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Vossos filhos não são vossos filhos. 
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. 
Vêm através de vós, mas não de vós. 
E embora vivam convosco, não vos pertencem. 
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, 
Porque eles têm seus próprios pensamentos. 
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas; 
Pois suas almas moram na mansão do amanhã, 
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho. 
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós, 
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados. 
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas. 
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força 
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe. 
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria: 
Pois assim como ele ama a flecha que voa, 
Ama também o arco que permanece estável. Khalil Gibran
Eu gosto de guerra. Só vive em paz quem aprende a lutar.
Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. De alguma forma a gota de chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora.
Morte e ressurreição. Na dialética do amor, a própria dialética do divino.
Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se tem nunca. É evento de graça.
Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta,a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro.

(Rubem Alves)
"Essa é a menina que mora em mim. Enfrenta lutas diárias entre a alegria e a dor, a sabedoria e o rancor, a maturidade e o frescor. Já pensou em desistir, mas no fundo, deseja mesmo é seguir, seja lá pra onde for."

- Adriane Sabroza
"Voar sempre, cansa -
por isso ela corre
em passo de dança".

--Eugénia Tabosa

Pareço legal, mas é só pregabalina

Juro que vou criar coragem e voltar a escrever o tanto de histórias malucas que estão me acontecendo. É uma ou até mais por dia, um exercício constante de paciência. Uma pessoa elevada me tornarei ao final dessa via crucis, se é que chegarei ao fim inteira e mentalmente sã. Por ora, vivamos o calvário!
Fugindo do vazio sem esperança da vida aqui". E como um analista Jonh faz a seguinte observação: "O vazio sem esperança. Muito gente percebe o vazio, mas é preciso ter coragem para ver a falta de esperança". Livro:  Foi apenas um sonho
Revolutionary Road Richard Yates