Se quiser copiar, copie. Mas com os devidos créditos, ok? :p
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Faltam 11 meses
Noivamos no dia 18 de julho de 2009 em Paulo Afonso-BA, minha cidade natal, e apesar do meu (então) namorado errar o nome do meu pai na hora do pedido, das minhas primas chegarem no final da festa e de alguns contratempos, tudo correu bem. O coquetel de noivado foi na casa dos meus pais e minha mãe preparou tudo e tudo estava muito lindo.
Após anunciado, comunicado e comemorado o noivado, partimos para a decisão da data do casamento. Queríamos uma data interessante como 10/10/2010 ou 12/12/2012, mas ficamos mesmo com dezembro de 2010. Depois da dúvida do sábado dia 11 ou 18 decidimos por 18 de dezembro de 2010, uma semana antes do natal.
Hoje faltam exatos 11 meses. Guardem bem essa data! E até lá!!!
sábado, 16 de janeiro de 2010
Comparação
Gente, nessa foto o DJ Tiësto está parecendo um ex-namorado meu. Bastava ser mais gordo um tiquim pra ser a cara do falecido. Nuss... rs! Pena que não possa postar a comparação aqui pra vocês poderem rir e dizer: "É, dá mesmo umas parença". :p
sábado, 9 de janeiro de 2010
Sonhos Interrompidos
Eu sou feita de
sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos.
Sou feita de
choros sem ter razão,
pessoas no coração,
atos por impulsão.
Sinto falta de lugares que não conheci,
experiências que não vivi,
momentos que já esqueci.
Eu sou amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante.
Já tive noites mal dormidas,
perdi pessoas muito queridas,
cumpri coisas não-prometidas.
Muitas vezes eu desistir sem mesmo tentar,
pensei em fugir, para não enfrentar,
sorrir pra não chorar.
EU sinto pelas coisas que não mudei,
amizades que não cultivei,
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei.
Tenho saudade De pessoas que eu fui conhecendo,
lembranças que fui esquecendo,
amigos que acabei perdendo.
Mas continuo vivendo e aprendendo.
sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
amores mal resolvidos.
Sou feita de
choros sem ter razão,
pessoas no coração,
atos por impulsão.
Sinto falta de lugares que não conheci,
experiências que não vivi,
momentos que já esqueci.
Eu sou amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante.
Já tive noites mal dormidas,
perdi pessoas muito queridas,
cumpri coisas não-prometidas.
Muitas vezes eu desistir sem mesmo tentar,
pensei em fugir, para não enfrentar,
sorrir pra não chorar.
EU sinto pelas coisas que não mudei,
amizades que não cultivei,
aqueles que eu julguei
coisas que eu falei.
Tenho saudade De pessoas que eu fui conhecendo,
lembranças que fui esquecendo,
amigos que acabei perdendo.
Mas continuo vivendo e aprendendo.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Feliz 2010!
Final de ano agitado e virada de ano calminha assistindo TV com meu Bb e com minha colega Isis. Apesar de distante dos familiares, felizes, com muitos planos legais e a certeza que 2010 será especial, será o ano do nosso casamento!
Que Deus nos abençoe e abençoe todos os nosso amigos. Desejo a todos um 2010 repleto de muitos momentos felizes e sonhos realizados. Desejo saúde, vida e esperança. Feliz ano novo!!!
Que Deus nos abençoe e abençoe todos os nosso amigos. Desejo a todos um 2010 repleto de muitos momentos felizes e sonhos realizados. Desejo saúde, vida e esperança. Feliz ano novo!!!
Queridos amigos
Dentro de poucos dias estaremos no último dia do ano de 2009 e depois da meia-noite, virá o Ano Novo.
O engraçado é que - teoricamente - continua tudo igual...
Ainda seremos os mesmos.
Ainda teremos os mesmos amigos.
Alguns o mesmo emprego.
Alguns o mesmo parceiro (a).
As mesmas dívidas (emocionais e/ou financeiras) .
Ainda seremos fruto das escolhas que fizemos durante a vida.
Ainda seremos as mesmas pessoas que fomos este ano...
A diferença, a sutil diferença, é que, quando o relógio nos avisar que é meia-noite, do dia 01 de janeiro de 2010, teremos um ano in-tei-ri-nho pela frente! Um ano novinho em folha!
Como uma página de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever.
Um ano para começarmos o que ainda não tivemos força de vontade, coragem ou fé...
Um ano para perdoarmos um erro, um ano para sermos perdoados dos nossos...
365 dias para fazermos aquilo que quisermos...
Ou para deixarmos que façam o que quiserem conosco...
Sempre há uma escolha...
E, exatamente por isso, eu desejo que os meus amigos façam as melhores escolhas que puderem.
Desejo que sorriam o máximo que puderem...
Cantem aquilo que quiserem.
Beijem muito.
Amem mais.
Abracem bem apertado.
Durmam com os anjos.
Sejam protegidos por eles.
Agradeçam por estarem vivos e terem sempre mais uma chance para recomeçar.
Agradeçam as suas escolhas, pois certas ou não, elas são suas.
E ninguém pode ou deve questioná-las.
Eu gostaria de agradecer aos amigos que eu tenho.
Aos que me acompanham desde muito tempo. Aos que eu fiz este ano.
Aos que eu escrevo pouco, mas lembro muito.
Aos que eu escrevo muito e falo pouco.
Aos que moram longe e não vejo tanto quanto gostaria.
Aos que moram perto e eu vejo sempre.
