quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Bahêa Minha Vida



Trailer do filme Bahêa Minha Vida.
Emocionante. BBMP!

Quando unanimidade rima com Burrice

Clique para ampliar e ler direitinho. 

Até uma pessoa mal informada como eu, futebolisticamente falando, já tinha percebido isso. O artigo só comprova minha opinião.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Gatos, seus lindos!


Como cuidar de um pesadelo.
Olhando a mamãe gata fiquei pensando se eu serei uma boa mãe... porque eu nunca fui uma boa mãe de gatos... e quem sabe cuidar dos meus pesadelos é marido meu. Fico tranquila então, sei que meu filho terá pelo menos um bom pai. :)

The eating habits of Brazilian people.

The brazilian cuisine is a mixing of different ingredients from different continents: European, Indian, African. The Brazilian basic meal consists in rice, beans and meat. The most representative food internationally is the feijoada. The eating habits vary from state to state. 

In the northeast there is a great influence of the African cuisine, we can highlight the acarajé, vatapá and pepper sauce. In the North there is an indigenous influence, the people from the north of country eat manioc and fish a lot. In the Southeast there are various foods like the tropeiro bean and angu in Minas Gerais, and pizza in São Paulo. In South of the country there is a great influence of the Italian cuisine with foods like polenta, and a German influence too. The barbecue is typical from Rio Grande do Sul. 

Although the different characteristics in the eating habits of Brazilian people, a research shows that the feeding in the north is more appropriated than in the south, where the people eat more red meat, fat food and industrialized meals. Because of that, they have more problems with cholesterol diseases The north region is less affected by the fast and industrialized foods, they consume more roots, tubers, vegetables and fish, so they have a better nutrition.

Porque eu gosto de gatos - Parte 2


Tem lógica? Um cachorro nunca faria isso. Hahaha!!! 
(também retirado do blog O Demagogo)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A echarpe Verde

Estava eu juntando a roupa e os acessórios que aluguei para poder devolver e descobri que a echarpe tinha dado cria. Sim, ao invés de uma, tinham duas da mesma cor, só que de tecidos diferentes. Pensei comigo: que diacho de cachaça foi essa que eu NÃO bebi a ponto de carregar echarpe alheia na festa?

Penso e repenso, lembrei que só pode ter sido no salão que me arrumei. Lá tinha tanta gente que mal dava pra andar no pequeno espaço. Tinha uma noiva, a mãe da noiva, a sogra da noiva, uma debutante, a mãe da debutante, mais 3 funcionários, o cabeleireiro, maquiador, isso tudo num espaço de 2x2 metros.

Lembro que tinha uma pessoa me ajudando, e depois que decidi que não ia usar a echarpe, guardei dentro da capa. Mas na hora da saída alguém gritou que eu estava esquecendo alguma coisa, peguei e guardei também. Era a echarpe da mãe da noiva!

Hoje quando liguei pra o salão o cabeleireiro me confirmou o acontecido e disse que foi um stress só. Ele disse que me ligou várias vezes, mas eu já estava no casamento e sem o celular. E a pobre mãe da noiva, evangélica, teve que entrar na igreja sem a tal echarpe. Fiquei com dó, mas não foi de propósito não. "Desculpe, seu Dezinho, que não foi por gosto não".
A garota da Echarpe Verde.
Do filme: Os Delírios de Consumo de Beck Bloom
Pior foi no meu casamento que dois amigos trocaram as camisas por engano (não me pergunte como) e um deles devolveu à loja a camisa do outro, sendo que a camisa que ficou não cabe no dono que não é dono, entendeu? Não, né? Deixa pra lá. Troca-troca parece que é um caso comum em festas de casamento. Eu, hein? 

domingo, 21 de agosto de 2011

Casamento de Dani e Eddie

Além de advogada, juíza, escritora, jornalista, eu poderia ser também uma ótima cerimonialista. Ou melhor, uma excelente consultora de casamentos. 
Eu e Dani trocamos várias idéias durante todos os preparativos do seu casamento com o inglês Edward. Eu fui a primeira a ver seu topo de bolo, eu indiquei o fotógrafo Claudinei Araújo e as cerimonialistas Nanna e Joice, além de outros fornecedores que analisamos juntas quais seriam os melhores. 
Apesar de conhecê-los há pouco tempo, afinidade não faltou, e o universo conspirou para que eu e marido meu fôssemos também padrinhos de seu casamento, casamento esse muito bem organizado, ambiente agradável, bem decorado e claro, com muita comida gostosa e bebida gelada. Não tenho nada a criticar. Foi perfeito. 

O vestido da noiva tinha bordados em vermelho no corpo e na barra da saia. Um luxo.
 O bando, claro, fez a festa! Pra não perder o costume. 

