sábado, 12 de novembro de 2011

Sobre as águas

Se o sol se pôr
E a noite chegar
Tu és quem me guia
Se a tempestade me alcançar
Tu és meu abrigo

Se o mar me submergir
A tua mão me traz a tona pra respirar
E me faz andar sobre as águas

Tu és o Deus da minha salvação
És o meu dono minha paixão
Minha canção e o meu louvor
Aleluia, Aleluia

(Davi Sacer)


sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Não gosto de gente séria

"Tive assim, no correr da vida, muitos contatos com gente séria. Vivi muito no meio das pessoas grandes. Vi-as muito de perto. Isso não melhorou, de modo algum, a minha antiga opinião".
(Exupèry)
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Eu sempre falei que tinha aversão ao gênero humano, sempre me considerei uma misantropa, mas sei que não é exatamente isso, minha aversão é a pessoas sérias, à gente grande que não sabe brincar, que leva tudo à ferro e fogo, ao pé da letra, que não tem senso de humor. É por isso que gosto mesmo é de gente boba, engraçada, espirituosa, gosto de gente idiota.

A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
(Arnaldo Jabor)

Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. (Marcos Lara Rezende) Alguns eu penso que são inteiramente bobeira e esses são os mais divertidos. E Clarice Lispector até explicou e exemplificou as muitas vantagens de ser bobo, dizendo ela que há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas! 

Deve ter sido por causa dessa minha predileção que casei com um mineiro nada sério, divertido, engraçado, espirituoso e bobo. Aviso: não confundir bobos com burros. Porque se ele assim fosse, não teria casado comigo. Hehehe!!! 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Já morei em tanta casa que nem me lembro mais...

Não é bem verdade, eu lembro, sim. Não tem como esquecer meu primeiro lar, a residência dos meus pais, hoje perdeu todas as características de casinha na Vila da Chesf, com muro baixo de pedra, planta tapa-muro e piso vermelho, mas as lembranças da minha infância e adolescência ainda permanecem lá. Já o meu primeiro lar aqui em Aracaju continua do mesmo jeitinho de 16 anos atrás. Deste tenho lembranças ruins aos montes, algumas tristes, outras muito triste e poucas (mas boas!) bem engraçadas. 

Gosto de relembrar as repúblicas por onde passei, é de onde tenho as lembranças mais intensas dos últimos anos. A primeira era toda pintada de verde clarinho. Era uma casa muito boa, grande, com uma cozinha nos fundos que dava para um espécia de mini-bosque, onde eu costumava ver o sol se pôr. Meu quarto era pequeno, o menos privilegiado, mas tinha uma  saída independente, o que facilitava quando era preciso chegar mais tarde sem acordar as outras colegas engenheiras. 

Quintal da república em Esplanada
Minha segunda república, se assim posso considerá-la: um sobrado amarelo onde encontrei o amor da minha vida. Boas recordações, a churrasqueira ao lado, a neblina que podia ser vista da janela do primeiro andar.... 
Esplanada-BA
Já em São Mateus, a casa na praia de Guriri era meu refúgio nos fins de semana. Uma delícia no verão e também no inverno, com um friozinho gostoso e aconchegante. Detalhe para as acácias no quintal da frente, que floresciam de tempos em tempos pintando o chão de amarelo. 

Guriri, São Mateus-ES
E por fim, esta foi meu lar por dois anos em Teixeira de Freitas-BA. No início eu morava sozinha nessa casa enorme sem vizinhos do lado. Rua de chão batido, quando chovia era um horror. Lugar perigoso, dormia morrendo de medo, apesar da cerca elétrica, do portão eletrônico, pra mim não adiantava muita coisa. Mais tarde, casa mais populosa, ficou conhecida como a República das 7 Mulheres ou das Irmãs Metralhas (detalhe para o número da casa: 171). Muitas lembranças, muita saudade, principalmente das amigas que moravam aí, dos amigos e agregados que a frequentavam sempre. Só restou uma foto para ilustrar as muitas histórias. 

