quinta-feira, 17 de março de 2005

1 semana de fama

Passou.

E eu nem aproveitei. Só escrevi um post durante a minha semana de fama para os meus cento e tantos leitores (?) diários. Mas foi bom mesmo assim.
A quem interessar possa, ando cansada de tanto trabalhar. Muito bom trabalhar! Meu irmão conseguiu um servicinho temporário pra mim na Petrobrás pra animar um pouco as coisas que andavam bem devagar. Também pra me deixar de água na boca, ô vontade de ser funcionária dessa empresinha fraquiiiiinha, mô Deus!
Uma coisa é certa, quando acabar minha temporada petroleira, sentirei muita saudade da máquina de cafezinho. Hum! Já tô viciada no chocolate quente diário e gratuito. Só disso sentirei falta (até parece). Ah, e também do aquário de água salgada do chefe do meu irmão, com seus peixes palhaços, estrelas do mar e um tipo de camarão que vai ser papai em breve e vive brigando com outros peixes. Um aquário hipnotizante em pleno ambiente de trabalho. Muito legal.
Fora isso, tudo normal, e já estou anunciando o fim dos meus dias de passageira de ônibus coletivo. Será um adeus às histórias toscas, pois logo estarei mo-to-ri-za-da-sou-muito-chique.

Parabéns pra cidade de Aracaju. Hoje é feriado e aniversário de 150 anos dessa menina. E eu estou aqui em casa já me sentindo meio entediada. Meu amor dormindo e eu catando o que fazer. É a vida... e é bonita, é bonita e é bonita!

Falei e Disse.

quarta-feira, 9 de março de 2005

Uóti????!!!!!*

 

(tradução: What????!!!!!)

Mentira!
Né não!
Fala sério!

Eu? Euzinha?! No Blogs of Note?!!

Rapaz, não acredito, meu sonho realizado!

Quase sempre navegando pelos blogs of notes da vida, sentindo aquela pontada de inveja a corroer as minhas entranhas, pensava: Será que ninguém nunca irá me notar? E hoje, quase que abandonando o pobre bloguinho, lendo os comentários, estranhei os parabéns e as felicitações dos meus amigos pela indicação. Fui correndo na página do Blogger e vi lá, lindo, reluzente, o meu blog!

E não é que é verdade?
Realmente, como comentou a amiga Baratinha (minha amiga, minha amiga!), Clube da Luluzinha. Mas tinha que ser, né? Dia Internacional da Mulher, eles tinham que fazer uma agrado.
Com a indicação do blog da amiga Barata eu concordo, assino embaixo e sei que ela já deve ter sido prestigiada no BON outras tantas vezes pois escreve bem demais, mas eu? Eu??? Vai ver que fui no bolo aí do clube. (Olha a modéstia!)

Mas, menina, tô chique demais!
Como diria a famosa Pink, tão famosa quanto eu,( ham, ham!) com seu sutil sotaque pernambucano: QUE LINDO!!!!!!

domingo, 6 de março de 2005

Na trave!

Aconteceu novamente. Eu estou pior do que Rubinho Barrichello, quando não chego em segundo, quebro o carro.
Da primeira vez era uma vaga na Prefeitura de Aracaju, cheguei em quinto.
Na segunda vez, uma vaga na Embasa em Paulo Afonso, cheguei em quarto.
Agora eram 6 vagas, fiz 22 pontos na prova e quando fui ver o resultado, só quem fez 24 e 23 pontos conseguiu entrar.
Um ponto! Um mísero ponto!
Conformada, digo: "Não era pra mim!"
Outros tentam me incentivar: "Veja que você está no páreo!"
Mas como diria Galvão Bueno: "Na traaaaaveeeeeeee!!!!!!"

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

"Olhe nos olhos, quero ver o que você faz..."

Aconteceu domingo passado.
Não... deve ter sido no outro... sei lá, foi num domingo desses aí em que fomos à praia no carro novo de Kedma: eu, Iris, Gis, Bianca, e os guris Nicole, Vinícius e Mateus. Sair com esse povo é sempre uma aventura.
Kedma já contou essa história no blog dela, mas eu tenho que contar a minha versão, porque ela é muito exagerada e eu sempre conto de forma mais verdadeira.

