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quinta-feira, 29 de dezembro de 2005



Hoje eu comprei um picolé premiado e ganhei outro.

Ganhei um montão de presentes no Natal. Minha amiga secreta me deu vários, todos a minha cara, minha amiga miseravona me deu um tijolo, que não deixa de ser a minha cara.
Filei a ceia de Natal da família dos outros mais uma vez. Na casa da cunhada, depois na casa do amigo Sávio. Um mói de amigos.
O dia amanheceu e estávamos na casa das minhas primas. Só eu, Kedmma e Iris acordadas, enquanto todos os outros tinham ido dormir.
Foi bom. Foi muito bom receber todos os presentes.

Ando muito pensativa esse fim de ano. Queria começar tudo novo na minha vida, mas parece que as mesmas paranóias jamais me abandonarão.
O coração apaixonado, como sempre esteve, sabe-se lá por quê ou por quem. Aquela aflição de sempre.
E lembro muito dos amigos distantes e das pessoas que um dia foram importantes na minha vida.
O amigo italiano Raul Strada, que salvou meu niver desse ano de uma baita má sorte trazendo um bolo pra mim: "Aniversário sem bolo e sem sorvete, não é aniversário" (com sotaque italiano).
É... ele foi embora, voltou pra Itália, pro Equador, sei lá pra onde e talvez a gente nunca mais o veja ou fale com ele novamente. Não deixou nenhum contato, não disse adeus, nem tchau, mandou apenas um torpedo pra Jamille deixando um beijo eterno. Coisa triste!

Uma coisa é certa nesse novo ano: muita gente nova e legal aparecerá e também irá embora. Num círculo vicioso e doloroso porque sempre me apego demais a todo mundo.
Então termino o ano com uma baita saudade de muita gente e muita coisa que aconteceu, ou que vai acontecer, ou que nem mesmo sei o que é.
E é isso aí, Falei e Disse, e se eu não voltar mais por aqui esse ano... Feliz 2006 pra todo mundo!!!!!!

sábado, 24 de dezembro de 2005

Ah, então é Natal, hein? Humpf!

E o cara na porta da loja gritava no microfone em ingrês e sergipanês: "Méri Crismas! Méri Crismas! Feliz Natchal!"

O irmão de Fábio, vestido de palhaço na porta da Insinuante, também desejava Feliz Natal, mas passei e ele fez de conta que não me conhecia.

Ganhei presentes. Alguns, mas tão especiais que fiquei emocionada.

E é só.

Gosto de Natal não.

Mas, Feliz Natal aí, galera!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Ih, hoje eu tô pra baixo não queiram nem saber.
Eu sei que é chato ficar ouvindo lamentação de outros, mas deixa eu falar só um pouquinho?
É que, sabe quando você gosta muito de fazer uma coisa e te privam disso?
Eu amo cantar na igreja, pra mim é a coisa mais sublime que existe, cantar... louvar ao meu Deus... mas estou proibida de fazer isso pelo dirigente da igreja porque não sou mais membro. Fui excluída. Palavra feia. Só posso cantar uma vez no mês. Nos sábados à tarde. Definiram esse dia. Cantar perdeu o sentido.
Quero cantar quando sentir vontade, quando minha alma pedir... mas não posso...
Não tá entendendo nada, né? É... eu também não entendo, mas também tem muita coisa que eu não entendo e tenho que aceitar. Aceitarei. Ou não.

Hoje eu fiz o concurso dos meus sonhos. Fiz e estava um calor miserável. Pra você ter uma idéia minha cabeça ficou morna, minha roupa, minha bolsa, sem brincadeira, dentro da sala eu pegava no meu cabelo e ele estava quente. Eu estava com calor, estava com sono, com fome, com cólica... dava pra fazer uma prova decente? Estava era louca pra ir pra casa. Deixa o sonho pro próximo concurso.

Acordei também cedo pra caramba. Minha mãe ligou preocupada porque meu irmão estava desaparecido desde sexta-feira. Ela achava que ele estava em Maceió mas não conseguia entrar em contato. Mandei Fábio nas carreiras na casa da sogra de meu irmão pra ver se ela sabia de alguma coisa.
Realmente meu irmão estava viajando com a namorada. Pôxa, mas custava avisar?

Pra completar um amigo de quem eu gosto me disse seriamente que eu era falsa. A irmã dele afirmou que era por causa da minha sinceridade, eu tinha magoado ele.
Fiquei triste. Por mim. Por ter magoado alguém. Fiquei magoada também. Mas ser sincera significa ser falsa?

Ah, deixa pra lá, no final das contas acho que estou apenas na TPM.
Depois passa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Mulher no volante...


Sou uma péssima motorista. Confesso. Mea Culpa, mea culpa.
Comprei o carro em junho, mas há 5 anos eu tento ser uma motorista.
Já tinha habilitação com uma foto feia do caramba, que foi trocada por outra mais bonitinha e agora está uma horrorosa de novo. Quanta renovação e a motorista aqui nada de se aperfeiçoar.
Vai ver que eu sou perfeccionista, minha autocrítica seja exacerbada, algo assim.

Lembro que comecei a aprender a dirigir com 16 anos... isso foi há... há alguns anos atrás. Pouquíssimos anos, por sinal.
Meu pai que me ensinava e tinha uma paciência que Deus benza! Certa vez eu ia em velocidade de cruzeiro pelos jardins da CHESF quando meu pai começou a gritar desesperadamente: "Olha o pé do rapaz, olha o pé do rapaz, OLHA O PÉ DO RAPAZ!!!!!" E puxou o volante violentamente. Pé do rapaz? Que pé? Que rapaz?
Outra vez gritou comigo, sem motivos, claro, enquanto eu subia uma ladeirona.Era uma ladeirinha, mas era uma ladeira que me exigia uma certa concentração. Eu parei no meio e não consegui subir mais nem com reza braba. Até hoje tenho trauma de ladeira.

Na auto-escola em Paulo Afonso, aí sim, eu conseguia dirigir direitinho. O instrutor, marido de uma amiga da escola, tinha maior boa vontade comigo. Não reclamava nadinha quando eu passava por cima dos quebra-molas sem perceber. Era um doce!

Já aqui em Aracaju... sabe que a maioria dos homens sergipanos são cavalos? Cavalos batizados na ignorância. Eu tive a péssima sorte de pegar um que tinha acabado de ser corno e resolveu descontar as frustrações dele em cima de "moá".
Ele era uma delicadeza de pessoa em indicar a esquerda ou direita. Era assim: "POR ALI, MINHA FILHA! VÁ, CRIATURA! MAIS PRA LÁ, FIA DE DEUS".
Aí 'cabou! Larguei o carro no meio da rua, mandei ele pra casa da frecha, e ainda fiz a caveira dele pra o dono da auto-escola.

Mudei de instrutor. Mas dessa vez o carro era um chevette. Troquei de carro. Dessa vez o instrutor só fazia dar em cima de mim. Reprovei na prova do Detran. Uma, duas vezes. Mudei de auto-escola. E até que enfim consegui ser aprovada. Acho que tiveram pena de mim.

Lembro hoje que fui recebida por uma banda e inúmeros aplausos no trabalho. Exagero, claro, mas fizeram a festa perguntando por quanto eu tinha comprado a carteira. Pura maldade!

Aí, finalmente, depois de anos habilitada e sem dirigir, compro meu carro. Agora eu tinha que perder o medo e meter as caras. Pra frente, tudo bem, mas quando o negócio é dar ré e estacionar, aí o bicho pega.

Pra completar, na academia o estacionamento é num calçada bem, mas beeeem, inclinada. Meia-embreagem pra mim é o fim. Estacionar fazendo meia-embreagem, pior. Aí eu estacionava na calçada vizinha que era plana, até que o dono veio reclamar dizendo que a calçada dele tinha sido muito cara pra qualquer carro vir estacionar em cima.
Qualquer carro?! Qualquer carro??!! Arrasou comigo. Fiquei tão arrasada que não consegui dar ré na avenida e estacionar na super calçada inclinada.
Estacionaram pra mim. Thudjo bem! Mas e na hora de sair? Carro de um lado, carro do outro, carro bem atrás. Ô, drama! Toda vez era uma pessoa diferente que tirava o carro pra mim. Foi bom porque fiz algumas amizades que me deram altas dicas sobre a arte de dirigir bem.

Agora não, agora eu estou "cracona". Tiro e coloco o carro sozinha sem ajuda de ninguém. Moleza.
Dirijo "fortão" no meio dos carros na hora do rush. Não sem tremer de medo, né, mas dirijo.

Outro dia eu bati o retrovisor saindo da garagem de casa. Fábio me deu um grito tão grande que parecia que eu tinha era batido nele. Quebrou o espelho, mas... tá... besteira, pior ele já fez e ainda deixou todo esbagaçado o carro da mãe.
Eu não sou tão ruim assim... só não consigo entender porque ninguém tem paciência comigo!