Teixeira de Freitas - BA
Depois dessas passagens por repúblicas e por uma morada de 1 ano em Salvador, numa avenida barulhenta, super movimentada, estressante, mas de onde dava pra ver uma pontinha distante do mar que me trazia breves acalentos, estou agora no que posso chamar de Meu Cantinho - onde tudo foi escolhido a dedo e com muito carinho - o lugar mais gostoso do mundo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

15 passos para mandar o desânimo embora

Já que eu estou com um misto de tpm e desânimo, vamos de ctrl+c ctrl+v hoje, com algumas dicazinhas para mandar o desânimo picar a mula!

1. Cultive o bom humor
Dê risadas. Uma boa gargalhada exercita os músculos da face, ombros, diafragma e abdômen. Estimula a respiração, a atividade cardíaca, a circulação e a oxigenação dos tecidos. Ou seja, sorrir melhora até a pele.

2. Acredite em você 
Quando se sentir desanimada, lembre-se dos seus sucessos. Se pensar somente em experiências ruins, interprete-as como um aprendizado.

3. Levante da cama sem pressa
Não é saudável passar a vida correndo contra o tempo. Ao acordar, espreguice lentamente, alongando todas as partes do corpo

4. Reserve um dia só para você
Faça tudo o que sempre deixa de lado. Aplique uma máscara relaxante no rosto, pinte o cabelo, passe creme nos pés, leia aquelas revistas empilhadas.

5. Tome um banho de imersão
Mergulhar numa banheira com pétalas de rosas alivia até a alma. A receita é da psicoterapeuta Maria Mizrahi, do Magma Núcleo Terapêutico, de São Paulo. Se a idéia é relaxar, misture na água do banho uma colher (sopa) de óleo vegetal de amêndoas doces com oito gotas de óleo essencial de lavanda. No chuveiro, coloque a mistura numa esponja macia e espalhe-a pelo corpo. Para energizar, misture o óleo de amêndoas com essencial de alecrim.

6. Ande descalça na grama 
Caminhar na manhã úmida, quando ainda existe orvalho, dá prazer e fortalece as funções básicas do corpo, segundo o terapeuta corporal Juracy Cançado.

7. Adote um bicho
Eles são alegres, carinhosos e companheiros. Há quem considere os animais de estimação ótimos terapeutas. Algumas pesquisas já confirmaram que cães e gatos são capazes de espantar a depressão.

8. Acaricie seu corpo 
Deslize uma bucha vegetal sobre a pele, em sentido horário. Fique mais tempo nos pontos que descobrir agradáveis ou doloridos. Assim você cria intimidade com seu corpo.

9. Pratique uma atividade física
Esporte, dança, ginástica ou alongamento. Enfim, escolha uma atividade que lhe traga prazer.

10. Respeite as suas vontades
Procure fazer cada vez mais as coisas que lhe dão prazer e aprenda a dizer não. É impossível agradar a todos o tempo inteiro.

11. Passeie na natureza
O verde é um oásis de energia. Troque de ar com as plantas e renove-se por dentro e por fora.

12. Medite
Sente-se num lugar confortável, mantenha a coluna ereta e os olhos fechados. Concentre-se na sua respiração ou na repetição de uma frase ou harmônico.

13. Faça uma automassagem 
Com o polegar de uma das mãos, faça movimentos circulares na outra. Começando pelo centro até atingir a palma toda. No fim, pressione a região entre os dedos por alguns segundos.

14. Enfeite a casa com flores
De acordo com o feng shui, arte milenar chinesa, colocar flores em todos os cantos é uma boa estratégia para harmonizar a casa.