Kedma ia dirigindo e conversando e contando causos e falando mal do povo e todo mundo tagarelando e eu com o coração na mão. Em uma das esquinas ela pensou em parar pra ver se vinha carro à esquerda pois ia entrar à direita. PENSOU, porque na verdade ela não parou, seguiu distraída, olhando demoradamente pra esquerda, enquanto o carro foi, foi... Pei, pum, plá! Foi subindo numa calçada altona e tirando o maior fino numa placa de sinalização. Eu gritei, obviamente todo mundo gritou, Bianca bateu a cabeça e no final todo mundo riu.
Thuuuudo bem!
Na volta ela deu o carro a Iris e ia tudo correndo muito bem quando fomos paradas por uma blitz. O guarda notou logo a multidão no banco de trás.

- Habilitação e documento do carro, por favor.
- Pois não.- Iris responde educadamente.
O guarda vai lá atrás, confere placa e volta.
- Dona Iris?
- Sim?
- A senhora será autuada por excesso de passageiros.
Silêncio geral.
- Três adultos, três crianças. A senhora deve saber que pelas leis de trânsito só é possível três passageiros atrás, blá, blá, blá...
Iris ouvia atentamente. Quando acabou o discurso, ela apelou:
- Mas você não vai fazer isso comigo e com as minhas amigas, né? Olha, vai chover, estamos com crianças, só vamos até ali pertinho, libera a gente, vai?
- Não, senhora, não será possível.
- Ah, mas eu estou vendo que você é bonzinho. Tenho certeza que você não quer fazer isso.
- Senhora... blá, blá, blá... (mais outro discurso)
- Ei, ei... (Iris interrompe o discurso) Porque você não olha pra mim quando fala comigo? Olhe pra os meus olhos!
O guarda começa a ficar ruborizado.
- Ei... olhe para os meus olhos! Eu sei que você vai ser bonzinho comigo.
O guarda começa a gaguejar, provavelmente já se apaixonando.
- Eu, eu, eu vou chamar meu amigo pra preencher a multa porque eu não sei... quer dizer... eu sei, mas ele tá mais acostumado que eu.
- Vá, pode chamar que eu sei que seu amigo também é bonzinho.

O outro pobre guarda se aproxima, joga mais um discurso, Iris joga novamente seus lindos olhos azuis, ele começa a rir e acaba nos liberando.
Pra completar, Pingo de Ouro, essa, coloca sua pequena mãozinha pela janela do carro e ainda dá tchau para os guardas, o tchau mais lindo do mundo, olhando com seus enormes olhos azuis. Filha de peixe, hein? Com três anos já tá assim, imagine!
E a gente seguiu, comparando Iris com Nazaré e rindo pra se acabar. Ir à praia com essas meninas é uma onda.

Falei e Disse.

sábado, 19 de fevereiro de 2005

Coisa boa é fazer aniversário.

O telefone não pára, o celular grita desesperado a todo momento, mensagens, torpedos, e-mails, cartões, presentes...

