a noite toda com o noivo. De repente começa uma chuva fininha que logo pára, mas em seguida logo vem uma estranha sensação, uma sensação de que seus cabelos começaram a levantar vôo. Pergunta ao namorado:
"Amor, como está meu cabelo?"
E recebe como resposta: "Está lindo. Perfeito."
Mas a sensação permanece. Sente um efeito parecido com o cuscuz ao leite. Algo que incha, que se eleva, que parece flutuar acima dela.
"Meu bem... meu cabelo... como está?" - ainda pergunta, sem parar de dançar.
"Já disse, minha querida. Está bom!'
E continuam dançando até o dia amanhecer.
Fim da festa. Ela ainda tenta domar momentaneamente os cabelos rebeldes segurando-os com as mãos, mas ao chegar em casa, soltando-os em frente do espelho, vê o grau da situação: Cabelos nas alturas. Fuá. Maçaroca. Pareciam ter vida própria e ela quase percebeu um certo movimento como madeixas da Medusa.
O que lhe restava fazer? Agora, quem poderia socorrê-la???
Ela - a Domadora de Cabelos - com seus grampos e cremes super-poderosos. Além disso... chorar.
Chorar e lavar os cabelos, mesmo morrendo de sono, mesmo cansada. Chorar de raiva por saber que muitas pessoas lhe viram naquela situação periclitante. Domar os cabelos fazendo uma touca, nero, joãozinho, como queiram chamar, e ir dormir, depois deles estarem menos molhados.
(Está história é real. Aconteceu com uma amiga de uma amiga. Mas não posso revelar e verdadeira identidade)
Lembrei de outra amiga, que também não revelarei o nome. Uma amiga que confessou que quase faz pipi de tanto rir ao ler o primeiro episódio da Domadora de Cabelos. Isso tudo porque ela nunca doma os cabelos, mas no dia que leu o meu post, estava de mãos dadas com a Domadora. Tinha feito uma touca no cabelo. Que coincidência!
(...)
Parecem que passaram ferormônio em mim. Segunda-feira foi O DIA. Nunca fui tão assediada. Sem comentários.
(...)
A quem interessar possa. Fabinho está bem, lindo e gostoso como sempre (aquele homem tem umas pernas!) e só tirei a foto daí do lado que era pra não gastar.
Ontem fui pra casinha de minha sogra pela primeira vez. Fui logo recebida pelos sobrinhos de Fábio com beijos e abraços. A prima dele, minha amiga Jamille, também estava lá e meu deu um super abraço. Minha cunhada doida, Sheilla, fez a maior festa, e bati o maior papo com minha outra cunhada Adriana que é surda e muda. Minha sogra também é uma pessoa maravilhosa. Como é bom receber o carinho de todos.
(...)
Sweet Memories
Aeroporto de algum lugar. Duas pessoas num carro conversando:
-Eu tenho maior dificuldade com o espanhol... mas adoro inglês.
-Você fala fluentemente?
-Sim. Quer dizer... falava... não sei agora...
-Eu falo espanhol fluentemente, sabia?
-Sei...
-Como sabe?
-É que eu já te ouvi falando...
-Ouviu? Onde?
-...
Episódio de Hoje: Dona Chuva - a arquiinimiga da Domadora de Cabelos.
A vítima: A amiga de uma amiga.
O vilão: Dona Chuva
A super-cocaína (Tsc, cocaína, não... heroína): A domadora de cabelos com sua infalível arma Joãozinho Nero.
Mês de junho. Festas. Forró. Chuva. Combinação imperfeita com cabelos de verão super domados.
A amiga de uma amiga está numa festa, dançando forró a noite toda com o noivo. De repente começa uma chuva fininha que logo pára, mas em seguida logo vem uma estranha sensação, uma sensação de que seus cabelos começaram a levantar vôo. Pergunta ao namorado:
"Amor, como está meu cabelo?"
E recebe como resposta: "Está lindo. Perfeito."
Mas a sensação permanece. Sente um efeito parecido com o cuscuz ao leite. Algo que incha, que se eleva, que parece flutuar acima dela.
"Meu bem... meu cabelo... como está?" - ainda pergunta, sem parar de dançar.
"Já disse, minha querida. Está bom!'
E continuam dançando até o dia amanhecer.