15. Agradeça tudo o que possui
Ao invés de enumerar o que lhe falta, relacione o que você possui. Provavelmente se surpreenderá com o quanto a vida tem sido generosa com você.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Tempo de Estudo

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Mas eu vou mudar essa realidade, ah, se vou! Eu quero, eu posso, eu vou conseguir! Isso... amanhã, porque hoje eu não estudei nada. :( Foi dia de entrevista, de açaí na Aruana, dirigi muito, dor no pescoço, preciso trocar esse carro urgente, preciso estender as roupas, lavar os pratos, malhar... É, hoje não me sobrou muito tempo. Preciso focar nas minhas prioridades. Amanhã... hoje só tenho mais um tempinho para mimar o marido. 

Cinema Nacional

Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação.
Charles Chaplin

Cinema nacional hoje o dia inteirinho no Cinemark. Aproveitei que eram só 2 reais cada filme e assisti logo três deles: O Palhaço, De Pernas pra o Ar e Capitães da Areia. O primeiro assisti só com Kedma; o segundo com marido meu, Drica e Kedma; e o terceiro, mais tarde, só com marido meu. Já deu pra perceber que eu sou viciadona em filmes. A-mei todos os três. 

No filme De Pernas pra o Ar, Drica riu tanto, mas tanto, que, misericórdia, pensei seriamente que ela fosse passar mal. O filme é legal, muito divertido, mas tem cenas bem copiadas das comédias românticas americanas, por exemplo: a cena em que ela (Ingrid Guimarães) veste a calcinha vibratória e vai assistir o jogo do filho deve ter sido "inspirada" no filme A Verdade Nua e Crua, pois tem algo exatamente igual, a protagonista veste a calcinha para se divertir, e de repente se lembra de uma reunião de negócios, onde acontece todos os "ais, uis, ah, oh" em público, cena que leva todo mundo às risadas. Como eu já tinha rido uma vez com esse último filme, não deu pra rir de novo da mesma piada. 

O Palhaço
O Palhaço conta a história de um circo mambembe, suas aventuras e desventuras pelo interior de Minas Gerais. Um dos palhaço (Selton Mello) sofre com uma crise de identidade e passa a questionar se, o circo e a vida nômade, é o que ele quer mesmo pra si. Suuuupeeerrr me identifiquei! "O gato bebe leite, o rato como queijo e eu... sou palhaço". Frase boba mas que traz a essência do filme. Se não assistiu, assista pra poder entender. Já assisti vários filmes com Selton Mello: Jean Charles, A Mulher Invisível, Meu nome não é Johnny!, O Auto da Compadecida (meu preferido, sei as falas de cor), e percebo que ele se supera a cada um deles. É o segundo filme que ele dirige, e neste seu irmão aparece fazenda uma ponta. O que mais posso dizer? Que O Palhaço entra na minha lista dos filmes que valem a pena ser comprado e visto mais vezes. 

Pedro Bala e Dora em Capitães de Areia
Por último falemos de Capitães de Areia. Muito bem produzido, trilha sonora excelente e a história, sem comentários, né? Estamos falando de Jorge Amado! Saí do cinema pensando em cada um daqueles personagens, em cada um daqueles meninos, em Pedro Bala e Dora, e lamentando não ter lido todos os livros de Jorge Amado. Logo eu que sou viciada em livros! Não me reconheci. Lá vou eu atrás de mais um bocado de livros pra minha mesinha de cabeceira.  

Resumo da ópera: perdi várias horas de estudo, mas ganhei cultura. 

domingo, 6 de novembro de 2011

Quero tudo ou um pouco mais

(O que há - Álvaro de Campos)
Nunca mais eu e minhas primas tínhamos feito isso. Juntas cozinhamos um macarrão saboroso ao sabor de muita fofoca, depois jogamos baralho ao sabor de um vinho gostoso, tudo isso regado a muita risada, gargalhadas, gritinhos e cantorias - até Padre Zezinho apareceu no meio da nossa tarde - não se sabe de onde. Amo essas malucas da minha vida. Precisamos fazer isso mais vezes. 

sábado, 5 de novembro de 2011

Amor e honestidade

Tá aí uma coisa que eu nunca vou entender. Hoje em dia ninguém é obrigado a casar com ninguém, muito menos a permanecer casado, então por que cargas d'água ainda tantos casamentos são feitos pelos motivos errados? 