Mas falar do meu aniversário nessa altura do campeonato não tem mais nem graça.
Eita, mas eu andei foi sumida! Também, pudera, aqui em casa o computador está virulento e pra abrir uma página na Internet é preciso mais ou menos um mês e meio. Misericórdia!
Não vou falar mais do meu niver, porque já passou e faz tempo, mas se eu fosse falar ia contar que ganhei uma blusa linda, maravilhosa, da minha Jamille, e graças a ela não saí com roupa repetida pra comemorar meu niver.
Ia também contar que meu amigo Raul, europeu, italiano, chique demais, disse que dava azar comemorar sem bolo e levou pra pizzaria um bolo lindo, delicioso, de presente pra mim.
Também contaria que pela primeira vez na vida, aos 27 do campeonato, ganhei uma cesta de café-da-manhã, de quem?! De quem? Quem?! Ele - o próprio - meu lindo!
Nem vou contar que meu amigo Marcus me deu um presente belíssimo, chique, que eu amei, assim como todas os outros presentes.
Mas o melhor de tudo foi a companhia de todos os meus amigos. Risadas, risadas e risadas, porque meus amigos são todos e inteiramente bobeira e gostamos de ser assim.
Ah, seu eu fosse falar do meu aniversário, contaria que primeiro Ellen e Suellen se perderam ao caminho da pizzaria e eu acabei encontrando-as na esquina do Hospital São Lucas indo em direção totalmente contrária.
Depois foi a vez da gente se perder, porque Fábio entendeu Marcus dizer que a pizzaria era perto da Escola Parque e na verdade era perto do Colégio Águia, agora me diga se tem alguma coisa a ver! Só sei que no meio de tanta perdição, encontramos Kedma, Iris e minha amiga Gláucia de carona, também perdidas ao caminho da pizzaria.
Então você pode perguntar: onde que diabos era essa pizzaria?
Oras, não sei te explicar, só sei que a gente perguntou a Deus e o mundo e em um dos lugares que Fábio parou pra se informar, esqueceu que Iris vinha atrás, deu ré sem olhar e bateu no carro novinho de Kedmma que ela tinha acabado de comprar.
Pronto! Deu logo uma dor nas minhas pernas, comecei a reclamar com Fábio, as meninas riam como hienas, mas a sorte foi que nada aconteceu. Mesmo assim Kedmma ameaçou chamar a Justiça Volante, mas Fábio esse, rapidamente, deu a volta e sumiu na poeira. Só fomos nos encontrar na porta da pizzaria, todos às gargalhadas.
E mais gargalhadas, porque Fábio estacionou o carro colado a um monte de areia de construção e Suellen, que saiu por último e não tinha fechado a porta do carro direito, foi dar aquela "bundada" pra porta fechar, se desequilibrou e caiu com um dos braços no barro.
Ai, ai! Isso tudo eu contaria se fosse falar do meu aniversário hoje, então vocês vão ficar sem saber que eu ganhei do gerente da pizzaria um pudim lindo, maravilhoso, com morangos em cima e até velinha, e todos os garçons bateram palmas, apagaram as luzes e quando eu fui tirar o primeiro pedaço e dar pra pessoa que eu mais amava naquela mesa (esta pessoa já estava com o pratinho estirado pro meu lado, lambendo os beiços) descobri que o pudim era de "enfeitcho".
Isso tudo vocês ficariam sabendo, mas eu não vou contar, porque meu niver já passou e faz tempo.

Falei e Disse.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Meu Niver


Eu e o pudim falso que ganhei no dia do meu aniversário. Pobre de Fábio, já estava com água na boca desejando. Sobrada!





 


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

É amanhã!

Quem quiser comemorar comigo ligue pra mim pra eu dizer onde fica a pizzaria. Mas nem pense que vou permitir cantoria de parabéns ou bolinhas de assopro, chapéuzinho ou língua de sogra. Poupem-me do ridículo! Mas aceito de bom grado os parabéns de todos.
Beijinhos!!!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2005

Notícias! Notícias!




Estou bem, obrigada.
Dentinho devidamente extraído. Nenhuma dor. Foi rapidinho.
Sobre a demissão, foi uma demissão em massa. Mais de 200 pessoas. O contrato acabou então todo mundo foi pra rua, inclusive eu. Logo eu, que nunca fiquei desempregada!
Mas ainda não estou sentindo falta do trabalho. Nem um pingo. A única coisa de que sinto falta é do ar condicionado e da internet rápida.
Estou me sentindo de férias e já estou começando a estudar para os concursos e provas que virão.
E a vida segue...

Ah, sabe aquela minha prima que contou a história da "morróia" e o creme que vazou? Então, veio me contar hoje do maior mico que pagou em toda sua vida.

