Para registrar um momento histórico e triste da política brasileira.
"Demorou, foi difícil aceitar e conviver, mas está chegando a hora dos pobres voltarem ao seu lugar.
Ninguém aguentava mais aeroportos cheios como rodoviárias, que absurdo pobre voando. Congestionamentos imensos nas grandes cidades, culpa desse governo comunista que criou condição de pobre ter carro, onde já se viu? Pobre tem que andar de ônibus ou a pé. E nas universidades, além de pobres, pretos. Universidade não é lugar de preto, porque não ficam nas favelas? Gastaram nosso dinheiro financiando a juros baixos milhões de apartamentos para pobres, outro absurdo. Porque não ficam nos morros e nas áreas de risco? Porque querem se misturar conosco? Bolsa Família? Dinheiro que sustenta pobre que agora nem quer mais trabalhar. Ninguém pode mais nem ter uma empregada doméstica porque a infeliz ganhou desse governo imundo o direito de ter carteira assinada e CLT. Tomara que já privatizem tudo e acabem logo esses malditos concursos públicos, já viram a quantidade de pretos e pobres nas repartições públicas? Quem aguenta isso?
Graças a Deus vem aí Michel Temer ao lado do PSDB/PMDB e da FIESP. Pobre voltará a ser pobre e não vai mais se meter a besta. Já tinha passado da hora. Já estavam se achando de classe média.
Tchau queridos"!!!
Autor: Eduardo Carvalho
quarta-feira, 11 de maio de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Ela queria acreditar
"Não, ela não era tola. Mas como quem não desiste de anjos, fadas,
cegonhas com bebês, ilhas gregas e happy ends cinderelescos, ela queria
acreditar".
(Caio Fernando Abreu)
sábado, 23 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Vai me perdoando
Vai me perdoando
Esse meu jeito estranho
Eu sei que fez você sofrer
Tudo era mentira
E você quis pagar pra ver
Sei que é a hora
Hora de dizer adeus
Vai me perdoando
Esquece aqueles planos
Tudo o que eu te prometi
Sei que é difícil encarar que seja o fim
Mas vai me perdoando enfim
Vai perdoando alguém que sempre só quis o seu bem
E vai lembrando que o ser humano erra também
Nunca mais chore por amor
Perdoa, por favor, entenda
Vai perdoando que o destino te trará alguém
E com os anos você vai se esquecer, meu bem
Nunca mais chore por amor
Perdoa, por favor, entenda
quinta-feira, 10 de março de 2016
terça-feira, 8 de março de 2016
Poeminha Amoroso
Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
Cora Coralina
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...
Cora Coralina
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Nadinha
Amanhã é um novo dia. Um novo outro qualquer. Eu queria te dizer que eu sinto muito, Zé. Mas eu não posso te dizer isso porque a verdade é que eu não sinto mais nada. Nadinha, Zé.
Tati Bernardi
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
"O meu mundo não é como o dos outros, quero demais, exijo demais; há em mim uma sede de infinito, uma angústia constante que eu nem mesma compreendo, pois estou longe de ser uma pessimista; sou antes uma exaltada, com uma alma intensa, violenta, atormentada, uma alma que não se sente bem onde está, que tem saudade… sei lá de quê"!
Florbela Espanca
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Para a posteridade
Sentimento de posse e de pertencimento. Eu sou delas e elas são minhas. Por elas mato e morro. Brigo por elas, choro com elas e, o melhor de tudo, dou altas gargalhadas com elas. A gente se entende no olhar, no silêncio e no barulho também. No "zuada, meninos", na gaiatice, nas piadas internas, nas caretas. Minhas primas. Minhas irmãs. Meus sobrinhos. Minha vida.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
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