Família - a minha, a dele, a nossa.

Essa conversinha de que não se casa também com a família do conjuge é historinha pra boi dormir. Impossível não "adotar" a sogra, os cunhados, sobrinhos e até primos como seus. Fico nos observando, observando a mim e a marido meu. Por meus primos ele é capaz de correr meia maratona de sapato social, gravata e terno. Pelos sobrinhos dele, brigo, me chateio, quero o melhor, faço o que posso e o que não posso. Não tem jeito. A gente casa com todo mundo. Leva o pacote completo na hora do sim. A gente agrega à nossa família todo mundo que existe dos dois lados. Acho que se não for assim, não dá certo. Eu, que  não tenho nenhum sobrinho direto, agora tenho vários! Tenhos sobrinhos-netos lindos e gordinhos, tenho cunhados e cunhadas a quem também chamo de irmãos. A sogra eu chamo de Vó Marina, assim como  minha mãe virou Vó Isa. O neto da nossa parte ainda não apareceu, sabe Deus quando vem, mas por enquanto a gente sonha e se diverte com a  expectativa da família só aumentar.

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