sábado, 17 de março de 2012

Um pouco mais


"É só um pouco mais, um pouquinho mais. Logo irei aí te buscar
Há amor real, há um rio de paz, há um céu que Deus chamou de lar".
(Um Pouco Mais - Arautos do Rei)

Há tempos não ia à igreja adventista, mas ontem acordei determinada a não perder o culto desse sábado. A pregação foi difícil - profecias do Apocalipse - assunto pesado, cheio de bestas, monstros e dragões que saem da terra e do mar, mas muito importante para se entender o fim do mundo. Os louvores, ah, foram magníficos! Tinha meio que me esquecido como os hinos e canções adventistas são lindos. Alimento pra alma, num dia que foi tão atribulado.

Homenagem aos 157 anos de Aracaju

sexta-feira, 16 de março de 2012

Murchinha, assim

Fera Ferida. Foto: Edmara Melo

Eu, hoje. Murchinha, assim.
Chorei um bocado, fritei um monte de batata frita (redundância é tudo), comi sozinha, bebi um xícara de chá e agora vou dormir o sono dos justos. Tomorrow is another day.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Dificuldades

Quando os empecilhos aparecem, quando eu lembro que tudo pra mim foi sempre difícil, que eu sempre tive que penar e sangrar para poder conseguir alguma coisa, quando eu lembro das pedras e muros no meio do caminho... ah, me sobe uma gana, o sangue brota no olho, uma raiva aparece canalizada, a mente se abre e vejo tudo com mais clareza. O que tenho que fazer, que caminho seguir, que rota mudar, que decisões tomar. Ainda bem que é assim. Pena que não seja sempre assim.

O engraçado é que passo dias sem ter nada pra fazer e quando eu decido estudar sério para algum concurso, aí aparece um trabalho complexo de última hora para ser feito até “ontem”. O destino não me ironiza, ele gargalha.

terça-feira, 13 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

Alguém como você




Tá certo. A música tá sendo tocada e retocada incansavelmente na novelas, nas rádios, em todos os lugares. Mas prestando atenção à letra, vejo que ela fala pra um bocado de gente. Ô, se fala.

sábado, 10 de março de 2012

Falar

Já fui de esconder o que sentia, e sofri com isso. Hoje não escondo nada do que sinto e penso, e às vezes também sofro com isso, mas ao menos não compactuo mais com um tipo de silêncio nocivo: o silêncio que tortura o outro, que confunde, o silêncio a fim de manter o poder num relacionamento. Assisti ao filme Mentiras Sinceras com uma pontinha de decepção -os comentários haviam sido ótimos, porém a contenção inglesa do filme me irritou um pouco -mas, nos momentos finais, uma cena aparentemente simples redimiu minha frustração. Embaixo de um guarda-chuva, numa noite fria e molhada, um homem diz para uma mulher o que ela sempre precisou ouvir. E eu pensei: como é fácil libertar uma pessoa de seus fantasmas e, libertando-a, abrir uma possibilidade de tê-la de volta, mais inteira.

Falar o que se sente é considerado uma fraqueza. Ao sermos absolutamente sinceros, a vulnerabilidade se instala. Perde-se o mistério que nos veste tão bem, ficamos nus. E não é este tipo de nudez que nos atrai. Se a verdade pode parecer perturbadora para quem fala, é extremamente libertadora para quem ouve. É como se uma mão gigantesca varresse num segundo todas as nossas dúvidas. Finalmente se sabe. Mas sabe-se o quê? O que todos nós, no fundo, queremos saber: se somos amados. Tão banal, não? E no entanto esta banalidade é fomentadora das maiores carências, de traumas que nos aleijam, nos paralisam e nos afastam das pessoas que nos são mais caras. Por que a dificuldade de dizer para alguém o quanto ele é – ou foi – importante? Dizer não como recurso de sedução, mas como um ato de generosidade, dizer sem esperar nada em troca. Dizer, simplesmente.