Voltando pra minha casa, ela viu um casal se agarrando na porta do prédio e pensou:"Rapaz, não acredito que Erika tá fazendo isso com Fábio! Se agarrando com Dió! Logo aqui na porta de casa!"
Se aproximou pra ver melhor, e quando chegou bem perto deu uns tapinhas nas costas da garota - tap, tap - e disse: "Bonito!"; só quando a menina virou foi que ela viu que não era eu. Pediu desculpas e saiu toda dura, pensando: "Ô, pôxa! Que fora!"

Eu agüento uma pessoa dessa? Ri tanto que quase os pontos saem da boca. Completamente non sense.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2005

Duas notícias

Tenho duas notícias pra dar.
Uma boa e outra ruim, qual vocês querem primeiro?
A boa?
A boa é que não precisarei mais acodar de madrugada, pegar dois ônibus lotados, caminhar 4 quadras e ainda dar bom dia sorrindo.
A ruim...
A  ruim é que eu estou desempregada.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2005

E o dente ainda dói

Ontem o dente parou de doer por alguns instantes, então passei a conjecturar com o restante dos meus dentes:
"Dente também é gente e esse só quer crescer e brincar junto com os seus irmãozinhos, por que seria eu a responsável pela interrupção dessa vida que clama?"

À noite, eu sem conseguir dormir de dor:

"Vai, desgraça, amanhã eu te acerto!"

p.s.: Desculpem o post sem graça, é que eu não consigo pensar.
Vem cá, porque ninguém comenta as minhas fotos? Será que ninguém as vê?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2005

Pedaço de Mim


"Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim"

Está decidido.
Sexta-feira eu 'rranco esse dente que me incomoda.
O dente do juízo, ciso, queiro, como se chama... 3º molar? Sei lá, só sei que ele irá sumir da minha linda boquinha porque não o agüento mais me maltratando.
Pior é que ninguém se compadece de mim: sete dias e sete noites em cima de uma cama e nem um copo d´água me trazem.
gora, confesso, estou tremendo de medo. Já implantaram em mim o terror. Uns dizem que dói demais, que serra o osso, que desloca a mandíbula, que os ossos da face ficam doloridos, que depois infecciona, fica inchado.... Aaaaaah!
Alguém que já tenha passado por essa experiência poderia me tranqüilizar?

terça-feira, 18 de janeiro de 2005

Hemorróida

Esse é um daqueles posts de quem não tem o que falar.
E é um post exatamente sobre isso, sobre não ter o que falar.
E se você é uma dessas pessoas que sempre esperam que os outros tenham o que falar, que só escrevam em seus blogs coisas interessantes e se escandalizam com posts sem conteúdo, então não continue a leitura deste.

Sábado à noite.
Ou seria domingo pela manhã?
Sei lá, era a mesma coisa, mesma falta do que fazer.
Eu, Mille e Drica. Já tínhamos jogado Can Can trilhões de vezes, contado todas as fofocas de todas as pessoas conhecidas e agora estávamos sentadas na cama e algumas vezes no chão olhando para o teto, pensando na morte da bezerra.
De repente alguém, num surto de imaginação, pergunta:
- Como será dor de hemorróida?
Eu continuo, perturbando:
- Sei não. Diga aí, Drica, como é, vc que tem.
Ela completa:
- Eu não tenho, mas pergunte a Fulano que ele tem.

Fulano é uma pessoa bem conhecida na igreja, um desses personagens caricatos com nome estranho que logo ficam famosos em qualquer comunidade. Então veio a surpresa:

- Como você sabe que ele tem????
- Ah, eu soube. Ouvi por aí. Depois que eu soube só sentava atrás dele na igreja pra observar alguma mudança de comportamento. Tinha curiosidade pra saber como ele se sentava, como se levantava, se era de bandinha... um dia eu olhei tanto pra o fundo das calças dele até que notei uma manchinha amarela, aí eu pensei: "Ali foi o creme que vazou".

Agora imaginem a nossa cara de paisagem ao final dessa história.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

Cabo de Guerra

É um cabo de guerra.

Eu de um lado, ele no meio, sua família do outro.
Guerrazinha injusta e estúpida.