Fim da festa. Ela ainda tenta domar momentaneamente os cabelos rebeldes segurando-os com as mãos, mas ao chegar em casa, soltando-os em frente do espelho, vê o grau da situação: Cabelos nas alturas. Fuá. Maçaroca. Pareciam ter vida própria e ela quase percebeu um certo movimento como madeixas da Medusa.
O que lhe restava fazer? Agora, quem poderia socorrê-la???
Ela - a Domadora de Cabelos - com seus grampos e cremes super-poderosos. Além disso... chorar.
Chorar e lavar os cabelos, mesmo morrendo de sono, mesmo cansada. Chorar de raiva por saber que muitas pessoas lhe viram naquela situação periclitante. Domar os cabelos fazendo uma touca, nero, joãozinho, como queiram chamar, e ir dormir, depois deles estarem menos molhados.
(Está história é real. Aconteceu com uma amiga de uma amiga. Mas não posso revelar e verdadeira identidade)
Lembrei de outra amiga, que também não revelarei o nome. Uma amiga que confessou que quase faz pipi de tanto rir ao ler o primeiro episódio da Domadora de Cabelos. Isso tudo porque ela nunca doma os cabelos, mas no dia que leu o meu post, estava de mãos dadas com a Domadora. Tinha feito uma touca no cabelo. Que coincidência!
(...)
Parecem que passaram ferormônio em mim. Segunda-feira foi O DIA. Nunca fui tão assediada. Sem comentários.
(...)
A quem interessar possa. Fabinho está bem, lindo e gostoso como sempre (aquele homem tem umas pernas!) e só tirei a foto daí do lado que era pra não gastar.
Ontem fui pra casinha de minha sogra pela primeira vez. Fui logo recebida pelos sobrinhos de Fábio com beijos e abraços. A prima dele, minha amiga Jamille, também estava lá e meu deu um super abraço. Minha cunhada doida, Sheilla, fez a maior festa, e bati o maior papo com minha outra cunhada Adriana que é surda e muda. Minha sogra também é uma pessoa maravilhosa. Como é bom receber o carinho de todos.
(...)
Sweet Memories
Aeroporto de algum lugar. Duas pessoas num carro conversando:
-Eu tenho maior dificuldade com o espanhol... mas adoro inglês.
-Você fala fluentemente?
-Sim. Quer dizer... falava... não sei agora...
-Eu falo espanhol fluentemente, sabia?
-Sei...
-Como sabe?
-É que eu já te ouvi falando...
-Ouviu? Onde?
-...
"Os meus olhos sentem falta dos seus
O meu corpo sente a falta do seu
A minha alma sente a sua falta
Mas nada vai fazer com que eu desista
Nada é pra sempre
Eu sei que sou capaz
A vida não é isso, ela é muito mais
Só tenho que dormir de novo
Prá sonhar de novo"
(Capital Inicial - Seus olhos)
O meu corpo sente a falta do seu
A minha alma sente a sua falta
Mas nada vai fazer com que eu desista
Nada é pra sempre
Eu sei que sou capaz
A vida não é isso, ela é muito mais
Só tenho que dormir de novo
Prá sonhar de novo"
(Capital Inicial - Seus olhos)
domingo, 25 de julho de 2004
"O amor é um sentimento tão delicado que às vezes a gente se satisfaz apenas com a ilusão de que ele existe".
(By Dieguinho)
Não sei quem é Dieguinho, só sei que ele falou isso e minha prima achou que fosse um consolo. Eu achei triste. Mas é verdade. Muitas vezes me conformei com migalhas de amor. Ficava como um cachorrinho, abanando o rabo, olhando pra cima, pra mesa do dono que comia em abundância, enquanto eu morria de fome e de vontade. De vez em quando era enxotada, mas voltava com as orelhas baixas, fazendo "huuuimm, huuuimm!" e com os olhos marejados de lágrimas (ou encharcados delas), até a próxima patada que fosse definitiva.
Sempre ficava na esperança de que a pessoa gostasse de mim de alguma forma, que fosse ficar comigo de alguma maneira, na ilusão de que me amasse, apesar de toda rejeição.
E olha que dói. Rejeição é quase como uma dor física. Dói na alma. Tudo perde a cor, perde o brilho, nada vale a pena. E não é drama. Só sabe como é ruim quem sente.
Já senti muito isso. Hoje não mais. Mas ainda choro quando ouço alguém me conta que foi rejeitada, que foi trocada. Choro junto. Parece doer em mim.