Falei e Disse.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

Pense numa pessoa perturbada é a minha mãe! (Frase tipicamente sergipana)
Na época da novela América (época? Faz teeempo, né?), minha mãe se injuriava com a cara de babaca do Glauco e todas as vezes que tinha uma cena dele com a Lurdinha Pires minha mãe imitava a cara dele. Mas era uma careta tão feia que eu pedia pra ela repetir mil vezes só pra me acabar de rir.
Minha mãe gosta de imitar a cara do povo. Ela é mangadeira. Acho que eu puxei a minha mãe.
Mas a gente não manga só da cara do povo, a gente manga da gente também.
Outro dia estava eu deitada na cama da minha mãe, conversando com ela, rindo, falando do apartamento, da decoração e lembramos da reforma que fizemos aqui. Trocamos piso, pintamos tudo, textura nas paredes que nunca ficava do jeito que eu queria, poeira em todo canto, bagunça, briga, contrariedades... fiquei estressada.
Já contei isso? Acho que não. Fiquei estressada mesmo, tive dores de cabeça horríveis, diarréia, vômito, insônia... Eu fiquei tão mal que de noite sonhava que debaixo do meu colchão tinha um monte de cerâmica. Uma noite eu sonhava correndo atrás da cerâmica, na noite seguinte era a cerâmica que corria atrás de mim.
Enquanto eu morria, minha mãe comia o juízo dos pedreiros e do pintor. Parecia uma mestre de obras.
Tudo era pra ser feito em 5 semanas, minha mãe conseguiu a proeza de fazê-los terminar os trabalhos em um pouco mais de duas semanas. Mas tinha que ser assim, senão eu ia endoidar. Na hora do almoço eu já estava pedindo pra passar o prato de cerâmica pra eu comer um pedaço.
Só sei que no meio da confusão baixei o pronto-socorro porque nenhum analgésico mais fazia efeito.
O doutor receitou um traqüilizante e um enfermeiro caolha veio aplicar o medicamento.
Rapaz, foi a pior parte. É sério. O cara tinha um olho cego, furou minha mão três vezes e não conseguiu aplicar o soro. Três vezes futucando a minha mão direita e torcendo a agulha pra ver se achava a minha veia. Pra você ter uma idéia saiu tanto sangue que sujou a mão dele no meio da futucação.
Eu já estava chorando de dor, Fábio dizendo: "É assim mesmo!", minha mãe reclamando, meu pai olhando com um olho feio (quem conhece o olho feio do meu pai sabe como é) e o enfermeiro caolha abusado brigando: "A senhora quer saber mais do que eu?". Até que outra enfermeira viu a bagunça e, pacientemente, conseguiu colocar o diabo da agulha direitinho logo de primeira na minha mão esquerda.
Bom, nem vou contar que o tranqüilizante me deixou grogue, né? Fiquei tonta, mas não dormi nem com a bexiga. Só fiquei boa mesmo quando tudo voltou ao normal. Minhas coisas em seus devidos lugares, casa limpa e arrumada. Ufa!
Mas até hoje quando a gente lembra minha mãe ri de mim. Imita a minha cara, a cara do meu pai, a cara do pedreiro, do enfermeiro, a cara de todo mundo e repete: "Que engenheira é essa? Se numa reforma ficou assim, se fosse construir um prédio, morria!"
Essa é a minha mãe!

Falei e Disse.

sábado, 19 de novembro de 2005



Eu nunca sei. Da primeira vez também foi assim. O pessoal foi entrando, me dando os parabéns e eu com cara de "num tô entendendo".
Da primeira vez eu fiquei tão emocionada (entendam, era um sonho secreto meu, tinha até inveja de outros blogs indicados, mas é que tenho síndrome de estrela, deixe!)
Eu até liguei de madrugada pra meu amado, eufórica. E ele... não deu a mínima. Ele não lê meu blog, não vê graça nisso e eu tive que explicar pra uma pessoa sonolenta quanto era importante esse tipo de indicação. Ele voltou a dormir ainda achando que era besteira.
Agora foi a segunda vez. Dizem que um é pouco, o dois é que é realmente bom. Três pra mim não será demais (Hehehe, tô ficando acostumadinha!)

E um dia eu chego no What´s Up! Ah, se chego!

Falei e Disse.

terça-feira, 15 de novembro de 2005

A academia


Há uma semana eu estou gripada. 
Eu já estava quando fui visitar uma estação coletora de Petróleo (ver fotolog ao lado) e fiquei pior por causa da poeira, e do ar condicionado terrível da van. 
Por causa da gripe, não fui trabalhar e não fui pra academia, mas já estou morrendo de saudade. 
Estou viciada em malhar e tenho até saudade dos monstrinhos que malham lá. 
Já falei da minha academia? Loucademia, melhor dizendo. 
Suellen é minha companheira de malhação e no primeiro dia a gente ficou assustada com a quantidade de gente feia que tinha lá. 
Quando eu falo "gente feia", é com eufemismo, porque o pessoal é FEIO mesmo, assim com todas as letras maiúsculas. 

Tem uma lá que se acha a bala que matou John Lennon, a última cocada do tabuleiro, a própria Gisele Bünchen. Ela entra na academia no maior estilo SOS Malibu. Correndo, agitando, falando com um e com outro com a voz esganiçada, troca de roupa e vai pra aeróbica, sua às bicas e sempre se admirando no espelho. 
Mas a bicha é feia! Feia é apelido e o apelido dela é "Hum, hum, feôna!" 
Usa óculos fundo de garrafa, cabelo curto e armado, cara de buldogue. Enjoada. Olha pra gente de "rabissacada", com o canto do olho. Inveja. 

Outro a gente apelidou de "Boiolart", tem todas as ferramentas pra ser gay, cabelos com luzes, short super curto cortado dos lados e camisa pra dentro do short. Único "homem" da aula de aeróbica. 
E não é que boiolart resolveu dar em cima da gente?! O mais triste de ter todas as ferramentas é não usar, porque o cara deu pra aparecer nos lugares em que a gente está, sempre nos cumprimentando: "Gatiiiinhaaaaassss!"

A professora de ginástica. Cruz credo três vezes. Cabelo ruim pintado de loiro é o fim. Cara enrugada e manchada. Sem peito, sem bunda, mas se acha. 

O auxiliar do professor tem o cabelo grudadinho, sempre molhado, colado no couro. É branquelo e gagueja. Tem uma mão fria de rã, mas sempre está pegando no nosso braço dizendo: "Vamos lá, coração!" Esse a gente chama de Prigude

Tem um aluno altão que usa short curto pra mostrar as pernas longas e roliças que mais parecem de mulher! 
Ói, é cada um pior do que o outro, só vocês indo lá pra confirmar, porque contando ninguém acredita. 
O bom disso tudo é que nos tornamos as modelos da academia, as queridinhas. E não é que a gente já está se acostumando com a feiúra do povo, porque eles podem ser feinhos, mas são gente boa. Isso é o que conta, né? A tal da beleza interior... hehehe! 

Falei e Disse.

segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Eloqüência

Parece que eu ouvi dizer
que um navio vinha num sei de onde,
carregado de num sei de quê,
indo num sei pra onde...
Homi, ói, eu vou dizer...
num sei não...
só sei dizer que a coisa tá é feia.

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Corrijam-me se eu estiver errada...

Mas eu nunca mais fui piegas aqui.

Pra não perder o costume, já que hoje está um dia triste e chuvoso e ontem foi ensolarado e alegre, queria deixar registrado que apesar dele, ele, aquele de quem eu sempre falava, meu sonho de consumo, não ter aparecido mais, não ter telefonado, mandado e-mails, nem sinais de fumaça, continua morando em mim dia e noite como uma silenciosa nostalgia.
E faz um ano que eu o vi. Eu lembrei. Foi no feriado de finados do ano passado. Finado. Finito. Findo. Mas o ruim disso tudo é que ainda o desejo, como se desejam todas as coisas perdidas para sempre.

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

domingo, 23 de outubro de 2005

Sessão melancolia

Ando com saudade dos meus amigos.
De todos eles.
Daqueles que não vejo há muito tempo e até daqueles que vi ontem.

Só queria saber se eles também sentem saudade de mim...

segunda-feira, 17 de outubro de 2005

O Conquistador Barato


Mais uma da série:
Não me faça te pegar nojo

O Conquistador Barato.

Barato, praticamente de graça, mas quase que eu pago caro por causa dele.

Quem não conhece esses caras que pensam que são gatinhos e se acham no direito de sair cantando toda mulher que passa pela frente? Eu tive o desprazer de conhecer mais um desses seres bizarros e só não vomitei na cara dele porque eu o exterminei antes disso. Vou chamá-lo aqui de "Menininho".

Menininho é pequeno, baixinho, já está com uma cara de velho, mas não é feio. Logo que o conheci achei que ele fosse legal, simpático, comunicativo, sotaque baiano, fala fácil, mas já era cismada com ele porque, apesar de ser casado, pai de dois filhos pequenos, já andava a quase 3 anos enrolando uma amiga bem próxima com promessas de amor eterno.

Menininho certo dia pediu minha câmera digital emprestada e a partir desse dia passou a me ligar sempre pra tirar alguma dúvida sobre o manuseio da máquina. Quase sempre soltava uma brincadeira tipo: "Quer casar comigo?" - até então eu levava tudo na brincadeira, mas Menininho passou dos limites: mandou flores para o meu trabalho.

Flores cor-de-rosa com um cartão sem assinatura com os seguintes dizeres: "Que esta flor possa levar mais alegria neste dia e florescer o coração desta engenheira encantadora". Lindo, não? Profundo. Comovente. Eu fiquei nervosa e os colegas de trabalho tiraram a maior onda.

Menininho ficou empolgado e passou a me ligar de 10 em 10 minutos. Eu fugi. Ele reclamou. Reclamou com fala mansa e implorando: "Por favor, não fuja de mim, eu amo você (ele já estava me amando!), sua boca é linda, quero beijá-la, seu corpo é maravilhoso, você é linda demais!"