Aos que me 'seguram', quando penso que vou cair.
Aos que eu dou a mão, quando me pedem ou quando me parecem um pouco perdidos.
Aos que ganham e perdem.
Aos que me parecem fortes e aos que realmente são.
Aos que me parecem anjos, mas estão aqui e me dão a certeza de que existe algo de divino neste mundo.
Obrigado por fazerem parte da minha história.
Espero que 2010 seja um ano bem mais feliz, amoroso e próspero para todos nós!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Bem eu mesmo.
Sonhei uma vez que o gerente de produção jogava terra em cima de mim, me enterrando dentro da vala.
Outra noite abri a janela do meu quarto achando que tava no canteiro de noite e tentava pular pra ir embora. Dei de cara com a grade.
Outra vez me vi na frente de trabalho, no final de um morro, próximo a um córrego, de noite, no escuro : tinham me esquecido lá! Gritei, gritei por socorro, em vão. Decidi ligar o celular pra enxergar alguma coisa e reconheci então meu quarto.
Outro dia o gerente chinês, no meu sonho, subia a escada arrastando um saco cheio de trabalho e me dava.
Com isso tudo falo horrores a noite toda e acorda morta de cansada. No meio do caminho do canteiro pras fases, durmo, e muito.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A solidão é um equívoco
A solidão é um equívoco, a vida não deveria permitir isso.
Foi a última a se casar. Um casamento arranjado com um rapaz que sofria do mal da timidez, que atrapalha a vida e com Gentil Tristão não era diferente. Sempre cabisbaixo. Nem o exército lhe dava forças para olhar para frente. Faustina nasceu em 1º de março de 1930, eleição de Júlio Prestes para presidência, mas seus pais não sabiam de quem se tratava. E depois, acabou por não tomar posse, mas isso é outra história. Faustina sofria de asma e mau humor crônico. Depois de dez anos casada e com duas filhas, enviuvou. Gentil faleceu em um bordel vítima de um mal entendido. Foi confundido com um caixeiro viajante que possuía três famílias. Faustina seguiu sua vida. Rabugenta que era, implicava com toda vizinhança: os gatos de Dona Maricota que derrubavam seu lixo, o cachorro de seu Augusto, a solteirona do final da rua. Organizava festas, convidava todo mundo e de repente sem mais nem porque expulsava os convidado a toque. Assim ficou conhecida, os anos passaram e as filhas mudaram-se, as visitas ficaram raras e só lhe restaram as plantas, com quem conversava, ligava o rádio para elas, que respondiam esplendorosas sempre floridas em abundância. No seu aniversário de oitenta anos acordou e pensou que merecia um presente. Arrumou-se toda e também uma pequena mala, mas deixou-a sobre o sofá levando apenas a bolsa de mão com seus pertences. Fechou a casa e saiu em direção à rodoviária. Destino: praia do Rio de Janeiro. Sua cidade ficava a mais de dez horas de viagem e tudo era novidade. Faustina nunca tinha ido tão longe, mas não sentiu medo, só curiosidade. Olhava tudo que passava rapidamente pela janela com muita atenção. Depois de algumas horas de viagem sentiu-se mal e foi Jorge, seu vizinho de poltrona, que a socorreu. Bebeu um pouco de água e virou-se para dormir. A praia estava vazia e o mar calmo. Tirou as sandálias e molhou os pés. Provou da água e viu o sol se pôr. Dormiu.
Foi a última a se casar. Um casamento arranjado com um rapaz que sofria do mal da timidez, que atrapalha a vida e com Gentil Tristão não era diferente. Sempre cabisbaixo. Nem o exército lhe dava forças para olhar para frente. Faustina nasceu em 1º de março de 1930, eleição de Júlio Prestes para presidência, mas seus pais não sabiam de quem se tratava. E depois, acabou por não tomar posse, mas isso é outra história. Faustina sofria de asma e mau humor crônico. Depois de dez anos casada e com duas filhas, enviuvou. Gentil faleceu em um bordel vítima de um mal entendido. Foi confundido com um caixeiro viajante que possuía três famílias. Faustina seguiu sua vida. Rabugenta que era, implicava com toda vizinhança: os gatos de Dona Maricota que derrubavam seu lixo, o cachorro de seu Augusto, a solteirona do final da rua. Organizava festas, convidava todo mundo e de repente sem mais nem porque expulsava os convidado a toque. Assim ficou conhecida, os anos passaram e as filhas mudaram-se, as visitas ficaram raras e só lhe restaram as plantas, com quem conversava, ligava o rádio para elas, que respondiam esplendorosas sempre floridas em abundância. No seu aniversário de oitenta anos acordou e pensou que merecia um presente. Arrumou-se toda e também uma pequena mala, mas deixou-a sobre o sofá levando apenas a bolsa de mão com seus pertences. Fechou a casa e saiu em direção à rodoviária. Destino: praia do Rio de Janeiro. Sua cidade ficava a mais de dez horas de viagem e tudo era novidade. Faustina nunca tinha ido tão longe, mas não sentiu medo, só curiosidade. Olhava tudo que passava rapidamente pela janela com muita atenção. Depois de algumas horas de viagem sentiu-se mal e foi Jorge, seu vizinho de poltrona, que a socorreu. Bebeu um pouco de água e virou-se para dormir. A praia estava vazia e o mar calmo. Tirou as sandálias e molhou os pés. Provou da água e viu o sol se pôr. Dormiu.
(Paulo Canarim)
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
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