O bom é que tudo passa. Mas ainda sinto um arrepio na espinha quando lembro.
Também já rejeitei. Até hoje me sinto culpada por isso. Eu não queria, não foi de propósito. O peso da consciência foi por que fui cruel, apesar de não ter sido insensível. Mas já paguei por isso, na mesma moeda. Todo mundo paga. A lei da ação e reação.
Isso é meu consolo.
Falei e Disse.
Sempre ficava na esperança de que a pessoa gostasse de mim de alguma forma, que fosse ficar comigo de alguma maneira, na ilusão de que me amasse, apesar de toda rejeição.
E olha que dói. Rejeição é quase como uma dor física. Dói na alma. Tudo perde a cor, perde o brilho, nada vale a pena. E não é drama. Só sabe como é ruim quem sente.
Já senti muito isso. Hoje não mais. Mas ainda choro quando ouço alguém me conta que foi rejeitada, que foi trocada. Choro junto. Parece doer em mim.
O bom é que tudo passa. Mas ainda sinto um arrepio na espinha quando lembro.
Também já rejeitei. Até hoje me sinto culpada por isso. Eu não queria, não foi de propósito. O peso da consciência foi por que fui cruel, apesar de não ter sido insensível. Mas já paguei por isso, na mesma moeda. Todo mundo paga. A lei da ação e reação.
Isso é meu consolo.
Falei e Disse.
E continuo com a sessão de fotos do Niver de Pedrinho, no Vejafoto.
Próxima sessão será sobre o passeio na Atalaia Nova, mas aí ainda estou pensando se publico "certas fotos".
sexta-feira, 23 de julho de 2004
Vixe, aqui tá um vazio.
Só ouço o meu pensamento.
O que será que está acontecendo?
Onde estão meus amigos?
Por que ninguém mais entra aqui nem me diz coisa alguma?
Zero comentário.
Visitantes esporádicos.
Estou me achando como no filme Os Outros. Será que morri e não sei?
Esse silêncio...
ESTOU SÓ!!!!!
estou só, estou só, estou só, estou só... (responde o eco)
quinta-feira, 22 de julho de 2004
"O tempo seca a saudade,
seca as lembranças e as lágrimas.
Deixa algum retrato, apenas,
vagando seco e vazio
como estas conchas das praias".
(Canção do Amor Perfeito - Cecília Meireles)
seca as lembranças e as lágrimas.
Deixa algum retrato, apenas,
vagando seco e vazio
como estas conchas das praias".
(Canção do Amor Perfeito - Cecília Meireles)
O que posso falar hoje?
Completa falta de inspiração.
Não sei se conto a história do gato...
O gato que me perseguiu na rua até minha casa e eu acabei convidando-o a entrar, dei leitinho e fui dormir. Acordei com o bichano dando massagens nas minhas costas. Depois se aninhou e dormiu, junto comigo, grungando o tempo todo.
Agora, entendam a minha cabeça: pegar um gatinho na rua, tá certo que ele era fofo e lindo, mas deixá-lo ficar na minha cama e ainda dormir em cima de mim, foi demais. Acho que comi cocô. Cada idéia que tenho.
Sim, mas não ia falar disso... sei lá do que ia falar.
Ia falar desse sentimento estranho que percorre todas as concavidades da minha alma. Ando pela cidade e parece que estou me despedindo de cada coisa. Percebo coisas diferentes, cores diferentes, lugares por onde passei tantas vezes e agora parecem ter outra luz e tento guardar na minha memória. Eu sinto mesmo que estou indo embora daqui. Será que vou morrer? Ou será mesmo que comi cocô?
Em busca de inspiração, entrei num blog que tenho aí, que não serve pra nada a não ser pra guardar coisinhas, e acabei encontrando esse comentário da minha prima. Leiam.
"Engraçado, pra não dizer frustante!
Estava essa noite pensando "k" com meus botões e você a de me dar razão à conclusão que cheguei: Quando Deus disse que a mulher iria sofrer de paixões pelo homem (Gn 3:16), Ele realmente não estava brincando! Quer ver só uma coisa?