Agora, para alimentar meu vício, estou "caçando" outra noivinha para ajudar a preparar o casamento. Thamyris já é uma das minhas "vítimas", mesmo distante - ela está em Mogi das Cruzes-SP preparando o casamento em Mucurici-ES. Agradeço a globalização.

sábado, 20 de agosto de 2011

Mulheres na Construção Civil

"É nóis"! 

Às vezes penso que talvez eu tivesse sido uma boa advogada ou uma ótima juíza, se tivesse feito Direito. Ou uma escritora best-seller, se tivesse feito Letras, ou até mesmo uma jornalista de destaque, já que adoro contar histórias, mas escolhi a engenharia e engenheira sou há 10 anos.

Costumo dizer que vivo uma relação não correspondida com a Engenharia, eu a amo, mas a recíproca não me parece ser verdadeira. rs! Talvez eu esteja sendo injusta, porque mesmo com alguns perrengues, alguns problemas de saúde e vários "gritos" no trabalho, eu consegui alcançar muitos objetivos trabalhando nessa área.

Algumas pessoas se admiram, acham muito "chique" a profissão de engenheiro. Eu acho graça porque, particularmente, não vejo glamour nenhum. É uma profissão sofrida, onde muitas vezes o piso salarial estipulado não é obedecido pelas empresas e onde se trabalha muito, de domingo a domingo, na maioria das vezes, onde tudo é muito corrido, os prazos precisam ser cumpridos, o Planejamento, Custo, Orçamento obedecidos e controlados. Não é nada fácil, mas o mais difícil para mim como engenheira num ambiente predominantemente masculino, é esquecer um pouco meu lado doce e mostrar pulso firme, agir mais com o intelecto do que com o coração.

Vivi, recentemente, um período estressante e marcado por uma crise de identidade profissional (ser ou não ser, eis a questão), mas hoje posso dizer com propriedade: sou engenheira civil e tenho muito orgulho da minha profissão. 

E, numa versão Trecho reformulada, sigo cantando Cidadão de Zé Ramalho: "Tá vendo aquele gasoduto, moço, ajudei a enterrar"... Eu posso morrer sem nunca ter plantado uma árvore, mas posso dizer que colaborei para o progresso do Brasil e vou poder contar isso para os meus filhos. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Dia Mundial da Fotografia

E no dia mundial da Fotografia, vai uma foto que eu adoro, estilo revista Noivas.


Por falar em revista... Já saí na revista Cristão em Foco, já tive meu vestido de noiva publicado na revista Casar-SE do ano passado e esse ano meu bolo de casamento é que estava por lá também. Desse jeito, talvez em 50 anos eu consiga fazer uma capa de revista. Só espero que não seja do Globo Rural. 

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

8 meses de casados


Depois de 8 meses recebemos hoje o DVD do nosso casamento. Filmagens de casamento é sempre um mico à parte, além de serem tenebrosamente entediantes. rs! Fiquei meio deprê depois de assisti-lo. Deu saudade de viver todos aqueles momentos que antecedem o evento e deu tristeza pelas coisas que planejei e não deram muito certo. Devia ter fiscalizado a decoração no dia, percebi que a decoradora usou muitas flores brancas. Devia ter dado uma atenção maior à cerimônia em si, devia ter escolhido a dedo todas as músicas que deveriam ser tocadas e cantadas (apesar que Livinha fez isso e também não saiu nos conformes). Será que toda noiva tem essa sensação pós-casamento que eu tenho? 

Algumas noites antes do casamento eu sonhei repetidamente com a cerimônia. Sempre faltava alguma coisa e quase sempre eu não conseguia ver o noivo. Esses sonhos deviam ter alguma significado, mas eu estava tão atarefada com a vida enquanto acordada, que não tive tempo para me ater a sinais durante o sono. Pena. 

Mas o legal mesmo foi poder ver parte dos convidados. Gente que eu achava que nem tinha ido e estava lá. Rever a queda da minha prima na hora de pegar o sapo, também foi legal (desculpa, Kedminha. rs!). Ver os detalhes que passam desapercebidos, como o momento em que Nicole-pingo-de-ouro me abraça e eu dou um beijinho nela; eu enchendo de beijos e mimos o noivo antes de mais um sessão de fotos; minhas primas-demoiselles, cunhadas e tias soprando bolinhas de sabão enquanto dançávamos... tudo tão mágico, tão lindo, e por que não, perfeito.





E sábado tem mais casamento? Tem sim, senhor. Eu e marido meu seremos padrinhos num casamento internacional de Dani e Eddie. Corre para alugar vestido, corre para agendar maquiagem e cabelo, procura a gravata do padrinho, escolhe o sapato que combina... ah, amo muito tudo isso! :)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Observando pessoas

Iudicium praeceps, insani iudicis index
(Julgamento apressado, juiz aloucado)


E mais um: Não me faça te pegar nojo

Gosto de observar o comportamento das pessoas. Penso que nutro uma relação de amor e ódio com o seres humanos. Ao mesmo tempo que eles me atraem, me repelem. Atração e repulsão. Alguma lei da física deve explicar isso. 