A maioria das relações – entre amantes, entre pais e filhos, e mesmo entre amigos – ampara-se em mentiras parciais e verdades pela metade. Podem-se passar anos ao lado de alguém falando coisas inteligentíssimas, citando poemas, esbanjando presença de espírito, sem alcançar a delicadeza de uma declaração genuína e libertadora: dar ao outro uma certeza e, com a certeza, a liberdade. Parece que só conseguiremos manter as pessoas ao nosso lado se elas não souberem tudo. Ou, ao menos, se não souberem o essencial. E assim, através da manipulação, a relação passa a ficar doentia, inquieta, frágil. Em vez de uma vida a dois, passa-se a ter uma sobrevida a dois. Deixar o outro inseguro é uma maneira de prendê-lo a nós – e este “a nós” inspira um providencial duplo sentido. Mesmo que ele tente se libertar, estará amarrado aos pontos de interrogação que colecionou. Somos sádicos e avaros ao economizar nossos “eu te perdôo”, “eu te compreendo”, “eu te aceito como és” e o nosso mais profundo “eu te amo” – não o “eu te amo” dito às pressas no final de uma ligação telefônica, por força do hábito, e sim o “eu te amo” que significa: “seja feliz da maneira que você escolher, meu sentimento permanecerá o mesmo”. Libertar uma pessoa pode levar menos de um minuto. Oprimi-la é trabalho para uma vida. Mais que as mentiras, o silêncio é que é a verdadeira arma letal das relações humanas.

Martha Medeiros

sexta-feira, 9 de março de 2012

Falta tudo

Depois de um dia tenso, indo a médicos e procurando um hospital pra me internar (depois eu penso se conto essa saga), entro no facebook e encontro essa declaração de amor:

Antes sentia que longe de vc faltava alguma coisa, hoje tenho certeza que, realmente, falta tudo:
Falta chão para eu caminhar;
Falta ar para eu respirar;
Os dias são longos, falta brilho no meu olhar;
Falta vc, enfim...
Falta vida pra eu viver!
Te amo muito e obrigado por vc ser essa mulher maravilhosa em minha vida...
Parabéns pelo seu dia.
Como é que não ama um homem desse?

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mais um dia internacional da mulher


Cartão virtual muito legal, feito por um amigo e dedicada a nós, mulheres, lindas e maravilhosas. Hum... gosto tanto de ser paparicada...

quarta-feira, 7 de março de 2012

Put a ring on it

As casadas do Bando
If you liked it
Then you should have put a ring on it
If you liked it
Then you should have put a ring on it
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh
Oh, oh, oh, oh, oh, oh, oh
 Oh, oh, oh, oh, oh

Uma homenagem aos amados que puseram lindos anéis de ouro em nossas delicadas mãozinhas.

segunda-feira, 5 de março de 2012

You complete me

Reassistindo o filme Jerry Maguire (um dos meus preferidos), relembrei uma das cenas em que um casal de surdos-mudos conversa na linguagem de sinais, dentro de um elevador. O rapaz faz carinhos na namorada e "fala" para ela: "você me completa". O filme termina com o discurso de Tom Cruise para Renée Zellwegger, onde ele diz que sente muita falta dela, que a empresa deles teve sucesso naquele noite, mas nem de longe a alegria foi completa, por eles estarem distantes e separados, blá, blá, blá, blá, blá, blá. No final, ele diz (com aquela cara linda-misericórdia-que-homem-eh-esse): "You complete me"! (Você me completa).

Quantas e quantas vezes não ouvimos ou lemos o discurso de que ninguém completa ninguém, que somos inteiros e não metades, que a conta aí é 1+1=1, coisas desse tipo. Não sei se concordo, só sei que sou muito mais completa com marido meu. Que sou muito mais feliz quando estou com ele. Que sou mais forte e mais destemida quando ele está comigo. Que ele é, sim, a parte que me falta. A parte agitada, a parte organizada, a parte que me põe nos eixos, que faz com que eu continue sonhando e realizando, sonhando e realizando. Que me faz querer ser mais bonita, mais arrumada, mais perfumada, mais sexy, mais gostosa. Sem ele eu nem durmo direito. Nem como muito bem (até mesmo porque ele cozinha bem melhor do que eu). Sem ele, não sou eu mesma por inteira, sou mais ou menos eu.

domingo, 4 de março de 2012

Bruce Springsteen - Secret Garden

Hoje temos o clip do filme Jerry Maguire - A Grande Virada. Um dos meus preferidos. I love this movie!!!


She'll lead you down a path
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away

sábado, 3 de março de 2012

Circus

Nesses últmos dois meses eu fui a três circos de padrões diferentes: Circo Portugal, Circo Londres e Circo Tihany, esse último considerado o maior circo da América Latina. Amo circos. Acho deslumbrante o show de cores, luzes, sons. Os artistas e suas performances. Os malabaristas, equilibristas, contorcionistas, os ilusionistas. Sou uma das pessoas que torcem para que esse mundo de magia nunca acabe. Realmente Espetacular! E o Circo du Soleil que me aguarde. Sei que esse mês terá apresentação em Recife, com o slogan Varekai, todo mundo vai?, mas não estou bem informada sobre a venda dos ingressos. Mas se todo mundo vai, como é que eu não vou?