Na nossa infância, com Rayate, Rambo, Van Damme, Super-Man... vivíamos suspirando feito umas bobonas. Cansei de inventar estorinhas com o Change Kriffon, com ele me arrancando daquelas bengalonas do Guiodae: "Andréa meu amor, estou indo". Eita, que a gente sofreu um bocado! Até aquele gurizinho do filme O Campeão arrancou algumas lagriminhas da gente! ("Acorda, campeão. Vamos pra casa").
Aí o tempo passou, chegamos à adolescência! Mudaram os personagens, a cena se fez real, mas o roteiro continua o mesmo. São C., E., N., R., D., Ewertons, Jeans, Isaías, Marcelos... Enfim (?), continuamos NÓIS NA FITA!
Tô meio deprê hoje, Acho que deu pra perceber, né? Chêro!"
Dreca | 06-07-2004 17:28:59
Nossa, essa mulher aí tem história de corações partidos pra mais de 7 blogs. E pra cada história uma trilha sonora, venderia até CDs. Vou acabar contando aqui algumas coisas, assim, como se fosse inventado, mas todo mundo sabe que é de verdade.
Ah, o amor! O que é isso???? Essa dor que dói no peito e etc, etc, etc...
Tô vazia mesmo hoje...
Mas do que era que eu queria falar?
Ah, já sei. É que são 14:30 da tarde, ainda não almocei, não tomei café-da-manhã e tenho que ir pra aula de piano às três. Como eu precisava vir de tarde pra terminar um trabalho, resolvi ficar pra não ter que voltar.
Moral da história (?) - tentei imprimir 20 orçamentos e a porcaria da impressora é tão lenta que já tem uma hora que está só fazendo isso e não terminou. Ainda me inventa de puxar duas folhas só pra tornar as coisas mais complicadas.
Era isso que eu queria contar pra vocês hoje!!!!
Hum...
Acho mesmo que comi cocô.
Completa falta de inspiração.
Não sei se conto a história do gato...
O gato que me perseguiu na rua até minha casa e eu acabei convidando-o a entrar, dei leitinho e fui dormir. Acordei com o bichano dando massagens nas minhas costas. Depois se aninhou e dormiu, junto comigo, grungando o tempo todo.
Agora, entendam a minha cabeça: pegar um gatinho na rua, tá certo que ele era fofo e lindo, mas deixá-lo ficar na minha cama e ainda dormir em cima de mim, foi demais. Acho que comi cocô. Cada idéia que tenho.
Sim, mas não ia falar disso... sei lá do que ia falar.
Ia falar desse sentimento estranho que percorre todas as concavidades da minha alma. Ando pela cidade e parece que estou me despedindo de cada coisa. Percebo coisas diferentes, cores diferentes, lugares por onde passei tantas vezes e agora parecem ter outra luz e tento guardar na minha memória. Eu sinto mesmo que estou indo embora daqui. Será que vou morrer? Ou será mesmo que comi cocô?
Em busca de inspiração, entrei num blog que tenho aí, que não serve pra nada a não ser pra guardar coisinhas, e acabei encontrando esse comentário da minha prima. Leiam.
"Engraçado, pra não dizer frustante!
Estava essa noite pensando "k" com meus botões e você a de me dar razão à conclusão que cheguei: Quando Deus disse que a mulher iria sofrer de paixões pelo homem (Gn 3:16), Ele realmente não estava brincando! Quer ver só uma coisa?
Na nossa infância, com Rayate, Rambo, Van Damme, Super-Man... vivíamos suspirando feito umas bobonas. Cansei de inventar estorinhas com o Change Kriffon, com ele me arrancando daquelas bengalonas do Guiodae: "Andréa meu amor, estou indo". Eita, que a gente sofreu um bocado! Até aquele gurizinho do filme O Campeão arrancou algumas lagriminhas da gente! ("Acorda, campeão. Vamos pra casa").
Aí o tempo passou, chegamos à adolescência! Mudaram os personagens, a cena se fez real, mas o roteiro continua o mesmo. São C., E., N., R., D., Ewertons, Jeans, Isaías, Marcelos... Enfim (?), continuamos NÓIS NA FITA!
Tô meio deprê hoje, Acho que deu pra perceber, né? Chêro!"
Dreca | 06-07-2004 17:28:59
Nossa, essa mulher aí tem história de corações partidos pra mais de 7 blogs. E pra cada história uma trilha sonora, venderia até CDs. Vou acabar contando aqui algumas coisas, assim, como se fosse inventado, mas todo mundo sabe que é de verdade.