Vamos aos fatos: o carro novo da vizinha apareceu arranhado no pára-choque esquerdo, exatamente do lado da nossa garagem.

Essa vizinha é uma caso à parte. Antes de vir morar aqui, quando ainda estava reformando o apartamento, sempre que me encontrava trocava altas idéias. Várias vezes me convidou para conhecer seu ap, me perguntava onde eu tinha comprado certos objetos, e por algumas vezes solicitou nosso pedreiro para alguns serviços em sua casa. Depois que mudou pra cá, também mudou de comportamento. Não respondia mais aos nossos bom-dias, quando nos encontrava no hall do elevador mudava a direção e esperava o próximo, fechava a cara, torcia o nariz. Eu e marido meu, encrencados com aquilo, resolvemos perguntá-la se tinha havido algum problema.

Ao ser indagada, me contou um monte de histórias, que alguém a tinha acusado de pôr objetos na janela, que a portaria ligou reclamando, que estava pensando em se mudar do condomínio, gaguejou bastante, e eu sem entender onde ela queria chegar, tive que ouvi-la explicar que parou de falar com a gente porque a gente não falava mais com ela.

Como assim, Bial? Em momento nenhum isso aconteceu, muito pelo contrário, ela nunca respondia os nossos cumprimentos, desviava o caminho, baixava a cabeça... não dá pra entender. Eu e Marido Meu ficamos boquiabertos. 

Dessa vez com o arranhão no seu carro novo, ela soltou que tinha pensado que "tivesse sido alguém do condomínio", porque bateram no carro e fugiram, mas depois ela concluiu que isso aconteceu no estacionamento do dentista. 

Bom, "alguém do condomínio" obviamente seria a gente, já que a batida era justamente do lado da nossa garagem, mas como nosso carro estava intacto, acho que teve que buscar por outras hipóteses. 

Fiquei pensativa no que se refere a duas questões: 
  1. como alguém bate num outro carro dentro do condomínio e foge, uma vez que existem câmeras por todos os lados? E foge pra onde, se mora neste mesmo condomínio??? 
  2. Como alguém pode pensar (e afirmar!) que foi o vizinho quem fez isso e omitiu o fato? Baseando-se em que critérios? Não seria um julgamento precipitado? 
Cheguei à conclusão que tais desconfianças baseiam-se em critérios próprios e pessoais:
  1. Ela pensou que fosse o vizinho porque ela mesma teria coragem de fazer aquilo - bater num carro, fugir e fingir que não tinha sido ela.  
  2. Ou pior: ela pensou que nós fôssemos responsáveis pelo arranhão porque talvez ela tivesse pensado em arranhar nosso carro motivada por vingança! 
Elementar meu caro Watson. Faz sentido. A mente do ser humano é complexa... Agora estou aqui pensando... será que foi um(a) vizinho(a) apaixonado(a) que fez um arranhão em formato de coração na pintura do nosso carro?

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

É possível torcer por dois times?


Mas seria então possível torcer por dois times num mesmo campeonato? Como funciona? Tipo: você se diz torcedor do Flamengo e do Bahia, sabendo que os dois estão na série A do campeonato brasileiro, daí há um confronto entre os dois, para qual deles você vai torcer realmente?

Seria uma tática para diminuir o sofrimento? Porque torcendo-se para dois times diferentes, se um estiver mal num campeonato, o sofrimento pode ser amenizado se o outro estiver bem.

Ou deve então ser algo como as pessoas que possuem dupla cidadania, numa Copa do Mundo por exemplo, aquele que é Brasileiro e Holandês torceria pelas duas seleções? E quando tivesse um jogo entre os dois, torceria por um empate?

No Evangelho de Mateus, Capítulo 6, versículo 24, disse Jesus: "Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro".

Será que isso também se aplica ao esporte? Ou não?

É... realmente eu não entendo nada de futebol. 

domingo, 14 de agosto de 2011

Manhã no Parque

Manhã ensolarada, céu azul, dia calminho, passeio no parque só eu e marido meu. Ficamos vendo os pais brincando com seus filhos e imaginando Nicolas andando de velocípede. Planos de comprar bicicletas, mas é preciso ter um bagageiro pra carregar as magrelas, ou um daqueles suportes atrás do carro. Planos de comprar redes e armar nos quiosques que existem por todo o parque. Tá, tá, eu deixo trazer uma churrasqueira. Marido meu aprovou o passeio e o parque. Engraçado como já estive nesse mesmo lugar tantas outras vezes mas só hoje ele me pareceu muito mais verde, mais bonito, mais acolhedor.

Parque Augusto Franco. Ou da Sementeira. Ou como queira.