O cara acabou de casar, nas redes sociais ainda pipocam fotos da sua união, noivado, casamento, passeios, festinhas, beijos, abraços, declarações de amor, o que for, enquanto em off, na surdina, por debaixo dos panos, ele ainda pensa e procura pela ex namorada, pela ex amante ou ex qualquer coisa. Manda recadinhos, diz que sente saudades, fala em arrependimento... cara, isso me intriga! Mais do que isso, me irrita! Para que casou, então? Para que empatar a vida de outra pessoa se a última coisa que quer é fazê-la feliz? Se ainda deseja a ex, por que não ficou com ela? Por que, covardemente, deu pra trás, magoou, abandonou? Usou tantas palavras absurdas, ferinas, assassinas, e agora, depois de tanto tempo, depois de tanto silêncio, volta com palavrinhas soltas adoçante de ouvidos? Isso só pode ser um caso de psicopatia, uma doença horrível, onde o sentimento do outro é posto em último lugar. 

Eu abomino a mentira. Abomino o fingir e o querer enganar. Nesses casos minha primeira reação é "rasgar o galo", abrir o verbo. Sou sanguínea demais para pôr panos quentes na situação, sou dessas que vão atrás das partes envolvidas, colocam as cartas na mesa, acentuam todos os is, até que a situação esteja toda esclarecida. Já tomei essa atitude algumas vezes e mesmo saindo por ruim na história, me senti vitoriosa por pensar que nunca mais seria enganada, não pela mesma pessoa. Ainda uso e abuso da máxima: "o que não quero para mim, não desejo para os outros". Da mesma forma que não aceitaria ver o meu marido apaixonadinho e saudoso por uma ex ou por outra qualquer, também não aceito que o marido de outras se digam apaixonado por mim (ou por quem quer que seja) e mande mensagens de arrependimento ou desculpas. Se ex fosse bom, não seria ex, seria atual. Se casou, tá casado, ado, ado, ado, cada um no seu quadrado. E seja bem feliz.

Sou a favor da conversa aberta, sincera e honesta. Casos mal resolvidos só tendem a estragar uma nova relação (ou uma antiga que foi reatada), então converse, criatura, dialogue, se abra, só não queira enganar. Lembre-se: uma união madura é baseada na honestidade e no amor. O que passar disso é anátema. 


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Produtos para cabelos

"Meu cabelo duro é assim, cabelo duro, de pixaim"...
(Chiclete com Banana)

Nunca tive cabelo liso. Fato. Nunca terei. Óbvio. Os ancestrais sempre clamarão de tempos e tempos (mais especificamente de 3 em 3 meses) reivindicando sua posição, porque eles me deram uma bunda grande de negra, e os cabelos ruins vieram de brinde. 

A Domadora de Cabelos sempre foi minha cocaína heroína preferida, e muitas vezes me irritei enormemente com a minha cafuba, vazia e sem forma como a terra antes da criação, até aderir de vez a todas as modernidades de produtos para cabelo. Essa é a parte do jogo do contente, para pessoas que possuem cabelos indefinidos: nem crespos, nem lisos, muito menos cacheados, que é o meu caso, o bom é aproveitar todos os produtos e curtir todas as mudanças produzidas com eles. Hahaha! Acha vantajoso ter longas madeixas lisas? Você nunca saberá qual é o gostinho, o prazer, de ver o seu/ a sua cabeleireira operar verdadeiros milagres nos seus cabelos, na sua auto estima, no seu ego, na sua vida (bem, não chega  a tanto) e sair do salão se sentindo a mulher maravilha. Nunca saberá. 