Ah, o amor! O que é isso???? Essa dor que dói no peito e etc, etc, etc...
Tô vazia mesmo hoje...
Mas do que era que eu queria falar?
Ah, já sei. É que são 14:30 da tarde, ainda não almocei, não tomei café-da-manhã e tenho que ir pra aula de piano às três. Como eu precisava vir de tarde pra terminar um trabalho, resolvi ficar pra não ter que voltar.
Moral da história (?) - tentei imprimir 20 orçamentos e a porcaria da impressora é tão lenta que já tem uma hora que está só fazendo isso e não terminou. Ainda me inventa de puxar duas folhas só pra tornar as coisas mais complicadas.
Era isso que eu queria contar pra vocês hoje!!!!
Hum...
Acho mesmo que comi cocô.
terça-feira, 20 de julho de 2004
Cheiro da Terra
(Chico Queiroga e Antonio Rogério)
Lá vem o dia despertando a natureza
Vou seguindo a correnteza na incerteza de chegar
Dia após dia noite e dia sem cessar
Tanta dor tanta agonia eu aqui não vou não ficar
Eu quero o cheiro das manhãs da minha terra
Ver o sol nascer na serra e o vento norte a soprar
Eu quero mesmo é ficar bem juntinho dela(e)
Na praia de Atalaia (Nova) mirando as ondas do mar
Mirando as ondas do mar
Mirando as ondas do mar
Quando começou a chover, quando entrei no mar de águas mornas, quando olhei pra o farol do outro lado, em Aracaju, quando voltava no barco, olhando as luzes, os prédios iluminados, vendo o quanto a cidade que eu moro é bonita... lembrei do tempo que eu detestava esse lugar. Lembrei da primeira vez que estive ali naquela praia com alguém de quem não gostava e com o coração tão apertaaado!
Lembrei de um tempo não muito distante em que me sentia tão sozinha que queria ir embora pra qualquer outro lugar só pra não sentir mais aquela dor. Eu queria ir embora pra Pasárgada. Queria ir embora pra algum país distante.
Hoje Pasárgada é aqui. E eu não me sinto mais sozinha. Mas o coração tá apertado...
Ninguém sabe... só eu sei de uma coisa: o final da festa é o melhor dela.
Tenho medo disso.
P.S.: Vi o link em Tatipiv e fui lá ver qual a profissão ideal pra mim digitando meu nome.
Para Erika deu Pupeteer que eu com meus parcos conhecimentos de inglês, deduzo que seja alguém que bole com aqueles marionetes.
Pra Rúbia deu Super Model - Chique, hein? Eu já sabia da minha semelhança com a Gisele!
Agora pra combinar, digitando Fábio, me disseram que ele deveria ser um Movie Star - uma estrela de cinema. Que ele tem uma cara linda, isso eu sei. Agora se tem vocação pra ator...
Ah, o link está aqui.
E veja fotos aqui.
Lá vem o dia despertando a natureza
Vou seguindo a correnteza na incerteza de chegar
Dia após dia noite e dia sem cessar
Tanta dor tanta agonia eu aqui não vou não ficar
Eu quero o cheiro das manhãs da minha terra
Ver o sol nascer na serra e o vento norte a soprar
Eu quero mesmo é ficar bem juntinho dela(e)
Na praia de Atalaia (Nova) mirando as ondas do mar
Mirando as ondas do mar
Mirando as ondas do mar
Post: Meu querido diário
- Meu final de semana na praia -
Como tinha dito, esse final de semana eu fui pra Atalaia Nova. Fiquei quase dois dias numa casa de praia, com mais 12 pessoas, num lugarzinho pitoresco onde só moram pescadores. Pra chegar lá é preciso pegar um barco e só nessa travessia de meia hora já valeu a pena.
Fábio me disse que a gente veria golfinhos no rio e eu duvidei. E não é que tem mesmo? Não sei de qual espécie, sei que os vi pulando perto do barco. Não sei exatamente se eram golfinhos, acho que eram botos, mas qual a diferença? Eu como bióloga, sou ótima engenheira.
Sábado à noite, eu, Kedma e uma amiga de Fábio chamada Juliana ficamos brincando na chuva. Feito três crianças. Pulando e dançando, puxando o povo mais sério pra roda. Os outros amigos de Fábio não quiseram se enturmar. Ficou parecendo que eles eram os donos da casa e nós algums intrusos. Chamo de nós: Eu, Kedma, Gabriel, Alysson e Juliana. Fábio e a irmã eram café-com-leite, mas mesmo assim não conseguiram unir os dois grupos. Ah, não gosto quando essas coisas acontecem.