Menininho apelou, já estava baixando o nível, com perguntas indiscretas, e queria um encontro a dois, disse que eu precisava viver um relacionamento de verdade, querendo dizer que meu namoro era de fachada. Menininho se lenhou comigo. O que é isso? Ele queria manter seu casamento e ainda ter um caso com duas amigas ao mesmo tempo? Pra cima de "moá"?

Só uma observação: Eu sou gente ruim. Ruim, não, gente péssima. O sacana que der em cima de mim e quiser ficar comigo mentindo, escondendo a namorada, ou a esposa, ou que me trair covardemente, ou quiser trair alguma amiga minha comigo, se prepare, porque eu vou direto, certinho, na jugular, e ainda assisto até a última gota de sangue respingando, o cara estrebuchando, e tudo isso sem dó nem piedade. Conto pras respectivas traídas ou traidoras, abro o jogo. Vou na categoria, obviamente, porque sou Top, mas não sou idiota. E foi o que fiz. Analisei a situação e decidi que o melhor seria contar pra minha amiga. Esta ao saber, fechou com a peruca dele.

O que Conquistador Barato fez? Defendeu-se com lágrimas e expressões teatrais, disse que EU tinha alimentado esperanças, que ELE é quem estava arrependido desde o começo disso tudo, que não sabia o que fazer porque um clima tinha rolado entre a gente, mas não queria magoar ninguém, que minha amiga era a mulher dos sonhos dele, que ele queria ser feliz, mas não sabia como, que era incompleto, que seu casamento era um fiasco, e que só ela lhe completava e que eu... "Ah, ela foi tão ingênua a ponto de achar que eu queria alguma coisa com ela?"

É mole? Pelo menos eu não caí no conto do vigário, ou melhor, do palhaço. E quem quiser comprá-lo, que compre. Desse sim, eu peguei o maior nojo.

Capítulo anterior:30/09/05

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Fase dos porquês.

Por que tem mulher feôna que se acha lindona?

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Fase dos porquês.

Por que quando eu durmo de tarde sempre babo no travesseiro?

sexta-feira, 30 de setembro de 2005

Não me faça te pegar nojo


Pela quantidade de comentários, dá pra se ver que ninguém entra mais aqui.
É... pelo menos agora eu posso falar a besteira que eu quiser, contar "causos" sem graça, porque não vou ter ninguém pra me criticar.
Mas dói lembrar o que era esse blog. Tsc, tsc, até indicação no BON já recebi. Meus 15 minutos de fama duraram apenas 15 segundos, mas é assim mesmo, pelo menos uma amiga fiel me escreve ainda. A única que comentou. A única que ainda lembra de mim. (e olha o drama!)
Mas é disso mesmo que quero falar. Falar pra quem? Falar pra mim mesma, falar por falar... ressuscitar mais uma da série:


Não me faça te pegar nojo

A revolta com a escassez de amigos de verdade.

Passei um bom tempo ligando pra uma amiga e convidando pra malhar na mesma academia. Fui até a sua casa, dei carona a ela, fomos analisar uma academia aqui perto e ainda fizemos um passeio antes de deixá-la em casa. Fiquei resolvida de entrar, assim que ela resolvesse, porque malhar acompanhada de uma amiga é bem mais estimulante, e ela concordou.
Resultado: ela entrou em outra academia e não me comunicou nada. Só fui saber por outra amiga em comum com quem ela tinha ido lá. Sobrei.

Outro dia essa mesma amiga me dá um toque (ela nunca tem crédito). Eu, besta, logo penso - ¿Que bom, lembrou de mim!¿ - e ligo de volta. Ela fala que o namorado vai completar ano, que talvez tenha uma festinha... (Oba! Vou sair no final de semana)... mas ainda não sabe direito o que vai ser... mas... "Será que eu posso comprar o presente dele no seu cartão de crédito?"
Thudo bem. Eu pago a ligação. Eu pago o presente (porque fama de não pagante só ela e outra pessoa), mas será que vai sobrar pelo menos um brigadeiro pra mim? Isso se eu tivesse sido convidada pra alguma coisa, né? Você foi? Nem eu.

Outro dia combinamos jamais nos separar no final de semana, que se não tivéssemos dinheiro pra sair, íamos pra casa de uma de nós e ficaríamos juntas como esses filmes americanos de amigas para sempre que passam na Sessão da Tarde.
Legal! O primeiro final de semana foi na minha casa. Comemos, bebemos, conversamos, rimos, brincamos... minhas compras da semana foram embora em dois dias e no bucho de 6 pessoas.
Resultado: Ninguém nunca mais falou em festinha na casa de ninguém. E eu fico só nos finais de semana.

Sábado eu fui à igreja com Fabinho. Depois do culto minha amiga se convida pra almoçar lá em casa e ainda leva o namorado e a mãe. Eu, como sempre, pensei: Oba! Pelo menos terei companhia na tarde desse maravilhooooso sábado!
Acorda, Alice! A amiga comeu. A mãe almoçou bem. O namorado idem. E 10 minutos depois à última garfada, foram embora com a barriguinha cheia que nem muriçoca, deixando pratos e panelas sujos na pia.

Por hoje chega tanta "latomia". Mas a culpada disso tudo só pode ser eu mesma. Devo ser tremendamente chata, ou minha companhia é insuportável. Se assim for, que puedo hacer yo?

Capítulo Anterior: 17/11/04

quinta-feira, 15 de setembro de 2005

I don´t wanna see dead people.

Eu morro de medo de fantasmas.
Nunca vi "dead people", não quero ver e tenho medo de quem viu. Fico arrepiada com histórias de "cancarma", de "esprito", alma penada. Gosto de história de "labisone" e bicho-papão, mas morto que volta, isso eu não gosto não.
Com o conhecimento religioso que tenho, sei que essas armadas são coisas do maligno, então quero distância de mim certas qualidades de assombração.
Também morro de medo do fantasma do desemprego, mas isso é post pra outra hora, hoje eu vou-lhes contar sobre o homem que entrou no meu quarto. Vixe, só de lembrar fico arrepiada, e tô sozinha aqui... tomara que Felipe chegue logo...
Mas...
Outro dia, ou melhor, outra noite, estava eu contente da vida, quase cochilando deitada na minha cama box king-size-ô-bicha-grande-que-ainda-pago-e-sabe-Deus-até-quando, quando de repente, não mais que de repente, e sabe-se lá por quê, abri os olhos e dei de cara com uma figura horripilante:
Um homem alto, magro, esguio, em pé em cima de mim. Não pude ver seu rosto direito, porque além de estar escuro, eu sou míope, mas só sei soltei um berro mais horripilante que a cara do sujeito, e com a coragem que ainda me restava, levantei minhas duas pernas e com toda a força que pude dei um coice no dito cujo, que caiu de costas em cima do ventilador.
Fechei os olhos, fiquei encolhida na cama e então a luz se acendeu. Tudo clareou no quarto e uma mão me sacudiu: "Kinha, Kinha, o que foi? Você deu três gritos horríveis, pensei que alguém estivesse lhe matando!"
Minha mãe me acordou, tremendo mais que vara verde com meu grito. Meu coração aos pulos. Tivemos que tomar água com açúcar, contei o que aconteceu e ela perguntou se eu não tinha orado. Ela teve que dormir na minha cama e de vez em quando eu a acordava sobresaltada com qualquer barulho.
Foi um pesadelo. Só não entendi como o ventilador foi parar de verdade no chão, já que ele fica aos pés da minha cama box king-grande-como-num-sei-o-quê. Queria saber como minhas perninhas conseguiram chegar ao final dos 2 metros de comprimento da cama e ainda chutar o ventilador. . .
Mistérios da meia noite...

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

Vortei.

Também voltei aqui.

O template tá meio gay, mas tô num fase de amar coisas afetadas, então tá bom.

Dia 30 do mês passado meu amado completou ano: 23 anos e 12 meses. Eu inventei de fazer uma festinha surpresa digna da idade que ele estava completando, mas achei que causaria um incidente diplomático familiar, e já que eu não sou lá muito querida das minhas cunhadas, resolvi evitar fazendo uma festinha temática do ursinho Pooh, que é a cara de Fabinho, só faltando a mosquinha na bochecha direita.
Nunca fizeram uma festinha pra ele quando criança, e eu acho que ele tem um certo trauma, pois eu nunca vi pessoa que gostasse mais de bolo de aniversário, brigadeiro e cajuzinho. Então pensei: Por que não fazer? Por que não fazer? Fiz-ô-ô!

Usei e abusei dos dons da minha amiga Jamille que desenha bem e sabe enfeitar uma festa como profissional. Comprei chapeuzinho, copinho, pratinho, bolas, língua de sogra, apito, velinha, bolo, tudo que uma festa de criança precisa ter e combinei tudo com minha cunhada Sheila.
Quase que tudo ia por água abaixo porque no dia anterior rolou um estress com essa minha cunhada. Ela tem uma língua, Deus benza, e fala de mim pra Deus, o mundo, cachorro, papagaio, periquito, e eu sempre acabo descobrindo. Dessa vez ela falou de mim pra ex-namorada de Fábio, que comentou com Jamille, que falou pra mim, eu falei pra Fábio, que falou pra mãe dele, que falou pra Sheila, que imediatamente ligou pra mim pra tomar satisfação. Pense! Acha uma absurdo? Desde que comecei a namorar Fábio que é assim, um diz que me disse, um fulano falou, fulano disse, um afirma, outro nega e todo mundo se acha no direito de saber e se meter na minha vida. Ninguém merece!
Mas tudo ficou parcialmente resolvido até a festa (que foi na casa de Fábio), pois como minha sogra disse: "Não se preocupe, eu sei fingir muito bem!".
Oukêi.