Lotus Shield
Avon
Advanced Techniques
Bem, eu já fiz de um tudo nos meus cabelos. Já usei todas as químicas possíveis e imagináveis: Sódio, Litium, Guanidina e os escambau, até formol, já usei pra nunca mais. Agora uso apenas uma progressiva  chamada Salvatore (vejam o resultado nesse site) que não tem nenhuma dessas químicas e deixa o cabelo domado, não exatamente liso, como as outras progressivas, mas menos agredido e menos problemático, já que secá-los ao vento não fará sua juba eriçar, e se chover, pode ter certeza, seu cabelo não vai encolher. Muito menos com o anti-frizz da Avon, o Lotus Shield, com uma pequena quantidade todos aqueles fiozinhos arrepiados vão embora. Uma maravilha! 
Para lavar e hidratar, a-mo a linha da L'Oréal, mais especificamente a Force Relax. A máscara deixa os cabelos uma delícia de macios com uma pouca quantidade do produto. Mas o preço não é acessível a todos, então uma opção mais econômica e que pode ser encontrada nos supermercados é o shampoo e condicionador da Palmolive Naturals Restauração Profunda, usei por curiosidade e gostei. Para hidratar, qualquer creme acrescido dos óleos da BioExtratus (Kit Hidratação Intensiva Forças da Natureza), 4 bisnagas de 10ml cada contendo: Queratina; Vitaminas A+E; Óleos Biativos: Macadâmia, Avelã e Girassol; Extratos de Aloe Vera, Alecrim e D'Pantenol. Praticamente uma salada de óleos, que não é cara, e que traz um resultado bacana para os cabelos. A-do-ro!

Agora, a última novidade, colhida na minha última visita ao salão de beleza, é o Óleo de Argan - o novo queridinho das celebridades que têm cabelos com luzes (meu caso tam-bém). Dooooida pra usar e ver o resultado, mas ainda não tive coragem de dar R$124,20 em 250ml. Mas tô perto de ter! rs!



O Óleo de Argan já fez a cabeça das famosas e agora se fortalece no mercado nacional como o novo aliado da hidratação de cabelo

Tratamento potencializador de químicas e rejuvenescedor de fios. Sela as cutículas, adiciona maciez e brilho aos fios e impede a ação dos radicais livres que causam o envelhecimento precoce. Hidrata, protege a cor e diminui a agressão dos tratamentos químicos.

Ação
Composto por Ácido Linóico, Ácido Oléico Ômega 9, Ácido Linolíco Ômega-6, Vitamina E e Polifenóis, impede a ação antioxidante de radicais livres e sela as cutículas proporcionando aquele brilho maravilhoso e saudável. Evita o ressecamento durante e após tingimentos, diminui a agressão causada por tratamentos químicos, além de ser um poderoso hidratante e excepcional finalizador de penteados.
Resultado
Cabelos macios, protegidos e vibrantes.

Em tempo:
Essa é uma homenagem ao Dia do Cabeleireiro (ontem, 03/11). Aos bons, porque conheço muitos que bem estão na profissão errada. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Disciplina



Eu tenho uma grande facilidade de perder o foco. Muitas vezes quero muito alguma coisa, e de repente quando passo a me dedicar a obter aquela "coisa", esqueço porque a queria tanto e desanimo. Outras vezes quando vejo que está muito difícil de acontecer, de conseguir, de realizar, desanimo também, largo de mão, deixo pra lá. Em alguns casos olho para os fracassos do passado é penso: "Tá vendo aí? Você se sacrificou tanto e não deu em nada", e escolho dormir porque viver só de sonhos é mais fácil. Mas de repente, num   rompante de iluminação, me levanto feliz por lembrar de todas as minhas realizações, tudo que quis e consegui, todas as bençãos que me foram concedidas, então sorrio e repito: "Nossa, minha vida é muito boa". E esse pensamento, por si só, me dá uma gana para seguir em frente, correr atrás dos meus sonhos e sei que no final tudo vale muito a pena.