Mesmo assim, a gente tomou conta! Fizemos nossa festa!
No domingo de manhã, acordei com o som das ondas.
Brinquei de ser fresca no café-da-manhã só pedindo coisas que eu sabia que não tinha (com a ajuda de Kedma, claro, companheira de perturbação) e Fábio acabou saindo pra comprar outro tipo de comida pra mim. Mas juro que eu não pedi!
Depois a gente foi pra praia. Na ida, sol. Na volta, chuva. Tomamos banho de mar. Mar e chuva. Fábio teve que voltar correndo porque estava com a sobrinha e ela estava gripada, não podia ficar na chuva. Oh, tão lindo com seus cuidados paternais. Fiquei com Kedma e Juliana tomando banho de roupa, com as sandálias e os óculos na mão. Três doidas!
Mas, porém, contudo, entretanto, eu não podia deixar de ficar um pouco melancólica, nem naquele momento. Tá certo, a tristeza tava bem longe. Longe mesmo. Não estava nem do outro lado do rio. Não do rio Sergipe.
A gente ria de tudo, até do cavalo que coçava as costas sossegadamente no orelhão que a gente queria usar. A gente riu de Alysson, primo de Fábio, fingindo que era turista e tirando fotos dos guris que brincavam na rua. Os meninos faziam poses, ele fingia que batia a foto e agradecia com a maior cara de gringo. A gente ria até brigando por besteira. Ria brincando de vôlei com uma bola imaginária numa rede real: "Oh, o bloqueio! Bloqueio! Bloqueio!!" - e todo mundo pulava.
Quanta besteira! Quantos beijos! Quantos carinhos sem ter fim.
Mas eu não podia deixar de ser melancólica. Ah, eu não.
- Meu final de semana na praia -
Como tinha dito, esse final de semana eu fui pra Atalaia Nova. Fiquei quase dois dias numa casa de praia, com mais 12 pessoas, num lugarzinho pitoresco onde só moram pescadores. Pra chegar lá é preciso pegar um barco e só nessa travessia de meia hora já valeu a pena.
Fábio me disse que a gente veria golfinhos no rio e eu duvidei. E não é que tem mesmo? Não sei de qual espécie, sei que os vi pulando perto do barco. Não sei exatamente se eram golfinhos, acho que eram botos, mas qual a diferença? Eu como bióloga, sou ótima engenheira.
Sábado à noite, eu, Kedma e uma amiga de Fábio chamada Juliana ficamos brincando na chuva. Feito três crianças. Pulando e dançando, puxando o povo mais sério pra roda. Os outros amigos de Fábio não quiseram se enturmar. Ficou parecendo que eles eram os donos da casa e nós algums intrusos. Chamo de nós: Eu, Kedma, Gabriel, Alysson e Juliana. Fábio e a irmã eram café-com-leite, mas mesmo assim não conseguiram unir os dois grupos. Ah, não gosto quando essas coisas acontecem.
Mesmo assim, a gente tomou conta! Fizemos nossa festa!
No domingo de manhã, acordei com o som das ondas.
Brinquei de ser fresca no café-da-manhã só pedindo coisas que eu sabia que não tinha (com a ajuda de Kedma, claro, companheira de perturbação) e Fábio acabou saindo pra comprar outro tipo de comida pra mim. Mas juro que eu não pedi!
Depois a gente foi pra praia. Na ida, sol. Na volta, chuva. Tomamos banho de mar. Mar e chuva. Fábio teve que voltar correndo porque estava com a sobrinha e ela estava gripada, não podia ficar na chuva. Oh, tão lindo com seus cuidados paternais. Fiquei com Kedma e Juliana tomando banho de roupa, com as sandálias e os óculos na mão. Três doidas!
Mas, porém, contudo, entretanto, eu não podia deixar de ficar um pouco melancólica, nem naquele momento. Tá certo, a tristeza tava bem longe. Longe mesmo. Não estava nem do outro lado do rio. Não do rio Sergipe.