No dia da festa, Fábio passou o dia todo comigo e não sei como ele não descobriu nada porque era tanta ligação pra lá e pra cá, gente que vinha na minha casa na surdina pegar alguma coisa e meu amor, bichinho, completamente alheio à movimentação, triste porque quase ninguém tinha ligado pra ele, numa deprê que fazia dó.
À noite já estava tudo combinado. Sheila ligaria pra ele avisando e alarmando que a mãe estava muito doente, que estava sozinha e blá-blá-blá. Atriz só tem até ali.
Quando ela ligou, Fábio pirou o cabeção. Deu vontade de rir da cara dele de preocupado e da carreira que ele foi do supermercado onde estávamos até a casa da mãe.
Chegando lá, Sheila já estava no portão, a casa toda fechada e escura e Fábio saiu avionado que até esqueceu de desligar e fechar o carro.
Cômico foi a hora em que ele entrou. Pensei eu que quando a porta fosse aberta, todos correriam gritando "Surpresa!", mas não, Fábio entrou, passou pela sala, chegou até a sala de jantar, viu a mesa toda enfeitada e eu pensando: "Cadê o povo?". De repente saiu uma velha alta com uma língua de sogra na mão e um apito na outra gritando: "Êêêêê!". Sozinha. Parecia uma garça enlouquecida. Ela abraçou Fábio que não estava entendendo nada e só depois a multidão apareceu da cozinha escura gritando: Surpresa!

Nunca ri tanto na minha vida. Depois Kedma me contou sobre os bastidores: a mãe de Fábio ficou arrebanhando o povo na cozinha, sabe Deus por quê, dizendo que ainda não era a hora de sair, e aquela garça assustada, foi a ovelha desgarrada, única com bom senso a entender o momento exato de fazer a surpresa.
O resto da noite foi pra comentar o epísódio e comer brigadeiro. Fábio feliz da vida, enfim, essa foi a sua primeira festinha de aniversário, e a primeira vez ninguém esquece.

quinta-feira, 18 de agosto de 2005

Em manutenção.

Estamos trabalhando para o seu conforto e comodidade.
Em breve voltaremos com novidades.

segunda-feira, 15 de agosto de 2005

Tem gente reclamando que eu ando sumida.
Enjoei do msn, do blog e da internet, então sumi. Na verdade eu sou a única pessoa da face do planeta que ainda não tem internet banda larga, então entrar na internet pra mim é um saco, visto que tenho que ficar horas esperando uma página abrir.Na verdade são minutos, mas pra quem paga na moeda "impulso" viram horas de trabalho pra poder pagar.
Por essas e outras dei um tempo. Também pra ver se alguém sentia minha falta.
Depois de telefonemas, e-mails, cartas e telegramas de fãs ansiando o meu retorno triunfal, tentarei ser mais assídua (pelo menos durante essas duas semanas de curso em que tenho internet rapidez "di grátis")

Notícias de última hora:

Passei alguns dias na casa de mamãe e acabei descobrindo um lado meu que antes não conhecia: Sou materialista.
Fiquei arrasada com isso, logo eu que prego o desapego aos bens materiais!
Pois, passei 5 dias me Paulo Afonso e morri de saudades do meu carro cheirando a novo, da minha cama box king size-sabe-Deus-quando-vou-terminar-de-pagar, meu guarda-roupa novo, lindo e grandão, minha TV de 29 polegadas.... ah! Saudade...
Ah, sim, claro, saudade do meu amado de pernas grossas e boca fofinha, como não?

Ops,
Tocou a sirene, deixa eu voltar pra aula.

Falei e Disse.

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

Essa semana andei pelas ruas e achei todo mundo feio. A cidade em peso povoada por pessoas feias.
Um cara perto de mim com uma boca tão grande falando tantas besteiras que dava pra ouvir o barulho dos lábios batendo um no outro "plaft, plaft!". Fiquei enojada.
Um moleque estudante de Física que também falava alto sobre Eletromagnetismo, Física Quântica, Vetores, Geometria Analítica, Álgebra Linear, se gabava e eu me controlando pra não vomitar em cima dele.
Na aula de Matemática Financeira, aqueles estudantes caricatos que vão pra faculdade vestidos com o samba-canção que dormem de tarde, chinela e canelas magras e se acham amigão do professor, contam piadas que supõem engraçadas, ou soltam piadas com o professor em tom mais baixo, só pra os colegas ouvirem e pensarem que ele é o "corajosão", "o tira-onda"... bando de péla saco!
E pra completar um carinha atrás de mim corrigindo meu exercício: "Né isso não, mulher! É assim e assado!". Acabei acertando o "dever" e deu vontade de olhar pra ele e dizer: "Vem cá, te conheço? Eu, hein!"
Nesse dia só vi gente horrorosa e um maluco que pregava tapando a mão com a boca. Vai ver que era banguelo e me poupou de mais uma cena bizarra.
Pra não dizer que Aracaju toda tava enfeiada nesse dia, vi um cara que era a cara de Lineu, corôa até bonito, e um carinha que era a carinha de Marcus Paulo, mas quando ele andou percebi que tinha pernas de alicate.
Nada é perfeito.

Falei e Disse.

quarta-feira, 20 de julho de 2005

Feliz Dia do Amigo...


Para todos os meus amigos!

Mas hoje queria falar de dois amigos em particular, não fiquem enciumados porque todos são especiais pra mim.
Quero falar de um amigo que conheci há pouco mais de 1 semana, uma dessas pessoas de quem você simpatiza logo de cara.
Tenho certeza que todo mundo já conheceu alguém nessa situação, mas imagine ir com a cara da pessoa e no minuto seguinte descobrir que ela tem muita coisa em comum com você, melhor ainda, com você e com seu (sua) namorado(a) e mais, perceber que ele acha engraçado as idiotices que você fala e ainda acrescenta com alguma tirada espirituosa. Tá fácil? Pois foi assim com Hermeson.

Fábio, eu, Damaris, Suellen, Ellen e Hermeson


Cantor renomado, carreira em todo o país, dois Cds gravados, voz abençoada, super simpático. Estava visitando a igreja a convite do pastor Davi e sua família e ficou durante os três dias de conferência. Cantou, orou e riu muito com a gente. Sei que vai ser muito difícil outro final de semana desses, será difícil até mesmo encontrá-lo novamente, já que ele mora em outra cidade e passa o ano viajando pelo país, mas também sei que ele nunca será esquecido e sempre ficará guardado naquele cantinho dos nossos corações reservado a pessoas especiais.Desejamos o melhor da vida a ele.

Também queria falar da minha queria amiga Mad Maria, antigamente conhecida por Gláucia.
Como alguns sabem, eu e Gláucia trabalhamos juntas na DESO, época boa de "urêa seca", a gente ganhava pouco, mas se divertia. Eu acabei saindo da DESO, abandonei minha amiga à própria sorte e no final das contas Gláucia também pediu as contas pra trabalhar na construção de uma ferrovia em Alagoinhas/BA.
Ah, fizemos uma festa de despedida tão linda! O namorido dela foi um anfitrião tão animado (apesar de nunca passar a palavra aos convidados), o vizinho quebrou dois bancos, tadinho, nem era tão gordo, comi farofa com pimenta, fiquei sabendo de apelidos interessantes dos familiares da minha amiga, teve champanhe caro no telhado e na cara das visitas (vai entender), tomamos licor de D. Maria (era pra vender, mas Nel, ousada, fez a mulher abrir pra ela poder provar), conheci Shakira (a cachorra)... tudo tão lindo!
Terminamos o dia com a entrada da noite. Deixamos nossa amiga com acenos de adeus, olhos marejados, muitas lágrimas e desejos de Boa Sorte e muita saudade precoce.
Hoje ela tá lá, tadinha, na construção da ferrovia no meio de num-sei-quantos-homens, trabalhando de domingo a domingo, de sol à sol, tomando bronca, lerê-lerê, sem a cantina pra matar o tempo, sem corredor pra olhar a vida do povo, sem internet pra dar nó no trabalho, sem o verde dos jardins do DESO, sem amigos, sem o amor... ai! Amiga, notei sua voz triste no telefone, só te digo pra ter bom ânimo, como disse Jesus aos discípulos, "no mundo tereis aflições", mas um dia isso tudo passa e sei que você vai voltar com uma grande experiência de vida.
Ah, e se você vir o Fábio Assunção, diz a ele que eu e Nel mandamos um beijo, viu?
O melhor da vida pra você.

O melhor da vida pra todos.
Êêêêêêêêê!!!!!!

sexta-feira, 8 de julho de 2005



Quase 4 da manhã e eu aqui com insônia, dor de cabeça, sem conseguir pregar o olho.
Estava tentando entender porque o blog não mais me atrai, como não mais me atrai tantas outras coisas.
Vasculhando minha vida de um ano atrás, percebi como isso aqui era infinitamente melhor apesar da melancolia e da solidão, e como hoje é tudo tão diferente.
Antes parecia que as coisas ruins nunca teriam fim, que eu não seria capaz, que a solidão estaria sempre comigo e as ilusões que me acompanhavam.
Hoje pareço não ter mais ilusões, vejo a vida mais claramente, mas nunca mais achei uma letra de música ou uma poesia bonita pra colocar aqui... nunca mais achei nada interessante na minha vida pra escrever. Mas isso não me incomoda, absolutamente, me traz uma certa paz... ou não?
Deve ser por essas e outras que hoje não consegui dormir. Muita coisa pra mim já não é mais como era antes, e apesar da inquietude, não estou triste.
Hoje não suportaria mais o salário que recebia há um ano atrás naquele emprego de 6 horas por dia e tardes ociososas;
hoje não suporto mais uma igreja com tradições, religiosidade exacerbada, hipocrisia, falso moralismo, normas, ritos e formas;
hoje não suporto mais ficar remoendo um amor não-correspondido ou uma rejeição.
Não que eu esteja curada de tudo que sentia há um ano atrás, mas parece que hoje, apesar do mesmo medo, pareço ter mais coragem.
Ou não.

