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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Ingratidão tira afeição

Ditado mais certo esse. 
Triste com algumas pessoas que tentei  ajudar e só me deram patada como retribuição. Mesmo assim não aprendo, sigo ajudando financeiramente um a estudar, outro a construir um lugar pra morar, outro a ter um emprego que possa pagar suas contas. Movo céus e terras, falo com Deus, o mundo e seu Raimundo. Nunca por mim, sempre pelos outros. Levo de carro pra cima e pra baixo, não cobro combustível, não cobro nada. Madre Tereza de Calcutá. Esse deveria ser meu nome. Mas... é como dizem, faça o bem sem olhar a quem. Dar com a mão direita sem que a mão esquerda veja. Sem esperar nada em troca. Mas não aprendo. Fico sempre esperando, esperando pelo menos um sorriso de gratidão. 

2 comentários:

  1. Só faltou uma imagem com um carimbo bem grandão: ALMA NOBRE! O que faço quando me sinto assim é parar um pouco e tentar selecionar melhor os beneficiados pelo Pró-Flávia. E ainda bem que não sei dirigir direito ainda, rs. bjs

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