A gente ria de tudo, até do cavalo que coçava as costas sossegadamente no orelhão que a gente queria usar. A gente riu de Alysson, primo de Fábio, fingindo que era turista e tirando fotos dos guris que brincavam na rua. Os meninos faziam poses, ele fingia que batia a foto e agradecia com a maior cara de gringo. A gente ria até brigando por besteira. Ria brincando de vôlei com uma bola imaginária numa rede real: "Oh, o bloqueio! Bloqueio! Bloqueio!!" - e todo mundo pulava.
Quanta besteira! Quantos beijos! Quantos carinhos sem ter fim.
Mas eu não podia deixar de ser melancólica. Ah, eu não.
| Aracaju vista da praia de Atalaia Nova |
Lembrei de um tempo não muito distante em que me sentia tão sozinha que queria ir embora pra qualquer outro lugar só pra não sentir mais aquela dor. Eu queria ir embora pra Pasárgada. Queria ir embora pra algum país distante.
Hoje Pasárgada é aqui. E eu não me sinto mais sozinha. Mas o coração tá apertado...
Ninguém sabe... só eu sei de uma coisa: o final da festa é o melhor dela.
Tenho medo disso.
P.S.: Vi o link em Tatipiv e fui lá ver qual a profissão ideal pra mim digitando meu nome.
Para Erika deu Pupeteer que eu com meus parcos conhecimentos de inglês, deduzo que seja alguém que bole com aqueles marionetes.
Pra Rúbia deu Super Model - Chique, hein? Eu já sabia da minha semelhança com a Gisele!
Agora pra combinar, digitando Fábio, me disseram que ele deveria ser um Movie Star - uma estrela de cinema. Que ele tem uma cara linda, isso eu sei. Agora se tem vocação pra ator...
Ah, o link está aqui.
E veja fotos aqui.
segunda-feira, 19 de julho de 2004
Hoje eu quero ser piegas, posso?
1 mês. Bodas de quê? Bodas??? A gente nem casou ainda. Ainda não.
Mas hoje eu ganhei pela primeira vez na minha vida um buquê de rosas.
Ontem eu estava lembrada do "nosso aniversário". Ele falou disso inúmeras vezes. Ontem o dia foi especial. Cara, esse post tá parecendo coisas de "Meu Querido Diário", mas é que fiquei boba mesmo. Eu fico meio boba quando estou com ele. Eu fico dengosa, eu faço manha de propósito... e ele sabe disso... não leva a sério... humpf!
Mas eu recebi um buquê de rosas e meu irmão comentou: "De todos os namorados que você teve, parece que esse é o que te trata melhor". E eu estava reclamando. Reclamando porque já tinha ligado pra ele 3 vezes e ele não estava em casa. "Ele me disse que ia pra casa e depois vinha pra cá!"
Nem as ligações pra o celular ele atendia. "Ah, ele tá com onda!" - falei pra Vi no telefone. Mulher desconfiada é o fim! Eu sou. Sou mesmo. Detesto tomar bolo. Detesto ficar esperando.
Mas fiquei sem graça, calei minha boca quando vi um cara entregando o buquê de rosas e um cartão. "É pra mim, mesmo?" - mulher incrédula também é o fim.
Lembrei da primeira vez que ele veio aqui na minha casa. A gente nem tinha ficado, nem tava namorando coisíssima nenhuma. Eu abri a porta e ele disse: "Nossa, como você está linda!" - assim. Só isso. Não disse boa noite, não disse oi. Abri a porta e ouvi isso. Fiquei encantada.
No dia seguinte a gente começou a namorar. Mas eu não sabia disso. Nem ele. Era 19 de junho de 2004.
Há um mês atrás... do túúúnel do tempo!
sábado, 17 de julho de 2004
Leiam Tops de Linha.
Tô lá com o último post da semana: "Tá ruim pra todo mundo".
Tem até quebra-pau nos comentários. O negócio tá ficando bom.
Vou sumir esse final de semana. Mas me procurem, sabendo que estarei em alguma ilha do Atlântico, mas não estarei perdida. E não será uma ilha deserta. Que pena.
Beijos a todos!
Tô lá com o último post da semana: "Tá ruim pra todo mundo".
Tem até quebra-pau nos comentários. O negócio tá ficando bom.
Vou sumir esse final de semana. Mas me procurem, sabendo que estarei em alguma ilha do Atlântico, mas não estarei perdida. E não será uma ilha deserta. Que pena.
Beijos a todos!
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