Falei e Disse.

quarta-feira, 22 de junho de 2005

A vida é a arte do encontro

Coisa boa é quando um amigo distante liga só pra dizer oi no meio da tarde.

Eu sempre fui muito boba pra gostar das pessoas. Gosto gratuitamente, apaixonadamente, mas a recíproca nem sempre é verdadeira.
A maioria dos meus amigos, aqueles de quem eu gosto mais, está distante de mim. Alguns me ligam de vez em quando, outros nunca mais eu falei. Nem vi. Nem sei por onde andam, mas continuo gostando deles mesmo assim.

Tenho um amigo que já namorou duas de minhas primas, era legal porque era como se ele fizesse um pouco parte da minha família, e quando a gente é da família, mesmo que esteja longe, nunca será esquecido, porque não se esquece uma parte da gente.
Agora ele inventou de ficar apaixonado por outra menina que não conheço, e é ruim porque parece que ele ficou mais longe, parece que não vamos mais poder sair como antigamente nas noites loucas, contar piadas até chorar, pular de casa em casa das amigas...

Também soube hoje que uma amiga vai trabalhar e morar numa cidade no interior da Bahia. Só de saber já fiquei com saudade, uma dorzinha chata no peito, triste, porque apesar de não vê-la todos os dias, sabia que no dia que a gente marcasse um encontro no shopping, na universidade ou na minha casa seria mais fácil do que agora em diante.

Mas é assim mesmo... é uma pena que haja tanto desencontro pela vida.

Falei e Disse.

domingo, 19 de junho de 2005

Rubinha Barrichello

Misericórdia, dirigir é complicado demais. Não sei se passo a marcha ou aperto a embreagem, se acelero ou seguro o volante, se olho pra frente ou pra o retrovisor, cruz credo. Dá uma tremedeira nas pernas, às vezes nem sei o que fazer, se desvio do cara da bicicleta que tá no meio da pista, ou passo por cima... fora isso, eu sou péssima em desviar de buracos na pista, caio em todos. Mas é assim mesmo, depois de 10 anos pode ser que eu venha a ser uma boa motorista, por enquanto tenho só 1 semana de experiência, acham muito, é?
E que carestia é essa da gasolina? Nossa, haja dinheiro! O povo ainda pensa que tô ganhando muito dinheiro porque comprei um carro, e ninguém sabe que tô ficando é mais pobre, é verdade. Mas é assim mesmo... luxo, né?

E parabéns pra mim e pra meu amor que hoje estamos completando 1 ano de namoro. O amor, como sempre, é muito lindo, só tô chateada porque ele deveria estar aqui ao meu lado agora, mas teve que ir ajudar a irmã numa mudança. Humpf!

Por hoje é só. Daqui há um ano eu retorno. Beijos a todos.

terça-feira, 31 de maio de 2005

Eis-me aqui.


Cheguei do trabalho e juro que me esforcei pra ficar acordada. Mas sabe aquele sono, que não é sono de preguiça, é um sono cansado que vem lá da alma, do fundo do cérebro e vai lhe entorpecendo, lhe deixando cega, mole, sem forças... sabe? Então, quando dei por mim estava deitada na minha cama-box-casal-tamanho-king-size-da- Ortobom-que-custou-os-olhos-da-cara-e-pagarei-em-12-meses (olha o merchand!) dormindo o sono dos justos. 
Mas, como prometi, e como vocês também prometeram torcer por mim (ouvi vozes no meu cérebro gritando com as mãos pra cima pra que eu acordasse como aquela propaganda de cerveja), eis-me aqui pra lhes contar sobre mais um dia da minha vida. 

Tcharámmmmm!!!! 
Contar o quê??? Tenho nada pra falar não. Nada novo. Trabalhei muuuuito hoje, tenho uma ruma de horas a pagar até o final do mês. Então fiquem com a mais nova novidade. Se tudo der certo até o final da semana muitos de vocês poderão me ver barberando, quer dizer, barbarizando pelas ruas de Aracaju nesse carro aí abaixo. É, estarei chiquemente motorizada com um carro popular mas que tem ar condicionado, viu, que é pra não derreter minha maquiagem com o calor. 

Falei e Disse.

domingo, 29 de maio de 2005

Sábado normal


Igreja. Povinho feio. Tarde com meus pais, minha ex-cunhada Nina e depois com Santinho, amiga da família. 
Chega uma certa idade em que as pessoas se encontram e só falam em doença. E haja Santinho falar pra meus pais que está com um pé na cova e outro fora, que o médico disse que ela tem que parar de fumar, parar de comer demais, deixar de ser sedentária e fazer academia. E haja reclamar que a academia deixa ela moída, sem ar e que agora ela só pode comer casca de pau, plástico e isopor porque nada disso tem açúcar, sal ou gordura. 
E eu Fábio, calados, ouvindo, só rindo. 
É... ontem foi um sábado bem normal.

sexta-feira, 27 de maio de 2005

DELIRIO

Não vou buscar
A esperança
Na linha do horizonte
Nem saciar
A sede do futuro
Da fonte do passado
Nada espero
E tudo quero
Sou quem toca
Sou quem dança
Quem na orquestra
Desafino
Quem delira
Sem ter febre
Sou o par
E o parceiro
Das verdades
A desconfiança


Secos e Molhados

De repente deu uma saudade doída do meu blog. Doeu mais ainda quando parei pra pensar e não vi nada o que escrever aqui. Lembro dos tempos de melancolia, dos dias alegres, das histórias engraçadas e de outras totalmente sem graça.
E hoje? Escreveria sobre o quê?
Sei lá.
Vou falar do meu trabalho o dia todo, do sono quando chego em casa, dos estudo preguiçosos de Matemática Financeira, do meu amado, nossas brigas e risadas, meu carro (me apaixonei por ele hoje, logo estará comigo), dos meus amigos loucos, das minhas primas sem juízo e de uma saudade que sabe-se lá por quê não some nunca.
Estava com saudade dos blogs incríveis que costumava a ler e que me serviam de inspiração, dos comentários inteligentes, dos desaforados e dos pouco inteligentes também.
Saudade das letras de música, dos sons, da poesia, dos sonhos, da ilusão.
Saudade dos amigos.
Saudade de você que ainda me procura por aqui.
Voltei.
Torça pra que o sono não me derrube durante toda a semana quando chego em casa e eu possa te contar um pouquinho de mim todo o dia. Ou quase todo dia. Uma vez por semana. De quinze em quinze dias. Um dia... qualquer dia. Mas torça, viu?

Falei e Disse.

terça-feira, 10 de maio de 2005

Em reforma.
Voltarei em algumas horas

sexta-feira, 15 de abril de 2005

Paulo Afonso

Estou aqui em PA na casa de mamãe. Aqui é bom, vocês não têm nem idéia.

Ontem eu encontrei uma colega de loooooongas datas. Sabe aquelas amigas que de tanto você andar com ela passa a falar as mesmas coisas com a mesma entonação na voz e até as manias passam ser as mesma. Então, com Werllinha era assim. Ela tinha uma mania de pegar um mecha do cabelo lavado e ficar cheirando. Veja só, e eu ia na mesma onda, a gente conversava e de instante em instante cheirava o próprio cabelo. Fora isso, a gente tinha uma mania de quando queria mangar de alguma coisa em vez de falar: "Boniiiito!", exclamava: "Bíííuriful!" (Beautiful). Era disso pra pior.
Ontem eu a encontrei. Engordou um pouquinho, casou e tem um filhinho de nome bem diferente -Iasek (não sei a grafia correta). Ela ficou paralisada quando me viu, pensei que não estivesse me reconhecendo, mas na verdade tinha ficado surpresa.
Foi muito bom vê-la e lembrei logo de tudo que a gente aprontava no tempo de escola. Tempos bons!

Eu cheguei aqui em PA terça-feira, mas fiquei trancada em casa até ontem. Dá vontade de sair de casa não. Será a idade? Só ontem deu vontade de sair com minha prima Dandinha, fomos ver um cantor cantar (claro!) na igreja Adventista. Foi mais ou menos, o cantor era mais ou menos, mas arranjei até paquera. Um negão também cantor com CD gravado e cheio das brincadeiras, mas só serviu pra gente rir mesmo.

Amanhã meu amado chega aqui. Não consegue viver longe de mim, e me liga três vezes ao dia, todos os dias desde que cheguei. Ei, péra aí, hoje de manhã ele não ligou ainda. O que será que aconteceu? Será que ele está aprontando alguma?

E só pra deixar registrado, pra quem não sabe direito, nem todo crente é como a Creuza da novela América, ok?