Objetivo. Foco. Disciplina. Sucesso. Querer. Correr atrás. Realizar. Mesmo quando a vontade é só de deitar e dormir, é preciso vencer a preguiça e o comodismo, e permanecer no caminho até alcançar o que se deseja. Mesmo quando tudo o que acontece nele nos desanima ou tenta nos mostrar que não vale a pena. Mas tudo vale  a pena se a alma não é pequena. Não desista. O caminho nem sempre é fácil como parece, mas o importante é não desistir.

"Aquele que deseja fazer alguma coisa grandiosa nesta vida curta deve se aplicar para trabalhar com tal concentração de suas forças que, para meros espectadores que vivem apenas para se divertir, pareça insanidade". 
Parkman

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Azul cor de piscina




E a meteorologia previu chuva para Aracaju hoje... ha-ha-ha. Não tinha uma só nuvem no céu azulaço. Só hoje não reclamei do calor... reclamei da pele queimada mais tarde, mas mesmo assim já estou esperando o domingo pra repetir a dose - eu, piscina azul e bóia cor de rosa. Assim foi meu feriado, começou com a maresia da piscina e terminou com filminho romântico: Amizade Colorida. Na minha opinião mais um filme divertido para uma sessão da tarde, mas marido meu dormiu no cinema. Deve ter sido o sol que deu-lhe uma canseira. rs!

Como é mesmo o nome daquela pomada  para queimaduras de sol?

SINOPSE: No filme Amizade Colorida (Friends with Benefits), uma caça-talentos convence um jovem a aceitar uma proposta de trabalho em Nova York. Jamie (Mila Kunis) e Dylan (Justin Timberlake) são duas pessoas que levaram um fora de seus respectivos namorados. Eles ficam amigos e a coisa começa a se complicar quando o relacionamento fica íntimo. Apesar de sentirem atração um pelo outro ele vêem que são tudo o que o outro não quer em um relacionamento, e decidem ser apenas amigos, mas com alguns benefícios. Tudo parece dar certo, até que ambos percebem que não existe relacionamento sem compromisso.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Limitações

Hoje teremos um pouco de ctrl+c ctrl+v. Sem vontade de falar. Sentindo-me meio limitada, então aí vai:

A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem. Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo….”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida. Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser. Eu posso!”. E o homem consegue! Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente. Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos. Em poucas palavras: Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor. (texto de Andrew Matthews no livro “Seja Feliz”)

Calor = desânimo

O calor me deprime, a retocolite me deprime, essa poerinha fina que vem com o pouco de vento que aparece, também me deprime, assim como esse suor que escorre pela minha perma e parte dele teima em se apegar a mim. Academia me anima, isso quando estou animada a ir. Com esse tempo quente, quase sempre estou desanimada, sem vontade de fazer nada. Melhor não me mexer muito para não agitar ainda mais as partículas ao redor do meu corpo. Tomo banho, mas o calor também gosta de um chuveiro, e por lá me acompanha. Olho o sol cair rapidamente atrás dos prédios, mais um dia quente indo embora, deixando a parede do meu quarto aquecida. Nem o ar condicionado dá conta de tanto calor, o que estraga a nossa "conchinha" à noite. Vai-se um dia quente e vem-se outro mais quente ainda. Não é nem verão e eu já estou bem mole, desanimada, sem vontade de fazer nada, a não ser observar, lentamente, como minha voz fica esquisita quando falo em frente ao ventilador. O sofá, calorento, já nem me abraça e a piscina é de um azul estonteante, teima em me chamar, mas reluto e volto aos estudos. Ainda moro na Inglaterra, ah, se moro, nem que seja por três meses e talvez volte reclamando do frio. Ou não.



Notícia boa: 
Família, Murillo nasceu!!! Parabéns papai Tito e mamãe Iriscleide. Deus abençoe meu sobrinho. Estou doida pra ver logo a carinha do bruguelo de titia!!! Salvador aqui vou eu!