Também pra deixar registrado, hoje tive um sonho saudosista e de certa forma bom. Saudade, saudade...

segunda-feira, 4 de abril de 2005

Anta Nordestina

Eu sou uma anta mesmo. Consegui acidentar-me a mim mesma.
Minha mãe recentemente também conseguiu a mesma proeza, queimou-se a si própria com uma bolsa de água quente, receita de minha vó pra curar uma dor teimosa no braço. Diz mainha que não sentiu nada na hora, absolutamente nada, não sei como, só notou o estrago quando as bolhas começaram a aparecer. Ficou na carne viva, uma coisa horrível. Pra completar, ela feito criança, estorou as bolhas. Argh! Aí foi pior, um líquido amarelado ficou escorrendo e ... credo! Que nojento! Só de lembrar me dá uma agonia acrescida de uma fraqueza nas pernas e nos braços.

Já um tio meu quase perdeu sua própria unha orando. Sim, orando. Estavam todos de joelhos na hora do culto e após o amém ele foi levantar-se e para isso apoiou uma das mãos no joelho que já tinha sido erguido. Não sei se foi castigo pela semelhança com a coreografia do "bota a mão no joelho, dá uma abaixadinha", se foi, o castigo veio à galope, porque ele espremeu o dedo polegar entre o joelho e a cadeira da frente. Outra coisa horrível: a unha ficou roxa do sangue pisado, fofa, nojenta mesmo...

Comigo aconteceu quase o mesmo.
Outro dia, ou melhor, outra noite faltou luz e o ventilador parou de rodar. Pela manhã constatando o retorno da energia e querendo ficar um pouco mais na minha cama morninha, fui ligar o ventilador. Nada. Tentei novamente e descobri que o bicho tinha pifado. Acocorada, mexi na tomada e praguejei. Levantei rapidamente ainda meio cega de sono e mais ainda da miopia e bati com toda força do mundo uma lado da minha bunda no puxador da gaveta.
Foi uma dor tão grande que toda a minha perna esquerda ficou paralisada imediatamente. Passei mais ou menos 10 minutos deitada no chão gemendo: Uuuuuhhh!!!
Resultado: uma "ronxa" do tamanho de uma laranja no meu glúteo, uma dor miserável e no outro dia piscina com um biquini tão grande que parecia um short (eu ia dizer bermuda, mas achei muito exagero) pra esconder o hematoma.

Uma coisa é certa, sou mesmo uma anta, e pior, uma anta nordestina.

quinta-feira, 17 de março de 2005

1 semana de fama

Passou.

E eu nem aproveitei. Só escrevi um post durante a minha semana de fama para os meus cento e tantos leitores (?) diários. Mas foi bom mesmo assim.
A quem interessar possa, ando cansada de tanto trabalhar. Muito bom trabalhar! Meu irmão conseguiu um servicinho temporário pra mim na Petrobrás pra animar um pouco as coisas que andavam bem devagar. Também pra me deixar de água na boca, ô vontade de ser funcionária dessa empresinha fraquiiiiinha, mô Deus!
Uma coisa é certa, quando acabar minha temporada petroleira, sentirei muita saudade da máquina de cafezinho. Hum! Já tô viciada no chocolate quente diário e gratuito. Só disso sentirei falta (até parece). Ah, e também do aquário de água salgada do chefe do meu irmão, com seus peixes palhaços, estrelas do mar e um tipo de camarão que vai ser papai em breve e vive brigando com outros peixes. Um aquário hipnotizante em pleno ambiente de trabalho. Muito legal.
Fora isso, tudo normal, e já estou anunciando o fim dos meus dias de passageira de ônibus coletivo. Será um adeus às histórias toscas, pois logo estarei mo-to-ri-za-da-sou-muito-chique.

Parabéns pra cidade de Aracaju. Hoje é feriado e aniversário de 150 anos dessa menina. E eu estou aqui em casa já me sentindo meio entediada. Meu amor dormindo e eu catando o que fazer. É a vida... e é bonita, é bonita e é bonita!

Falei e Disse.

quarta-feira, 9 de março de 2005

Uóti????!!!!!*

 

(tradução: What????!!!!!)

Mentira!
Né não!
Fala sério!

Eu? Euzinha?! No Blogs of Note?!!

Rapaz, não acredito, meu sonho realizado!

Quase sempre navegando pelos blogs of notes da vida, sentindo aquela pontada de inveja a corroer as minhas entranhas, pensava: Será que ninguém nunca irá me notar? E hoje, quase que abandonando o pobre bloguinho, lendo os comentários, estranhei os parabéns e as felicitações dos meus amigos pela indicação. Fui correndo na página do Blogger e vi lá, lindo, reluzente, o meu blog!

E não é que é verdade?
Realmente, como comentou a amiga Baratinha (minha amiga, minha amiga!), Clube da Luluzinha. Mas tinha que ser, né? Dia Internacional da Mulher, eles tinham que fazer uma agrado.
Com a indicação do blog da amiga Barata eu concordo, assino embaixo e sei que ela já deve ter sido prestigiada no BON outras tantas vezes pois escreve bem demais, mas eu? Eu??? Vai ver que fui no bolo aí do clube. (Olha a modéstia!)

Mas, menina, tô chique demais!
Como diria a famosa Pink, tão famosa quanto eu,( ham, ham!) com seu sutil sotaque pernambucano: QUE LINDO!!!!!!

domingo, 6 de março de 2005

Na trave!

Aconteceu novamente. Eu estou pior do que Rubinho Barrichello, quando não chego em segundo, quebro o carro.
Da primeira vez era uma vaga na Prefeitura de Aracaju, cheguei em quinto.
Na segunda vez, uma vaga na Embasa em Paulo Afonso, cheguei em quarto.
Agora eram 6 vagas, fiz 22 pontos na prova e quando fui ver o resultado, só quem fez 24 e 23 pontos conseguiu entrar.
Um ponto! Um mísero ponto!
Conformada, digo: "Não era pra mim!"
Outros tentam me incentivar: "Veja que você está no páreo!"
Mas como diria Galvão Bueno: "Na traaaaaveeeeeeee!!!!!!"

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

"Olhe nos olhos, quero ver o que você faz..."

Aconteceu domingo passado.
Não... deve ter sido no outro... sei lá, foi num domingo desses aí em que fomos à praia no carro novo de Kedma: eu, Iris, Gis, Bianca, e os guris Nicole, Vinícius e Mateus. Sair com esse povo é sempre uma aventura.
Kedma já contou essa história no blog dela, mas eu tenho que contar a minha versão, porque ela é muito exagerada e eu sempre conto de forma mais verdadeira.

Kedma ia dirigindo e conversando e contando causos e falando mal do povo e todo mundo tagarelando e eu com o coração na mão. Em uma das esquinas ela pensou em parar pra ver se vinha carro à esquerda pois ia entrar à direita. PENSOU, porque na verdade ela não parou, seguiu distraída, olhando demoradamente pra esquerda, enquanto o carro foi, foi... Pei, pum, plá! Foi subindo numa calçada altona e tirando o maior fino numa placa de sinalização. Eu gritei, obviamente todo mundo gritou, Bianca bateu a cabeça e no final todo mundo riu.
Thuuuudo bem!
Na volta ela deu o carro a Iris e ia tudo correndo muito bem quando fomos paradas por uma blitz. O guarda notou logo a multidão no banco de trás.

- Habilitação e documento do carro, por favor.
- Pois não.- Iris responde educadamente.
O guarda vai lá atrás, confere placa e volta.
- Dona Iris?
- Sim?
- A senhora será autuada por excesso de passageiros.
Silêncio geral.
- Três adultos, três crianças. A senhora deve saber que pelas leis de trânsito só é possível três passageiros atrás, blá, blá, blá...
Iris ouvia atentamente. Quando acabou o discurso, ela apelou:
- Mas você não vai fazer isso comigo e com as minhas amigas, né? Olha, vai chover, estamos com crianças, só vamos até ali pertinho, libera a gente, vai?
- Não, senhora, não será possível.
- Ah, mas eu estou vendo que você é bonzinho. Tenho certeza que você não quer fazer isso.
- Senhora... blá, blá, blá... (mais outro discurso)
- Ei, ei... (Iris interrompe o discurso) Porque você não olha pra mim quando fala comigo? Olhe pra os meus olhos!
O guarda começa a ficar ruborizado.
- Ei... olhe para os meus olhos! Eu sei que você vai ser bonzinho comigo.
O guarda começa a gaguejar, provavelmente já se apaixonando.
- Eu, eu, eu vou chamar meu amigo pra preencher a multa porque eu não sei... quer dizer... eu sei, mas ele tá mais acostumado que eu.
- Vá, pode chamar que eu sei que seu amigo também é bonzinho.

O outro pobre guarda se aproxima, joga mais um discurso, Iris joga novamente seus lindos olhos azuis, ele começa a rir e acaba nos liberando.
Pra completar, Pingo de Ouro, essa, coloca sua pequena mãozinha pela janela do carro e ainda dá tchau para os guardas, o tchau mais lindo do mundo, olhando com seus enormes olhos azuis. Filha de peixe, hein? Com três anos já tá assim, imagine!
E a gente seguiu, comparando Iris com Nazaré e rindo pra se acabar. Ir à praia com essas meninas é uma onda.

Falei e Disse.

sábado, 19 de fevereiro de 2005

Coisa boa é fazer aniversário.

O telefone não pára, o celular grita desesperado a todo momento, mensagens, torpedos, e-mails, cartões, presentes...

Mas falar do meu aniversário nessa altura do campeonato não tem mais nem graça.
Eita, mas eu andei foi sumida! Também, pudera, aqui em casa o computador está virulento e pra abrir uma página na Internet é preciso mais ou menos um mês e meio. Misericórdia!
Não vou falar mais do meu niver, porque já passou e faz tempo, mas se eu fosse falar ia contar que ganhei uma blusa linda, maravilhosa, da minha Jamille, e graças a ela não saí com roupa repetida pra comemorar meu niver.
Ia também contar que meu amigo Raul, europeu, italiano, chique demais, disse que dava azar comemorar sem bolo e levou pra pizzaria um bolo lindo, delicioso, de presente pra mim.
Também contaria que pela primeira vez na vida, aos 27 do campeonato, ganhei uma cesta de café-da-manhã, de quem?! De quem? Quem?! Ele - o próprio - meu lindo!
Nem vou contar que meu amigo Marcus me deu um presente belíssimo, chique, que eu amei, assim como todas os outros presentes.
Mas o melhor de tudo foi a companhia de todos os meus amigos. Risadas, risadas e risadas, porque meus amigos são todos e inteiramente bobeira e gostamos de ser assim.
Ah, seu eu fosse falar do meu aniversário, contaria que primeiro Ellen e Suellen se perderam ao caminho da pizzaria e eu acabei encontrando-as na esquina do Hospital São Lucas indo em direção totalmente contrária.
Depois foi a vez da gente se perder, porque Fábio entendeu Marcus dizer que a pizzaria era perto da Escola Parque e na verdade era perto do Colégio Águia, agora me diga se tem alguma coisa a ver! Só sei que no meio de tanta perdição, encontramos Kedma, Iris e minha amiga Gláucia de carona, também perdidas ao caminho da pizzaria.
Então você pode perguntar: onde que diabos era essa pizzaria?
Oras, não sei te explicar, só sei que a gente perguntou a Deus e o mundo e em um dos lugares que Fábio parou pra se informar, esqueceu que Iris vinha atrás, deu ré sem olhar e bateu no carro novinho de Kedmma que ela tinha acabado de comprar.
Pronto! Deu logo uma dor nas minhas pernas, comecei a reclamar com Fábio, as meninas riam como hienas, mas a sorte foi que nada aconteceu. Mesmo assim Kedmma ameaçou chamar a Justiça Volante, mas Fábio esse, rapidamente, deu a volta e sumiu na poeira. Só fomos nos encontrar na porta da pizzaria, todos às gargalhadas.
E mais gargalhadas, porque Fábio estacionou o carro colado a um monte de areia de construção e Suellen, que saiu por último e não tinha fechado a porta do carro direito, foi dar aquela "bundada" pra porta fechar, se desequilibrou e caiu com um dos braços no barro.
Ai, ai! Isso tudo eu contaria se fosse falar do meu aniversário hoje, então vocês vão ficar sem saber que eu ganhei do gerente da pizzaria um pudim lindo, maravilhoso, com morangos em cima e até velinha, e todos os garçons bateram palmas, apagaram as luzes e quando eu fui tirar o primeiro pedaço e dar pra pessoa que eu mais amava naquela mesa (esta pessoa já estava com o pratinho estirado pro meu lado, lambendo os beiços) descobri que o pudim era de "enfeitcho".
Isso tudo vocês ficariam sabendo, mas eu não vou contar, porque meu niver já passou e faz tempo.

Falei e Disse.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Meu Niver


Eu e o pudim falso que ganhei no dia do meu aniversário. Pobre de Fábio, já estava com água na boca desejando. Sobrada!





 


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

É amanhã!

Quem quiser comemorar comigo ligue pra mim pra eu dizer onde fica a pizzaria. Mas nem pense que vou permitir cantoria de parabéns ou bolinhas de assopro, chapéuzinho ou língua de sogra. Poupem-me do ridículo! Mas aceito de bom grado os parabéns de todos.
Beijinhos!!!!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2005

Notícias! Notícias!




Estou bem, obrigada.
Dentinho devidamente extraído. Nenhuma dor. Foi rapidinho.
Sobre a demissão, foi uma demissão em massa. Mais de 200 pessoas. O contrato acabou então todo mundo foi pra rua, inclusive eu. Logo eu, que nunca fiquei desempregada!
Mas ainda não estou sentindo falta do trabalho. Nem um pingo. A única coisa de que sinto falta é do ar condicionado e da internet rápida.
Estou me sentindo de férias e já estou começando a estudar para os concursos e provas que virão.
E a vida segue...

Ah, sabe aquela minha prima que contou a história da "morróia" e o creme que vazou? Então, veio me contar hoje do maior mico que pagou em toda sua vida.

Voltando pra minha casa, ela viu um casal se agarrando na porta do prédio e pensou:"Rapaz, não acredito que Erika tá fazendo isso com Fábio! Se agarrando com Dió! Logo aqui na porta de casa!"
Se aproximou pra ver melhor, e quando chegou bem perto deu uns tapinhas nas costas da garota - tap, tap - e disse: "Bonito!"; só quando a menina virou foi que ela viu que não era eu. Pediu desculpas e saiu toda dura, pensando: "Ô, pôxa! Que fora!"

Eu agüento uma pessoa dessa? Ri tanto que quase os pontos saem da boca. Completamente non sense.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2005

Duas notícias

Tenho duas notícias pra dar.
Uma boa e outra ruim, qual vocês querem primeiro?
A boa?
A boa é que não precisarei mais acodar de madrugada, pegar dois ônibus lotados, caminhar 4 quadras e ainda dar bom dia sorrindo.
A ruim...
A  ruim é que eu estou desempregada.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2005

E o dente ainda dói

Ontem o dente parou de doer por alguns instantes, então passei a conjecturar com o restante dos meus dentes:
"Dente também é gente e esse só quer crescer e brincar junto com os seus irmãozinhos, por que seria eu a responsável pela interrupção dessa vida que clama?"

À noite, eu sem conseguir dormir de dor:

"Vai, desgraça, amanhã eu te acerto!"

p.s.: Desculpem o post sem graça, é que eu não consigo pensar.
Vem cá, porque ninguém comenta as minhas fotos? Será que ninguém as vê?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2005

Pedaço de Mim


"Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim"

Está decidido.
Sexta-feira eu 'rranco esse dente que me incomoda.
O dente do juízo, ciso, queiro, como se chama... 3º molar? Sei lá, só sei que ele irá sumir da minha linda boquinha porque não o agüento mais me maltratando.
Pior é que ninguém se compadece de mim: sete dias e sete noites em cima de uma cama e nem um copo d´água me trazem.
gora, confesso, estou tremendo de medo. Já implantaram em mim o terror. Uns dizem que dói demais, que serra o osso, que desloca a mandíbula, que os ossos da face ficam doloridos, que depois infecciona, fica inchado.... Aaaaaah!
Alguém que já tenha passado por essa experiência poderia me tranqüilizar?

terça-feira, 18 de janeiro de 2005

Hemorróida

Esse é um daqueles posts de quem não tem o que falar.
E é um post exatamente sobre isso, sobre não ter o que falar.
E se você é uma dessas pessoas que sempre esperam que os outros tenham o que falar, que só escrevam em seus blogs coisas interessantes e se escandalizam com posts sem conteúdo, então não continue a leitura deste.

Sábado à noite.
Ou seria domingo pela manhã?
Sei lá, era a mesma coisa, mesma falta do que fazer.
Eu, Mille e Drica. Já tínhamos jogado Can Can trilhões de vezes, contado todas as fofocas de todas as pessoas conhecidas e agora estávamos sentadas na cama e algumas vezes no chão olhando para o teto, pensando na morte da bezerra.
De repente alguém, num surto de imaginação, pergunta:
- Como será dor de hemorróida?
Eu continuo, perturbando:
- Sei não. Diga aí, Drica, como é, vc que tem.
Ela completa:
- Eu não tenho, mas pergunte a Fulano que ele tem.

Fulano é uma pessoa bem conhecida na igreja, um desses personagens caricatos com nome estranho que logo ficam famosos em qualquer comunidade. Então veio a surpresa:

- Como você sabe que ele tem????
- Ah, eu soube. Ouvi por aí. Depois que eu soube só sentava atrás dele na igreja pra observar alguma mudança de comportamento. Tinha curiosidade pra saber como ele se sentava, como se levantava, se era de bandinha... um dia eu olhei tanto pra o fundo das calças dele até que notei uma manchinha amarela, aí eu pensei: "Ali foi o creme que vazou".

Agora imaginem a nossa cara de paisagem ao final dessa história.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

Cabo de Guerra

É um cabo de guerra.

Eu de um lado, ele no meio, sua família do outro.
Guerrazinha injusta e estúpida.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2005

Amanhã não se sabe


Meu coração hoje tá apertadinho, apertadinho. Não sei por quê.
Fazem 6 meses, quase 7, que ele vive assim. Apertadinho, apertadinho... por quê?
Aí a menina De Perna Curta escreve (e ela escreve bem demais) e eu começo a entender, ou pelo menos perceber o por quê.

Eu estou de coração apertadinho por achar que meu amor não me ama do jeito que eu sou. Às vezes ele se irrita fácil comigo, talvez por eu ser chata, mas ele não deveria me amar mesmo eu sendo chata? Não, ele não tem obrigação disso, mas eu o amo, mesmo quando ele fala errado, mesmo sabendo que ele não tem obrigação de falar certo. Ou tenha. Sei lá.

Meu coração ta apertadinho porque o telefone tocou hoje mil vezes e nenhuma das vezes foi pra mim.
E eu não posso ligar pra pessoa que eu gosto porque ele é o bebê da família e todos morrem de ciúmes. E minha cunhada se intromete e fala mal de mim pra ele. Mas eu li por aí que a sogra de uma menina faz cafuné nela, e eu choro de inveja pois minha sogra até já me chamou de doente. Talvez eu seja doente mesmo por morrer de ciúmes do filho dela, mas isso não lhe dá o direito de me dizer.

Tá apertadinho porque vejo que as pessoas são superficiais e quando alguém não é igual a todo mundo é discriminado.
Eu não sou igual a todo mundo. Eu não uso jóias, não tenho pernas grossas, não usa saias e shorts curtos, não tenho cabelão, sou míope e não gosto de pagode. Tenho 26 anos, quase 27, com cara de 16. Aceitei uma religião diferente das outras religiões ditas evangélicas que têm por aí. Sou engenheira mas não tenho carro. Morro de medo de dirigir e inveja de quem dirige, e de quem já foi à Europa, mas minha mãe não acredita que eu vá dirigir um dia por aí , nem que eu vá um dia sozinha à Europa, porque eu não gosto de ser sozinha. Eu tenho pavor de viver sozinha.

Eu não sou igual a todo mundo porque sou a única entre as minhas amigas que tem coragem de namorar um cara que não seja bancado ou que não tenha nível superior, e amá-lo mesmo assim. Mesmo se ele for feio de doer. Mesmo que ele não saiba sorrir. Não que meu amor seja feio, ele é lindo e sabe sorrir, mas algumas pessoas me discriminam e dizem: "Eu que não namoro pé-rapado!"; e perguntam: "Ele tem carro? Que carro?"
Eu não ligo pra essas coisas. Meu amor tem um carro bem velho caindo aos pedaços que nem é dele, é da mãe, e meu amor não tem nível superior e ganha menos do que eu. Mas às vezes parece que meu amor lamenta por eu não ser igual a todas as outras meninas, por não vestir saias e shorts curtos, por não usar jóias... não queria que meu amor fosse superficial, mas eu o amo mesmo se ele for.

Meu coração também tá apertadinho por ver namoros e casamentos desfeitos. Pessoas que mentem para os amados e traem os amantes. Enganam, maltratam, quase me levam a desacreditar no amor.
Mas tem sempre alguém por aí pra renovar as minhas esperanças, alguém que escreve lindas declarações de amor pra sua menina.
Pessoas abençoadas são aquelas que amam e são amadas e eu sigo otimista, quem sabe um dia eu também não recebo essa benção.

"Me abraça, me aceita
me aceita assim, meu amor
me abraça, me beija
me aceita assim como eu sou
e deixa ser o que for..."

(Amanhã Não Se Sabe - LS Jack)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2005

"Metade da população do mundo fala dormindo. A outra metade, ronca" - Parte II

Um dia qualquer da semana à noite. Eu e minha mãe assistindo TV enquanto meu pai de pernas cruzadas ronca de barriga pra cima. Antes de deitar, pediu a minha mãe para acordá-lo quando o Jornal começasse.
Tudo bem. Jornal começando e minha mãe tentando acordá-lo:
"Preto, preto, tá começando".
Um minuto depois.
"Preto, você não disse que queria assistir!"
Mais um minuto:
"Preto! Depois reclama que eu não chamei".
Novamente:
"Ô, Preto!!!"
Injuriado, meu pai reclama: "Me deixe, Isaura, já paguei a todo mundo. Num tô devendo nada a ninguém. " Vira pra o outro lado e continua dormindo.

Outro dia qualquer da semana. Eu, tagarelando com Fábio no sofá. Ele, de olhos fechados, ouvia atentamente (?) a tudo.
- Blá-blá-blá, blá-blá-blá... né, Fabinho?
- É, só não sei pra quê tanto alface.
- Quê?
Ele abre os olhos assustado:
- Eita, tava sonhando com um monte de alface.
E cai na risada.

Coisa de doido.

E ontem a família Buscapé foi para a Fazenda-Boa-Luz-Parque-Resort. Eu e Fábio, Iriscleide e Tito, Mainha e Painho.
Rapaz, parecíamos crianças. Alugamos uma bóia e ficamos revezando descendo um de cada vez no toboágua. Só não entrou na brincadeira Mainha e painho, porque não pegava muito bem uma senhora e um senhor de cabelos brancos gritando em cima de uma bóia amarela enquanto descia com toda velocidade e caía na água juntamente com um bando de guris.
O mais empolgado de todos era Fábio (aguardem as fotos), que mantinha um sorriso de lado a lado enquanto descia em cima da bóia, depois subia a ladeira correndo com a bóia em cima dele pra descer mais uma vez.
Ainda me fez andar de caiaque, eu, com meus bracinhos finos, remando contra o vento, e ele, no início com os pernões tremendo com medo do caiaque virar (ele não sabe nadar), e no final todo empolgado querendo apostar corrida comigo.
Depois de todo o esforço, tiramos foto abraçados com uma jibóia. Eu, gritando de pavor, ele, estrangulando a cobra (olha a maldade!) com mais um sorriso de lado a lado.
Resultado: pele vermelho-pimentão e dores musculares.

Coisa de doido mesmo.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

Fraquiiiiinha.... foi se deitar.

Diz Fabinho que em 6 meses de namoro eu só comi 1 pão inteiro, juntando todos os pedacinhos que ele me viu comer.
Minha mãe também reclama que eu nunca como e repete a fala de uma historinha que ela ouvia quando criança: "Fraquiiiiinha.... foi se deitar".
Kedmma tenta me alertar dizendo que eu vou ficar fraca, esquálida, amarela, raquítica, franzina, fissss!!!! (som de bufa)
Tá, até aí eu não estava nem aí, já que nesses últimos anos eu engordei 8 quilos, perdi 3, e apesar de magra, sou gostosa (hehehe!). Só não esperava que fosse passar mal de verdade por causa dessa minha mania de sempre deixar a alimentação em último plano.

Estava eu na academia me achando a sarada, quando no último aparelho comecei a ver pontinhos pretos pulando nas minhas vistas. Os pontinhos pretos começaram a ficar meio brilhantes e se proliferaram numa velocidade estupenda. Fui ficando amarela e um torpor me subiu dos pés à cabeça.
Uma amiga se aproximando ao ver minha amarelitude perguntou se eu estava bem, e respondi:
- Nããão... to passando mal....
- Chega, Fulano, que ela vai desmaiar! - chama o gostosão do instrutor e a última coisa de que me lembro é do braço forte me amparando.

Acordei quando já estava deitada no chão, ouvindo uma voz dizendo: "Respire... respire... abra os olhos" - pensei que se tratava de um sonho, porque no desmaio sonhei uma ruma de coisas das quais eu não me lembro.
Fui respirando, respirando, abrindo os olhos... quando estava melhorzinha, dei um sorriso amarelo e me levantei sem graça.

Rapaz, nunca tinha me acontecido isso. E agora estou com uma vergonha miserável de voltar lá. Que mico! Espero que sirva pra pelo menos me abrir o apetite, porque esse negócio de desmaiar é ruim pra caramba, depois dá uma vontade de vomitar... e ainda tive que ouvir a gozação da minha amiga dizendo que eu me aproveitei do instrutor me aninhando em seus braços com a cabeça encostada no seu peito.
Ui! Que braços! E que peito!


terça-feira, 4 de janeiro de 2005

Ano Novo, vida nova... uma pinóia!

E esse sono matinal diário? Mudou nada não do ano passado pra cá. Aliás, há três anos nada muda, continuo "odilhando" acordar cedo. E não venha me dizer que dá pra se acostumar, porque eu não me acostumo é nunca. Queria só saber quem foi esse que inventou que trabalhar de madrugada era bom.
O pior não é acordar cedo, é acordar e ainda ter disposição pra pegar dois ônibus lotados e caminhar 4 quadras, chegar esbaforida no trabalho, com sono e ainda ser obrigada a falar "bom dia".
Falar de manhã pra mim é o fim, e tem gente que já acorda tagarelando e querendo que você tagarele também. Dá pra mim não.
Sem falar quando um colega de trabalho se aproveita da ausência dos chefes na sala pra gritar em plenos pulmões: "BOM DIA! AÊÊÊ!!!!!"

Bom dia uma pinóia! Fale baixo que ainda estou dormindo.
Pra quê esse grito? Miséria! Tá doido?
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Nossa, às vezes eu sou tão cruel. Outras vezes sou sensível demais... mas deixa isso pra lá, ainda bem que ninguém assistiu meu momento maléfico de ontem.
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E essa saudade... ainda bem que é só de vez em quando. Será que ele não me liga nunca mais?
Mas deixa isso pra lá também...

Vão ver as minhas fotos do natal. "Moléstia" à parte, me achei linda nas fotos. O link tá aqui e também nessa caixinha aí do lado.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2005

Ano Novo, vida nova, template novo!

Faltam alguns ajustes, mas vai ficar massa!
Tenham calma, 2005 tá só começando.

sábado, 1 de janeiro de 2005

Feliz Ano Novo a todos!!!!

Estou em Paulo Afonso, acabei de chegar de Petrolândia/ PE onde moram meus avós.
Estou com as minhas amigas inseparáveis e em apenas um dia já choramos, rimos, reclamamos da vida, sonhamos, brincamos, cantamos, dançamos e teve quem até beijasse na boca. Maravilha!
A vida é bela, o amor é azulzinho e tá tudo massa!

Felicidades a todos os meus amigos virtuais ou não.

Agora deixe eu ir que o ano é apenas um bebê.

Falei e Disse.